Belo Horizonte recebe monitoramento dos programas do livro

Técnicos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) realizaram, na semana passada, monitoramento do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) e do Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE) na região metropolitana de Belo Horizonte (MG). A equipe do FNDE percorreu escolas estaduais e municipais em Betim, Sabará e na capital mineira. O objetivo das visitas técnicas é aprimorar a gestão dos programas do livro. “A ideia é conhecer a realidade local, esclarecer dúvidas de todos os parceiros, orientá-los sobre as normas dos programas e identificar possíveis falhas ou boas práticas de execução, que devem ser valorizadas”, afirma a coordenadora de Apoio às Redes de Ensino do FNDE, Ana Carolina Souza Luttner. O FNDE também realizou capacitação sobre os programas do livro para gestores educacionais, coordenadores, diretores, professores e servidores das bibliotecas escolares. As servidoras Vera Lúcia Theobaldo de Assis e Osvaldete Maria Rocha Ribeiro abordaram as normas gerais dos programas, os critérios de atendimento, os procedimentos de distribuição, a importância da conservação, devolução e do remanejamento dos livros do PNLD, entre outros assuntos. PNLD – O Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) visa prover as escolas públicas de ensino fundamental e médio com livros didáticos, dicionários e obras complementares

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Prorrogadas as inscrições para o prêmio Professores do Brasil

As inscrições para o 6º Prêmio Professores do Brasil, que se encerrariam neste sábado, 27, foram prorrogadas até 10 de novembro próximo. É o que estabelece a Portaria MEC nº 1.300, publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira, 26 (seção 1, página 9). A premiação valoriza práticas pedagógicas bem-sucedidas, criativas e inovadoras nas redes públicas de ensino. Este ano, foi criada uma segunda categoria, sobre temas específicos, além da já conhecida, de temas livres. Esta é subdividida nas áreas de educação infantil, anos iniciais do ensino fundamental, anos finais e ensino médio. O novo módulo conterá projetos de educação integral ou integrada, ciências para os anos iniciais, alfabetização nos anos iniciais e educação digital, articulada ao desenvolvimento do currículo. Cada categoria terá até quatro professores premiados em cada uma das subcategorias, um por região do país. Os autores das experiências selecionadas pela comissão julgadora nacional, independentemente de região e da categoria, receberão R$ 7 mil, além de troféu e certificados expedidos pelas instituições parceiras. O Prêmio Professores do Brasil foi instituído em 2005. Até a segunda edição, premiava professores da educação infantil e séries ou anos iniciais do ensino fundamental. A partir da terceira edição, estendeu-se a todas as etapas da

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Campanha quer zerar déficit de bibliotecas no Brasil

Imagine se 24 bibliotecas fossem instaladas diariamente no País até os próximos oito anos. O que seria considerado um sonho para as instituições de ensino é, na verdade, a conta que precisaria ser feita para atender à lei 12.244, sancionada há dois anos, que obriga todas as escolas públicas e privadas a implantarem bibliotecas até 2020.   Para dar luz ao tema, o Instituto EcoFuturo em parceria com empresas privadas e organizações civis lançou recentemente a campanha Eu Quero Minha Biblioteca. A ideia é sensibilizar os candidatos e prefeitos eleitos pelas eleições municipais e, principalmente, mobilizar a população para exigir a efetividade deste direito.    No ar até 2020, a campanha mantem um portal onde as pessoas podem encontrar informações sobre a lei, detalhes sobre os projetos de lei em tramitação que abordem temas relativos às bibliotecas, audiências públicas agendadas, informações sobre como montar essas bibliotecas, quais escolas já criaram as suas e ainda um mapa, em tempo real, que mostra a adesão da população e de candidatos ao movimento.   Ao aderir à campanha, os participantes passam a ser informados sobre estratégias que podem e devem ser implementadas no âmbito da política pública local. A ideia é articular uma

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Como a biblioteca ajuda na formação de jovens leitores

A leitura para as crianças é importante para formar adultos leitores, com mais facilidade para escrever e se comunicar. Quase todos os brasileiros concordam com isso, mas apenas 37% costuma ler para as crianças, segundo pesquisa realizada pela Fundação Itaú em parceria com o Datafolha. Uma visita à biblioteca pode ajudar a mudar essa realidade. Na biblioteca, há muito mais variedade de obras, além de espaços especiais para realizar a leitura. Para as crianças, ter o hábito de frequentar uma biblioteca, além de trazer grande aprendizado, pode ser uma grande diversão.   No entanto, essa também não é uma realidade no Brasil. Na pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, encomendada pelo Instituto Pró-Livro, 67% dos entrevistados declararam a existência de uma biblioteca pública no bairro ou na cidade em que moram e, entre esses, 71% a classificaram como de “fácil acesso”, porém apenas 24% afirmaram frequentá-las e somente 12% costumam ler em bibliotecas.   Uma possível explicação para essa “impopularidade” das bibliotecas está na representação desses espaços no imaginário da população. A maioria as associa a lugares para estudar (71%) ou pesquisar (61%). Poucos veem as bibliotecas como espaços de lazer (12%) ou para passar o tempo (10%). Um outro

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Livros digitais ganham fôlego para avançar no Brasil

À espera do desembarque da Amazon em território nacional, o mercado de livros digitais no Brasil vem tomando fôlego para avançar em um segmento ainda incipiente, apostando em maior oferta de títulos, aumento de vendas a taxas consideráveis e parcerias que devem mudar o cenário dos chamados “ebooks” no país.   Com grandes representantes globais do segmento se preparando para abocanhar uma fatia do promissor mercado brasileiro, hoje são as empresas nacionais que dominam o setor de livros digitais, que caminha a passos lentos e sofre pela ausência de dados sobre vendas, participação de mercado e relevância dentro do mercado de livros como um todo.   Líder no setor de livrarias e maior vendedora de livros via Internet do país, a Saraiva ingressou em 2010 nos livros digitais, que a empresa acredita ser seu maior negócio.   “Vendemos 500 mil reais em livros digitais nos últimos 30 dias”, disse o presidente-executivo da Saraiva, Marcílio Pousada. “E vamos aumentar esse patamar mensal.” Com 12 mil títulos nacionais e 240 mil em inglês, a empresa espera encerrar este ano com mais de 15 mil nacionais e criou um aplicativo de leitura que, segundo o executivo, já supera 800 mil downloads. “Temos um

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Docentes aprovam redução de alunos por sala

Turmas com menos estudantes a fim de facilitar o processo de Ensino-aprendizado pela maior interação entre Professor e estudante. É o que propõe o senador Humberto Costa (PT-PE) pelo Projeto de Lei do Senado (PLS) nº 504/2011, aprovado neste mês, em caráter terminativo, pela Comissão de Educação do Senado Federal. O projeto estabelece o máximo de 25 estudantes na Pré-Escola e nos dois anos iniciais do Ensino fundamental e o máximo de 35 estudantes nos anos subsequentes do Ensino fundamental e Ensino médio das redes pública e particular. Segundo o senador, a intenção é “influenciar positivamente a Educação nacional”. Professora do 2º ano do Ensino fundamental da rede pública, Tatiana Henrique, 33, diz que a importância do projeto está na necessidade de dedicar aos mais novos uma atenção individualizada.   “Quanto menos estudantes, mais eu posso entrar no mundo de cada um e conhecer a maneira de cada um compartilhar os conhecimentos. Isso é fundamental para o sucesso dessa fase”, diz. “A Pré-Escola é regida pela afetividade. Elas (crianças) precisam que o Professor esteja mais perto, ao mesmo tempo que também são muito agitadas e precisam de disciplina para entender direitinho o que é explicado”, completa a Professora Fátima Albuquerque,

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Plano Nacional de Educação apresenta 20 metas

Entre as 20 metas do Plano Nacional de Educação (PNE) 2011-2020, aprovado no último dia 16 pela Câmara dos Deputados e a ser encaminhado para exame do Senado Federal, estão a de universalizar, até 2016, o atendimento escolar da população de quatro e cinco anos, e ampliar, até 2020, a oferta de educação infantil de forma a atender a 50% da população de até três anos. O plano pretende ainda universalizar o ensino fundamental de nove anos para toda população de seis a 14 anos, bem como universalizar, até 2016, o atendimento escolar para toda a população de 15 a 17 anos e elevar, até 2020, a taxa líquida de matrículas no ensino médio para 85% nesta faixa etária. Outra meta é a de universalizar, para a população de quatro a 17 anos, o atendimento escolar aos estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação na rede regular de ensino. O plano também pretende alfabetizar todas as crianças até, no máximo, os oito anos de idade; oferecer educação em tempo integral em 50% das escolas públicas de educação básica; e atingir médias nacionais progressivas para o Ideb até 2021. Há também a meta de elevar a

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Senado analisará Plano Nacional de Educação, com metas para os próximos 10 anos

Nos próximos dias, o Senado deverá dar início ao exame do PNE (Plano Nacional de Educação), que irá destinar 10% do PIB (Produto Interno Bruto) nacional para as políticas do setor. Atualmente, a União, os Estados e os municípios aplicam, no total, cerca de 5% do PIB (R$ 207 bilhões) no setor. Como em 2011 o PIB brasileiro somou R$ 4,143 trilhões, se a lei vigorasse este ano, o ensino receberia R$ 414 bilhões. A votação do plano, referente ao decênio 2011-2020, foi concluída no último dia 16 na Câmara, onde a matéria (PL 8.035/2010), a ser encaminhada ao Senado, foi relatada pelo deputado Ângelo Vanhoni (PT-PR). Pelo texto aprovado, o governo se compromete a investir pelo menos 7% do PIB nacional nos primeiros cinco anos de vigência do plano, e 10% ao final de dez anos. Além de estabelecer a aplicação de recursos públicos em educação como proporção do PIB, o plano tem como diretrizes a erradicação do analfabetismo; a universalização do atendimento escolar; a superação das desigualdades educacionais; a melhoria da qualidade do ensino; a formação para o trabalho; a promoção da sustentabilidade sócio-ambiental; a promoção humanística, científica e tecnológica do país; a valorização dos profissionais da educação;

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