Memorial conta a história da escola

Localizado dentro das dependências do Centro de Referência em Educação Mario Covas (Avenida Rio Branco, 1260, Campos Elíseos, São Paulo, SP), o Memorial da Educação é um espaço destinado à preservação da memória estudantil paulista.   O acervo é constituído por objetos de antiguidade do universo escolar, como documentos, livros e cartilhas, além de outras peças que retratam mais de um século de história da educação no Estado.    As visitas podem ser feitas gratuitamente de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h sem acompanhamento; ou nos períodos da manhã das 9h30 às 11h, ou à tarde, das 14h às 16h, ambos com monitorias. Para turmas com mais de 15 pessoas é necessário agendar previamente a visita. Para mais informações acesse o site do Centro ou entre em contato pelo telefone 11 3225-5100.

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Educação Básica precisa de mais apoio do governo, dizem debatedores

O papel do Governo Federal na Educação básica do país foi discutido, na ultima quarta-feira (12), durante audiência pública na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE). Os debatedores afirmaram que apesar dos avanços, a participação e contribuição da União tem sido insuficiente. Na opinião do secretário de Educação Básica do Ministério da Educação, Cesar Callegari, o país possui um sistema avançado de avaliação da educação básica e superior, que se consolidaram a partir da contribuição do Governo Federal ao lado dos municípios e estados. Uma das medidas apontadas como grande exemplo é o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que hoje representa, de acordo com Callegari, uma possibilidade real do estudante ingressar na Educação Superior, privada e federal. Já o pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas, Fernando Veloso, disse que o Governo Federal faz muito pouco. Para ele, é preciso estabelecer padrões e metas de aprendizagem, para ter uma avaliação mais precisa e igualitária do sistema educacional do país. Segundo informou, 70% dos jovens brasileiros estão abaixo do nível básico de proficiência em matemática e 54% em ciência, excluindo essa parcela da sociedade de se inserir na economia de forma produtiva. Fernando Veloso acredita que o

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Escolas terão acesso mais veloz à internet

O governo decidiu aumentar a velocidade da internet em parte das 18 mil escolas públicas de ensino médio do país. Atualmente a velocidade é de 2 megabytes por segundo (Mbps) que tem sido insuficiente para atender as escolas de maior porte, porque algumas têm até dois mil alunos.   Os ministros das Comunicações, Paulo Bernardo, e da Educação, Aloizio Mercadante, estiveram reunidos na manhã da ultima quarta-feira, 12, com as operadoras de telefonia fixa que participam do programa “Banda Larga nas Escolas” e também com as empresas de celular discutindo o assunto. – A banda larga é igual em todas as escolas, mas elas não são iguais, algumas têm 150 alunos, outras dois mil. É preciso fazer um redimensionamento – disse Paulo Bernardo. O ministro das Comunicações afirmou que está sendo feito um mapeamento para ver onde é necessário aumentar a velocidade da banda larga. Segundo ele, o Ministério da Educação (MEC) já sabe quais são as de maior porte e o objetivo é de que a partir do início de 2013 a internet de maior velocidade já esteja em funcionamento nestes estabelecimentos de ensino. Paulo Bernardo explicou que as empresas de celular foram chamadas para participar do trabalho porque em

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Undime: relatório da OCDE reforça necessidade de investimento de 10% do PIB em educação

A presidenta da União Nacional de Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Cleuza Repulho, disse que os números sobre o ensino superior no Brasil, divulgados na ultima terça-feira, (11), no relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), reforçam a necessidade de investimento de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) em educação. “A gente entende que [o relatório] é positivo e mostra que o Brasil está no caminho certo. Reforça, porém, a necessidade de aumentar o investimento em educação. A aplicação de 10% [do PIB no setor] se mostra bem coerente e necessária para que a gente consiga melhorar e avançar de forma consistente”, disse ela à Agência Brasil. A pesquisa revela que o país registrou o quarto maior aumento em gastos na educação no período de 2000 a 2009 entre os 33 países incluídos no estudo que forneceram estatísticas nessa área. Os investimentos no Brasil passaram de 10,5% do total dos gastos públicos em 2000 para 16,8% em 2009. A diretora executiva do Programa Todos Pela Educação, Priscila Cruz, disse à Agência Brasil que as discussões sobre mais investimento têm que forçar uma alteração no sistema educacional vigente e incentivar a gestão da educação. “Mesmo investindo 12%, 15%

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Autores de ação contra Lobato querem educação étnico-racial para professores

Os autores da ação contra o uso do livro Caçadas de Pedrinho, de Monteiro Lobato, nas escolas brasileiras, querem mudanças curriculares nos cursos que formam professores antes de as obras entrarem na rotina escolar das crianças.   O investimento na formação inicial e continuada dos educadores em temas étnicos-raciais é o principal ponto da proposta de acordo, à qual o iG teve acesso, que será apresentada esta noite por eles ao Ministério da Educação. Às 19h30, representantes do Ministério da Educação, da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), o professor Antônio Gomes da Costa Neto, que questionou a utilização do livro por conta de conteúdos racistas, e Humberto Adami, do Instituto de Advocacia Racial e Ambiental (Iara), co-autor da ação, participarão de audiência de conciliação no Supremo Tribunal Federal (STF). O encontro inusitado foi marcado pelo ministro Luiz Fux, relator da ação no STF, em junho. Segundo ele, o tema traz “conflito em torno de preceitos normativos de magnitude constitucional, quais sejam, a liberdade de expressão e a vedação ao racismo” e, por isso, a negociação é a melhor saída para encontrar um “desfecho conciliatório célere e proveitoso para o interesse público e nacional”. A ação apresentada

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Comissão do Senado aprova inclusão da disciplina cidadania moral e ética no currículo

O currículo do ensino fundamental terá a disciplina cidadania moral e ética. A decisão, em caráter terminativo, foi aprovada na ultima terça-feira, (11), pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado. A medida também inclui no currículo do ensino médio a disciplina ética social e política. O Projeto de Lei do Senado 2/2012, de autoria do senador Sérgio Souza (PMDB-PR), modifica a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), incluindo a disciplina como obrigatória para o ensino fundamental.   Entre as justificativas de Sérgio Souza para o projeto, está “a necessidade de aprimoramento da LDB, com a criação de disciplinas que deem aos estudantes melhor formação ética, social e política, o que os capacitará para o correto entendimento dos principais problemas sociais do nosso país e do mundo”. A diretora executiva do Todos pela Educação, Priscila Cruz, criticou a medida e o excesso de disciplinas já constantes do currículo da educação básica. “Que horas que os alunos vão conseguir aprender aquilo que é essencial? Não que [o projeto de lei do Senado] não seja importante, realmente vivemos uma crise de valores na sociedade.   O que acontece é que tudo recai na escola. Não tenho dúvidas que o aluno

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Brasil deve investir mais em professores

Em países emergentes muito populosos, como o Brasil, os governos são, com frequência, confrontados a uma escolha difícil: aumentar o número de professores por aluno e investir na redução do tamanho das turmas, ou qualificar os mestres e melhorar seus salários.   Para Andreas Schleicher, especialista da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), a melhor estratégia é dirigir a verba para os professores. Mas o Brasil faz o contrário. A entidade divulgou na ultima terça-feira, 11, em Paris, um relatório de 570 páginas sobre educação em 39. As constatações de Schleicher foram feitas com base em estatísticas, mas não constam do relatório publicado ontem. Para o pesquisador, o Brasil está no caminho certo ao aumentar o investimento no ensino, aproximando-se da média dos países mais desenvolvidos, mas ainda precisa fazer escolhas na hora de aplicar verbas públicas. E, nessa hora, é preciso apostar na qualidade do corpo docente. `Quando há poucos recursos, ou se investe em pequenas turmas ou em professores – e os resultados são melhores quando a opção é em investir no docente`, disse Schleicher à reportagem. O especialista faz questão de elogiar o esforço de sucessivos governos, mas reitera que, após massificar o acesso à escola, o desafio

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Planalto confirma Marta como nova ministra da Cultura; ela assume na 5ª

O Palácio do Planalto confirmou na ultima terça-feira (11), a troca de Ana de Hollanda pela senadora Marta Suplicy (PT-SP) no comando do Ministério da Cultura. A petista vai assumir a nova função na quinta-feira. A troca foi antecipada pela Folha e faz parte do acordo para que a senadora se integrasse à campanha de Fernando Haddad (PT) pela Prefeitura de São Paulo. A presidente Dilma Rousseff se encontrou com a ministra na tarde de hoje. Dilma conversou por telefone com a senadora petista e confirmou o convite. Marta já havia sido sondada no início do ano para assumir o posto. Nota da assessoria de imprensa da Presidência afirma que “a presidenta agradeceu hoje o empenho e os relevantes serviços prestados ao país [por Ana de Hollanda] à frente da pasta desde janeiro de 2011”. “Dilma Rousseff manifestou confiança de que Marta Suplicy, que vinha dando importante colaboração ao governo no Senado, dará prosseguimento às políticas públicas e aos projetos que estão transformando a área da Cultura nos últimos anos”, conclui o texto. Ao chegar ao Senado hoje, Marta Suplicy desconversou e chamou de “especulação” a sua ida para o ministério. A senadora também não quis responder se aceitaria um

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Ministra da Cultura deve deixar o cargo; Marta Suplicy é cotada para assumir pasta

A ministra Ana de Hollanda (Cultura) deve deixar o cargo hoje terça-feira (11). Para seu lugar, a presidente Dilma Rousseff pode indicar a senadora petista Marta Suplicy (SP). Segundo a Folha apurou, a troca estava prevista para ocorrer depois das eleições, mas pode ser antecipada. A participação de Marta na campanha do petista Fernando   Haddad (SP) foi decisiva para definir a troca. Irmã do compositor Chico Buarque, Ana de Hollanda é cantora e fez carreira na burocracia estatal, trabalhando inclusive na Funarte. Sua gestão foi marcada por críticas e poucas realizações. Em diversas oportunidades, o Planalto teve que negar a saída da ministra. Com a virada do ano, houve a expectativa de uma reforma ministerial e o nome da ministra figurava entre as possíveis trocas. Um dos primeiros problemas de sua gestão foi a retirada do selo “Creative Commons”, que facilita o trânsito de obras na internet, já que regulamenta os direitos do autor sem que haja necessidade de contrato escrito. Outra crítica de parte do setor cultural é que ela não teria se empenhado para garantir um corte menor no Orçamento da Cultura. A ministra foi alvo de campanha dentro do próprio PT, que teve início quando cancelada

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