Particulares dizem apoiar mudança do Ensino Médio

A federação que representa as Escolas particulares de todo o país afirma que apoia a intenção do Ministério da Educação de alterar o currículo do Ensino médio.   “Hoje há muita fragmentação e excesso de conteúdo”, disse a presidente da Fenep (Federação das Escolas Particulares), Amábile Pacios.    Estudantes voltam às aulas em escola estadual ainda em obrasOs Alunos da Escola Estadual Ana Siqueira da Silva, no Jaraguá (zona norte de São Paulo), voltaram de férias e encontraram montes de entulho espalhados para todos os cantos do colégio, corredores sem piso e muita poeira.   Uma intervenção, que prevê a reforma de escadas, corredores e a construção de rampas para cadeirantes, que deveria estar pronta no primeiro semestre, não foi concluída. Avaliada em R$ 599 mil, a obra começou em novembro.   O Grupo Folha não autoriza a publicação na íntegra do conteúdo produzido pelo jornal Folha de S.Paulo

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Novo currículo do Ensino Médio poderá ser inspirado no Enem

Após a divulgação dos resultados insuficientes das escolas de ensino médio na última edição do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), o Ministério da Educação (MEC) planeja uma modernização do currículo, propondo a integração das diversas disciplinas em grandes áreas.   A inspiração deverá vir do próprio Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que organiza as matrizes curriculares em quatro grandes grupos: linguagens, matemática, ciências humanas e da natureza. Essa é a divisão que segue a prova, diferentemente do modelo tradicional por disciplinas como química, português, matemática e biologia.    O debate não é novo: no ano passado, o Conselho Nacional de Educação (CNE) aprovou as novas diretrizes curriculares do ensino médio que propõem uma flexibilização do formato atual.   O diagnóstico é que o currículo do ensino médio é muito inchado – em média são 13 disciplinas – o que, na avaliação do secretário de Educação Básica do MEC, César Callegari, prejudica a aprendizagem. “O Enem é uma referência importante, mas não é o currículo, ele avalia o currículo. Mas ele traz novidades que têm sido bem assimiladas pelas escolas”, diz o secretário.   De acordo com Callegari, a ideia é propor uma complementação às diretrizes aprovadas pelo

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Último resultado do Ideb indica pequeno avanço na Educação brasileira

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, e a diretora-executiva do Todos Pela Educação, Priscila Cruz, debateram os recentes dados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica. O programa de Alexandre Garcia, na Globo News, debateu os dados do Ideb 2011, que foram divulgados na última quarta-feira (15). Priscila Cruz e o ministro Mercadante participaram.   Assista ao programa aqui.

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Nota 5, e olhe lá

A escola no Brasil ensina mal. Os recém-divulgados dados do Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) para 2011 mostram que o ensino público continua muito abaixo do adequado e que a situação é só um pouco melhor nas instituições particulares.   Para não pintar um quadro ultrapessimista, pode-se dizer que houve avanço modesto no ensino fundamental (em especial nas séries iniciais) e estagnação no médio. No fundamental 1 (até o 5º ano), a nota foi de 4,6 em 2009 para 5,0 em 2011. A escala vai até 10 e a média dos países desenvolvidos é 6. A melhoria é atribuída principalmente ao aumento das matrículas na pré-escola; a criança já chega mais preparada para aprender a ler e escrever. Ceará e Piauí, com bons programas de alfabetização, forçaram a média para cima, mas todas as unidades da Federação avançaram em relação a 2009 e cumpriram suas metas. As boas notícias acabam aí. No fundamental 2 (5º ao 9º anos), registrou-se melhora de apenas 0,1 ponto (de 4,0 a 4,1), a menor desde que o índice foi criado em 2005, e que se deve mais à redução da repetência do que a um melhor desempenho dos alunos nas provas (o

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Notas do Ideb já podem ser consultadas na internet

Já está disponível no site do Ministério da Educação (MEC) o sistema de consulta aos resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de 2011.   Na página, é possível consultar a nota de cada escola, da rede de ensino, dos municípios e estados, além de comparar a nota atual com a de anos anteriores e verificar se as metas de melhoria da educação foram atingidas. O indicador, que é calculado a cada dois anos, estabelece uma nota de 0 a 10 para cada escola, rede de ensino, município e estado, além da média nacional que, em 2011, foi 5 pontos para os anos iniciais do ensino fundamental. Se nos anos iniciais houve crescimento de 0,4 ponto, nos anos finais a melhora é mais lenta – a nota passou de 4 pontos em 2009 para 4,1 em 2011. No caso do ensino médio, a situação é mais grave: na média nacional, a meta de 3,7 pontos foi atingida, mas nove estados pioraram seu desempenho em relação a 2009. O Ideb atribui uma nota diferente para três etapas da educação básica: anos iniciais (1º ao 5º ano) e anos finais (6º ao 9º ano) do ensino fundamental e ensino médio.

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MEC vai propor a fusão de disciplinas do ensino médio

O Ministério da Educação prepara um novo currículo do ensino médio em que as atuais 13 disciplinas sejam distribuídas em apenas quatro áreas (ciências humanas, ciências da natureza, linguagem e matemática).   A mudança prevê que alunos de escolas públicas e privadas passem a ter, em vez de aulas específicas de biologia, física e química, atividades que integrem estes conteúdos (em ciências da natureza). A proposta deve ser fechada ainda neste ano e encaminhada para discussão no Conselho Nacional de Educação, conforme a Folha informou ontem. Se aprovada, vai se tornar diretriz para todo o país. Para o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, os alunos passarão a receber os conteúdos de forma mais integrada, o que facilita a compreensão do que é ensinado. `O aluno não vai ter mais a dispersão de disciplinas`, afirmou Mercadante ontem, em entrevista à Folha. Outra vantagem, diz, é que os professores poderão se fixar em uma escola. Um docente de física, em vez de ensinar a disciplina em três colégios, por exemplo, fará parte do grupo de ciências da natureza em uma única escola. Ainda não está definida, porém, como será a distribuição dos docentes nas áreas. A mudança curricular é uma resposta da

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Mercadante defende revisão curricular no ensino médio

Discutir o currículo do ensino médio e a falta de formação continuada dos professores é uma tarefa urgente para mudar os baixos índices de qualidade educacional dessa etapa, na opinião do ministro da Educação, Aloizio Mercadante. O ensino médio teve o pior desempenho no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) 2011.   Os resultados do Ideb, criado em 2005 para mensurar o desempenho do sistema educacional do País, foram divulgados pelo Ministério da Educação na tarde desta terça-feira. Mercadante comemorou os dados das séries iniciais do ensino fundamental, que cresceram e alcançaram a meta prevista para 2011. No entanto, precisou encontrar explicações para a quase estagnação da etapa que antecede a entrada no ensino superior. “O ensino médio atingiu a meta, mas não superou. Esse é o grande desafio do sistema educacional brasileiro. É um problema que temos de enfrentar com prioridade”, afirmou. Segundo o ministro, a quantidade de disciplinas obrigatórias do currículo do ensino médio prejudica e dificulta a aprendizagem dos alunos. “Há questões que precisamos discutir”, disse. Para Mercadante, além dos currículos, as redes responsáveis pela oferta do ensino médio precisam avaliar as dificuldades do ensino noturno (que possui muitos alunos dessa fase, segundo ele) e a

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Avaliação do Ideb aponta avanços e cumprimento de metas de 2005 a 2011

A educação brasileira avançou nos últimos anos. É o que aponta o índice de desenvolvimento da educação básica (Ideb) de 2011. O Brasil, de acordo com os dados, atingiu as metas estabelecidas em todas as etapas do ensino básico — anos iniciais e anos finais do ensino fundamental e ensino médio. Nos anos iniciais, o Ideb nacional alcançou 5,0. Ultrapassou não só a meta para 2011 (de 4,6), como também a proposta para 2013, que era de 4,9. Nessa etapa do ensino, a oferta é prioritariamente das redes municipais, que concentram 11,13 milhões de matrículas, quase 80% do total. O Ideb para os anos iniciais do ensino fundamental da rede municipal foi calculado em 5.222 municípios. A meta para 2011 foi alcançada por 4.060 deles (77,5%). Em 2005, quando o Ideb foi calculado pela primeira vez, 57,55% das crianças nos anos iniciais estavam matriculadas em escolas municipais de redes de ensino com avaliação abaixo de 3,8 — média nacional de então. Com a evolução consistente do indicador nos últimos anos, o percentual caiu para 17,09% em 2011. Em 2005, mais de 7,1 milhões de crianças estudavam nas escolas com o Ideb mais baixo (até 3,8). Esse número caiu para 1,9

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Ministro atribui evolução à ampliação dos investimentos

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, atribuiu a medidas como o ensino fundamental de nove anos, o início da escolarização aos seis anos e à formação dos professores a evolução dos índices da educação brasileira. Ao analisar os números do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) relativos a 2011, ele disse que os avanços refletem uma “melhora sistêmica” nos anos iniciais. Durante entrevista coletiva na sede do Ministério da Educação, em Brasília, Mercadante destacou o resultado dos anos iniciais do ensino fundamental, cujas metas foram atingidas por todas as unidades da federação.  “A nossa meta para esse ano era 4,6 e nós chegamos a 5. As crianças do Brasil estão aprendendo mais, estudando mais e estão tendo melhores resultados”, disse o ministro. Mercadante destacou o ensino fundamental com nove anos, ampliação no investimento em educação com o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), que atende da educação infantil ao ensino médio e a formação dos professores como importantes para este resultado. “Estamos tendo um melhora sistêmica e bastante importante nos anos iniciais. Ter adotado a idade de seis anos para entrada obrigatória, e transformado a creche em política educacional,

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