Encontro internacional em Bogotá discute realidade de bibliotecas escolares

Começou na última terça-feira, (23), na capital colombiana, o 1º Encontro Internacional de Bibliotecas Escolares, que reúne 800 delegados de 14 países da América Latina e Europa. O evento faz parte da programação da Feira do Livro de Bogotá e tem a participação de representantes da Argentina, do Brasil, de Cuba, do Equador, da Espanha, do México, de Portugal e da Venezuela, entre outros países. Durante três dias, os participantes irão debater as realidades e desafios enfrentados pelos trabalhadores de bibliotecas de cada um dos países participantes. Na abertura do encontro, a ministra da Educação da Colômbia, María Fernanda Campo, falou da importância da biblioteca escolar na aprendizagem e de como o assunto poderá ser debatido nos próximos dias. `O encontro vai permitir conhecer, em primeira mão, as experiências de outras partes do mundo e compartilhar o aprendizado e práticas docentes`, disse María Fernanda. A ministra defendeu o fortalecimento da Rede Internacional de Bibliotecas Escolares e a criação de uma rede nacional. `Vamos tentar construir essa rede que tanto nos interessa, porque a leitura e a escrita também são veículos de paz`. A ministra da Cultura da Colômbia, Mariana Garcés Córdoba, também participou da abertura do encontro e falou da

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Adiada a votação da MP que destina recursos do petróleo para a educação

A votação da Medida Provisória 592/12, que destina os recursos do petróleo à educação, foi adiada até a definição do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a questão da divisão dos royalties do petróleo nos estados. A decisão foi tomada na última terça-feira, 23, em reunião da comissão mista que analisa a proposta. Na semana passada, o relator da MP 592/12, Carlos Zarattini (PT-SP), apresentou parecer determinando que 100% da participação especial da União e do fundo especial de estados e municípios serão destinados à educação e 100% dos royalties da União vão ficar com a ciência e tecnologia. O antigo texto da MP vinculava à educação apenas as receitas dos novos contratos da área de concessão dos royalties do petróleo, firmados após 3 de dezembro de 2012, data da publicação da medida no Diário Oficial da União. O relator, inclusive, retirou do parecer essa data limite. O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, é um dos principais defensores da vinculação integral dos royalties do petróleo para educação. Segundo ele, o recurso é a única forma de garantir uma fonte viável para financiar a educação, principalmente para garantir a implantação das metas do Plano Nacional da Educação (PNE), em tramitação no Congresso

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Biblioteca digital tem 2 milhões de itens

Examinar um antigo retrato de George Washington, ler uma história de suspense ou folhear manuscritos medievais de Harvard, sempre no conforto da sala de sua casa. A Biblioteca Pública Digital da América, no ar desde 18 de abril, vai oferecer exatamente isso, disponibilizando coleções de bibliotecas e museus de todo o país para qualquer um com acesso à internet – de graça. A nova biblioteca (que pode ser acessada no endereço dp.la) é essencialmente um site de buscas (com um mecanismo que lembra o Google) preocupado em unir e fazer dialogar registros digitalizados de diferentes instituições de todo o País – desde aquele retrato do primeiro presidente americano até romances policiais que, no século 19, eram vendidos a um centavo. De cara, serão mais de 2 milhões de documentos, fotos e arquivos de áudio pelos quais os internautas poderão passear, além de diversas mostras e exposições que colocam seus catálogos na internet; com o tempo, mais material será acrescentado. “Se no último século, a preocupação era construir uma biblioteca em cada cidade, agora a palavra de ordem é construir uma biblioteca dentro da casa de cada pessoa”, diz Jason Roy, diretor dos serviços digitais da biblioteca da Universidade de Minnesota

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Pacto pela idade certa é desafio e prioridade, afirma o ministro

O Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa, compromisso formal assumido pelos governos federal e do Distrito Federal, estados e municípios para assegurar que todas as crianças estejam alfabetizadas até os oito anos de idade, ao final do terceiro ano do ensino fundamental, é prioridade para o Ministério da Educação este ano. “É um grande desafio”, disse o ministro Aloizio Mercadante, na última quarta-feira, 10, em audiência na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados. O pacto foi firmado por todas as unidades da Federação e por 5.393 municípios. Serão atendidos mais de 7 milhões de estudantes de 400 mil turmas das três primeiras séries do ensino fundamental, em 108 mil escolas. Mais de 14 mil, de 16.814 orientadores de estudo, atuarão como formadores locais. Eles foram capacitados em cursos de 38 universidades públicas. O restante será formado ainda este mês. O orçamento de R$ 3,3 bilhões do programa prevê a distribuição de livros didáticos e bolsas para professores alfabetizadores, orientadores de estudo e coordenadores. O pacto prevê avaliações anuais e premiações para escolas e professores que obtiverem bons resultados.

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Fórum Nacional de Educação aprova documento que é referência para conferências

Os integrantes do Fórum Nacional de Educação (FNE) reuniram-se na última quarta-feira, (10), pela primeira vez após o lançamento da Conferência Nacional da Educação (Conae) em Brasília, na Câmara dos Deputados. O fórum é composto por mais de 30 entidades representantes da sociedade civil e do poder público. Na reunião foi aprovada a publicação do documento Cenário da Educação Nacional, que servirá de apoio aos debates em todas as conferências preparatórias, municipais e intermunicipais. O documento apresenta dados e diretrizes que servem de complemento ao documento-referência O PNE na Articulação do Sistema Nacional de Educação – Participação Popular, Cooperação Federativa e Regime de Colaboração publicado pelo fórum no final do ano passado. O novo documento será disponibilizado no site do FNE nos próximos dias. Ambas as publicações, assim como as discussões que serão levadas à Conae, têm como referência o Plano Nacional de Educação (PNE), que direciona as políticas para a área nos próximos dez anos. O PNE está atualmente em discussão no Senado Federal. `O objetivo da conferência é discutir o PNE, os seus desdobramentos nos estados e municípios, assim como os planos estaduais e municipais`, diz o coordenador do FNE, Francisco das Chagas Fernandes. `O PNE tem pontos

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MEC quer integrar currículo do ensino médio nas 4 áreas do Enem

O ministro da Educação, Aloízio Mercadante, afirmou nesta quarta-feira que o MEC estuda mudar o currículo do ensino médio, passando a seguir o modelo adotado pelo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que integra as disciplinas em quatro grandes áreas do conhecimento: ciências da natureza, ciências humanas, linguagens e matemática. Mercadante disse que a mudança no currículo do ensino médio – que hoje conta com pelo menos 13 disciplinas – será feita em parceria com o Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed). Hoje, 86% da oferta de ensino médio cabe às redes estaduais de ensino. De acordo com o ministro, a meta da parceria é atrair cerca de 970 mil jovens de 15 a 17 anos de idade que estão fora da escola. Entre as ações em análise para reformulação do ensino médio está a oferta de bolsas de estudos e de pesquisas para estimular a vocação de jovens para as carreiras de professor e de cientista. Outra proposta é a ampliação do ensino profissionalizante, que pode ser feito paralelamente ao ensino médio. A meta é ofertar 8 milhões de vagas até 2014. As propostas foram apresentadas pelo ministro durante audiência pública da manhã desta quarta-feira, na Câmara dos

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Qualidade do ensino freia adaptação do Brasil ao mundo digital

Com um dos piores ensinos de matemática e ciências do mundo, o Brasil reduz sua capacidade de adaptação ao mundo digital. Um informe apresentado na última quarta-feira, 10, pelo Fórum Econômico Mundial aponta que o País subiu apenas da 65.ª para a 60.ª posição entre as nações mais preparadas para aproveitar as novas tecnologias em seu crescimento. Além do ranking sobre capacidade de adaptação ao mundo digital, o Fórum divulgou outros dois, referentes ao ensino de matemática e de ciências. Entre os 144 países avaliados, o Brasil aparece no 116.º lugar em educação, atrás, por exemplo, de Chade, Suazilândia e Azerbaijão. Em ciências, Venezuela, Lesoto, Uruguai e Tanzânia estão melhores posicionados no ranking que o Brasil, que ocupa a 132.ª posição. O resultado é uma estagnação no avanço da tecnologia no Brasil, apesar dos investimentos públicos em infraestrutura e de um certo dinamismo do setor privado nacional. Na América Latina, países como Chile, Panamá, Uruguai e Costa Rica estão melhores preparados para enfrentar o mundo digital que o Brasil. “Apesar desse progresso, a tradução dessa maior cobertura em impactos econômicos em inovação e competitividade está estagnada”, alerta o documento. Um dos motivos é a “qualidade do sistema educacional, que aparentemente

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Mercadante prevê salto na escolarização

O ministro da Educação, Aloízio Mercadante, disse que a obrigatoriedade de todas as crianças a partir dos 4 anos estarem matriculadas na educação infantil, até 2016, será decisiva para viabilizar um salto no processo de escolarização, especialmente para as crianças pobres. Antes a obrigatoriedade para matrícula das crianças era a partir dos 6 anos. Incluída na Lei de Diretrizes e Bases na última sexta-feira (5), a mudança estava prevista em emenda constitucional aprovada em 2009. “O Brasil passou de 9,4% das crianças nas creches em 2000 para 23,6% hoje. Colocamos mais de 1 milhão de crianças na creche nas últimas décadas. Porém, quando olhamos os 20% mais pobres, só 12% estão nas creches”, disse o ministro ao participar hoje (10) de audiência pública na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados. Ele ressaltou que a presença das crianças desta faixa etária na educação infantil atende a uma exigência pedagógica fundamental para o aprendizado e a posterior alfabetização. “Educação infantil, creche, não se dirigem só a resolver um problema das mães e pais para ir trabalhar. A creche é uma exigência pedagógica absolutamente estratégica”, disse. Aloízio Mercadante relatou que estudos mostram que adultos que frequentaram unidades de educação infantil têm menor

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Mercadante prevê salto na escolarização

O ministro da Educação, Aloízio Mercadante, disse que a obrigatoriedade de todas as crianças a partir dos 4 anos estarem matriculadas na educação infantil, até 2016, será decisiva para viabilizar um salto no processo de escolarização, especialmente para as crianças pobres. Antes a obrigatoriedade para matrícula das crianças era a partir dos 6 anos. Incluída na Lei de Diretrizes e Bases na última sexta-feira (5), a mudança estava prevista em emenda constitucional aprovada em 2009. “O Brasil passou de 9,4% das crianças nas creches em 2000 para 23,6% hoje. Colocamos mais de 1 milhão de crianças na creche nas últimas décadas. Porém, quando olhamos os 20% mais pobres, só 12% estão nas creches”, disse o ministro ao participar hoje (10) de audiência pública na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados. Ele ressaltou que a presença das crianças desta faixa etária na educação infantil atende a uma exigência pedagógica fundamental para o aprendizado e a posterior alfabetização. “Educação infantil, creche, não se dirigem só a resolver um problema das mães e pais para ir trabalhar. A creche é uma exigência pedagógica absolutamente estratégica”, disse. Aloízio Mercadante relatou que estudos mostram que adultos que frequentaram unidades de educação infantil têm menor

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