Mackenzie oferece formação na área de edição

A Universidade Presbiteriana Mackenzie está com as inscrições abertas para graduados em Letras que tenham como objetivo trabalhar no mercado editorial. Com duração de dois semestres, o Bacharelado em Letras com linha de formação em edição desenvolverá as competências de produção e criação textual, revisão e editoração e seleção, avaliação e crítica de textos. A seleção para as dez vagas disponíveis será feita por meio de entrevistas, com apresentação do histórico escolar e do diploma de graduação em Letras.As inscrições podem ser feitas até hoje, 17 de janeiro no site do Mackenzie. Mais informações: www.mackenzie.br/proc_seletivoedicao.html

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Diretor do MEC será novo secretário de Educação Básica da pasta

O ministro Aloizio Mercadante (Educação) escolheu Romeu Caputo, diretor de programa da pasta, para assumir o cargo de secretário de educação básica do MEC. O cargo está vago desde o ano passado com a saída de Cesar Callegari, secretário de educação do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT). Caputo está no Ministério da Educação desde 2007, segundo curriculo lattes do novo titular da secretaria. Antes de assumir a função, era gerente de gestão administrativa e financeira na prefeitura de Belo Horizonte. Caputo é formado em administração pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais). A nomeação do novo secretário deve ser publicada no Diário Oficial ainda neste mês. Antes da escolha, o nome de Cláudia Costin, secretária municipal de Educação do Rio de Janeiro foi ventilado para assumir a função, mas recebeu críticas de setores da educação.

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“Queremos um ensino médio integral e em tempo integral”, afirma coordenadora do MEC

Com altas taxas de evasão e baixos resultados na última edição do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), o Ensino Médio continua sendo a etapa escolar mais problemática do Brasil. Para sair desse posto, o Ministério da Educação (MEC) propõe mudanças curriculares e enxerga na educação integral – e em tempo integral – uma saída também para esse nível de ensino. Mas como aumentar a jornada sem repetir a fórmula giz e lousa, da qual os alunos já evadem e, ao mesmo tempo, prepará-los para o mercado de trabalho? Em entrevista ao Portal Aprendiz, a coordenadora-geral do Ensino Médio da Secretaria de Educação Básica do MEC, Sandra Garcia, responde a pergunta. Ela fala ainda sobre o Programa Ensino Médio Inovador, formação inicial e continuada de professores e o Ensino em período Noturno. Portal Aprendiz  – MEC propõe uma mudança no currículo do Ensino Médio, com a integração de disciplinas em grandes áreas do conhecimento, inspirado no Enem. Muitos educadores temem, porém, que isso seja uma forma de “enxugar” as disciplinas. Gostaria que você falasse a respeito. Sandra Garcia – O currículo do Ensino Médio está muito estagnado, não é nem a questão de ter 13 disciplinas, mas de como

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Apoio a docentes ajuda alunos pobres a aprender

Apesar de a condição econômica e a escolaridade dos pais influenciarem no aprendizado – crianças de nível socioeconômico baixo tendem a ter menos estímulos em casa e menor acesso a materiais pedagógicos -, as escolas que atendem alunos mais pobres podem, sim, oferecer um ensino de excelência que seja assimilado por toda a turma. E o segredo não está em recursos tecnológicos ou em apostilas de sistemas de ensino famosos. A receita é simples e passa pelo acompanhamento individual dos alunos e pelo uso dos resultados das avaliações para embasar ações pedagógicas. Mas, acima de tudo, implica no cuidado com a implementação das políticas, o que inclui apoio ao corpo docente e fluxo aberto de informações. É o que mostra um estudo da Fundação Lemann e do Itaú BBA, que mapeou as escolas públicas dos anos iniciais do ensino fundamental que atendem alunos de nível socioeconômico baixo e que, considerando os resultados da Prova Brasil 2011 e o respectivo Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), tiveram sucesso no aprendizado. As escolas tinham de ter uma taxa de participação de 70% dos alunos na Prova Brasil, com ao menos 70% dos alunos no nível adequado de proficiência e no máximo

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À luz da preferência, livro digital tenta conquistar mercado no Brasil

Era imensa a expectativa dos consumidores com o lançamento no Brasil dos e-readers – aparelhos para leitura de livros digitais – Kobo Touch, pela Livraria Cultura, no começo de dezembro, e Kindle, da Amazon, poucos dias depois. A concorrência entre grandes livrarias prometia acirrar a disputa, aquecer o mercado e derrubar preços.   Quase um mês mais tarde, não foi o que ocorreu. Por enquanto, os leitores estão sendo mais atraídos pela novidade do produto do que pela economia que pode proporcionar.    É o caso da professora de inglês Juliane Garcia, 28 anos, que se reúne uma vez por mês com seus alunos em um clube de leitura, onde a regra é ler na plataforma digital.   – Às vezes, é complicado achar obras impressas em inglês. Com um e-reader eu acho qualquer exemplar, de maneira quase instantânea – comenta. Juliane também encontra outras facilidades:   – Posso levar um monte de livros para a praia sem ocupar espaço na mala. Nem sinto falta do cheirinho do papel.   O preço não tão atrativo de um livro digital – além do custo do próprio e-reader – é apontado como um dos motivos para a opção eletrônica não deslanchar no

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A escola do futuro

Quer ver os Alunos da Escola Municipal Presidente Pedrosa, de Curitiba, ficarem bravos? Anuncie a eles que chegou a hora do recreio. Quando precisa passar essa “dura” mensagem, a Professora é forçada a elevar o tom de voz para ser ouvida em meio aos lamentos dos estudantes.Não que as crianças da instituição não gostem de brincar no pátio. O que as leva a ficar na sala de aula são os notebooks que ajudam a complementar as atividades curriculares. Além de conhecer os conteúdos de uma maneira mais divertida, os Alunos aprendem que devem cuidar do patrimônio de uso comum. “Cada um usa sempre o mesmo laptop e deve cuidar dele direitinho”, afirma Rosângela de Jesus Narciso, diretora da Escola. Apostilas 2.0: Alunos do colégio Sigma, de Brasília, trocaram livros impressos por digitais em tablets. Segundo a pedagoga Marli Pinheiro (ao centro), a mudança aumentou a interatividade nas aulas. “Mostramos a eles que isso é importante para não prejudicar outro colega.” Exemplos como o da Escola Presidente Pedrosa, que usa a tecnologia como recurso no processo pedagógico, estão se tornando mais comuns no País, o que abre uma imensa oportunidade. Ainda que usar equipamentos tecnológicos não seja a realidade dominante na

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MEC, agora, decide fazer distribuição de tablets

Anunciado em 2011 pelo Ministério da Educação, o programa do governo federal que prevê a distribuição de tablets aos Professores do Ensino médio inicia o ano sem definição de data para sair do papel. De concreto mesmo é que, em novembro do ano passado, o MEC começou a distribuição de 5 mil tablets que serão utilizados em programa de formação de Professores nos 18 estados que já aderiram ao Proinfo Integrado (Programa Nacional de Tecnologia Educacional). Para justificar os investimentos no programa, o MEC argumenta que a iniciativa amplia as possibilidades pedagógicas do Professor em sala de aula. Mas a crítica de muitos especialistas é se, de fato, esta deve ser a prioridade no âmbito do Ensino público, sobretudo porque o programa peca em distribuir as máquinas sem se preocupar com a capacitação dos Educadores. Estudo recente do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) chamou a atenção para essa aparente ambiguidade. Em busca de uma resposta concreta para essa questão, uma equipe de pesquisadores foi até o interior da Etiópia e distribuiu 40 tablets para crianças de duas tribos. Simplesmente entregaram a caixa, lacrada, deixando como única orientação a necessidade de recarregar o equipamento na energia (as aldeias eram abastecidas

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Com foco em ensino básico, MEC é lider em investimentos Federais em 2012

O Ministério Educação (MEC) foi o órgão do governo federal que mais investiu em 2012, deixando para trás pastas responsáveis por grandes obras de infraestrutura e com a missão de estimular o investimento e a aceleração do crescimento econômico, um dos temas que mais preocupam a presidente Dilma Rousseff.   A performance da pasta chefiada por Aloizio Mercadante ajudou a União a reverter o mau desempenho do início de 2012 e ajudou os desembolsos federais a crescer, em termos nominais, 13% de janeiro a outubro na comparação com o mesmo período de 2011, para R$ 39,23 bilhões. Levantamento sobre a execução orçamentária da União feito pelo economista Mansueto Almeida, pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), mostra que pela primeira vez na história o MEC aparece em primeiro lugar nos aportes federais. Os números levam em conta informações do Tesouro Nacional e do Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (Siafi) e não contemplam gastos previdenciários, com pessoal, de custeio e os investimentos do programa Minha Casa, Minha Vida. Almeida aponta que o MEC alcançou o posto de maior investidor da Esplanada dos Ministérios graças ao significativo aumento de recursos das transferências voluntárias para Estados e municípios e

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Nem metade dos alunos sabe o que deveria em Português e Matemática

Os resultados do Paraná na última edição do exame nacional Prova Brasil, realizada em 2011, mostram que cerca de 45% dos Alunos do 5º ano na rede pública aprenderam o que se considera adequado nas disciplinas de Português e Matemática.   Na prova de Matemática que avaliou os Alunos do 9º ano, o índice foi ainda pior. Dos quase 160 mil estudantes que fizeram o exame aplicado pelo Ministério da Educação (MEC), só 14% souberam solucionar problemas em níveis satisfatórios.    O desempenho ruim dos Alunos paranaenses seria uma das razões para a medida recentemente anunciada pela Secretaria de Estado da Educação (Seed), dizem analistas. No dia 12 de dezembro foi oficializado o aumento no número de aulas de Português e Matemática para as turmas do 6º ao 9º ano do Ensino fundamental. Das 25 aulas semanais, serão cinco dedicadas à Língua Portuguesa e cinco à Matemática.   Sudoeste A cidade de Marmeleiro, no Sudoeste do Paraná, com cerca de 14 mil habitantes, pertence ao seleto grupo de municípios que foram além das expectativas na Prova Brasil. Dos 386 municípios do estado que têm dados disponíveis, somente 13 atingiram ou foram além dos 70% de estudantes com aprendizagem avançada.  

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