Após 21 anos, alunos de São Paulo terão lição de casa, nota e boletim

  O prefeito Fernando Haddad (PT) e o secretário de Educação César Callegari (PSB) apresentam, na manhã desta quinta-feira (15), um novo programa para a rede municipal de ensino. Chamado `Mais Educação São Paulo`, o pacote de iniciativas faz clara referência ao programa de ensino integral do governo federal criado por Haddad enquanto ministro. As escolas públicas municipais terão um novo regimento geral que mudará a rotina dos estudantes e professores: provas a cada dois meses (bimestrais), lição de casa, notas de 0 a 10 e boletim que poderá ser consultado pelos pais na internet.   `[O programa] procura resgatar ideias boas e velhas e [acrescentar] ideias boas e novas`, afirmou o prefeito Fernando Haddad. `[É uma] combinação virtuosa, com resgate de uma escola que passou por um suposto processo de modernização.` Segundo diagnóstico da Prefeitura, apenas 34% dos alunos apresentam conhecimento adequado ou avançado em português e 27% em matemática. Na 8ª série, 23% está com nível adequado e avançado em português e 10% apresenta esse resultado em matemática. As mudanças passam a valer a partir de 2014 e o texto está sob consulta pública (com recebimento de sugestões de mudança) até o dia 15 de setembro. Há 21

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Mais de 89% das escolas públicas fizeram a escolha do livro didático

Mais de 89% das escolas públicas com turmas dos anos finais do ensino fundamental escolheram os livros didáticos que serão usados por seus alunos a partir de 2014. No total, 45.174 unidades de ensino efetivaram a escolha no período da seleção, que terminou ontem, dia 12. Apenas 5.447 escolas (10,76%) não escolheram as obras e devem receber os livros mais selecionados na respectiva região. O percentual de escolas com escolha efetivada ultrapassou 95% em cinco unidades da Federação: Distrito Federal (96,72%), Paraná (96,31%), Espírito Santo (96,07%), Mato Grosso do Sul (95,82%) e Ceará (95,77%). Por sua vez, os estados com menor percentagem foram Amapá (48,21%), Roraima (63,94%) e Amazonas (70,41%). Professores, diretores e coordenadores pedagógicos tiveram prazo de 2 a 12 de agosto para fazer a escolha no Sistema de Material Didático do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), disponível em www.fnde.gov.br. Foram selecionadas obras destinadas a alunos e professores do 6º ao 9º ano do ensino fundamental de todas as disciplinas: português, matemática, história, geografia, ciências e língua estrangeira (inglês ou espanhol). O FNDE vai agora estratificar os pedidos feitos pelas escolas para negociar a aquisição das obras com as editoras. A previsão do Programa Nacional do Livro

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Em dia de mobilização nacional, entidades pedem recursos do petróleo para educação e saúde

No Dia Nacional de Mobilização em Defesa da Educação – promovido por diversas entidades ligadas ao setor – movimentos sociais, estudantes, professores e trabalhadores da área vão às ruas, em todo o país, pedir a destinação dos recursos do petróleo para educação e saúde. Eles defendem a aprovação do substitutivo apresentando pelo deputado André Figueiredo (PDT-CE) e já aprovado na primeira votação na Câmara. O texto foi aprovado pela Câmara e encaminhado ao Senado, onde sofreu modificações e agora retornou à Casa. O texto de Figueiredo propõe que 75% dos royalties do petróleo sejam destinados à educação e 25%, à saúde. No Senado, essa parte da proposta foi mantida. A principal diferença entre os textos da Câmara e do Senado está no uso dos recursos do Fundo Social. O texto do Senado determina a aplicação obrigatória de 50% dos rendimentos do fundo em saúde e educação, já o da Câmara prevê que metade das verbas totais do fundo seja investida nos setores. A conclusão da votação do projeto de lei que destina os recursos dos royalties do petróleo para a educação e saúde é uma das prioridades da Câmara esta semana. Concluída a votação, o projeto será encaminhado à sanção

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A Retomada do Instituto Pró-Livro

Em carta aberta aos editores, distribuidores e livreiros, o Instituto Pró-Livro chama a cadeia produtiva para voltar a contribuir com as ações do Instituto. Na carta, o instituto afirma que, depois da retomada do debate sobre a contribuição compulsória de 1% em 2011, sofreu uma “redução significativa das contribuições voluntárias e passou a ser mantido pelas entidades do livro”.   Com as mudanças ministeriais no ano passado e maior proximidade com o MinC, sobretudo via PNLL, “será importante que a cadeia produtiva patrocine as ações do Instituto. Essa é a grande motivação desta retomada e chamada para que se associem e contribuam com projetos do IPL”.  A entidade propõe então a discussão de uma contrapartida à contribuição, com a divulgação dos associados em sites e projetos do IPL. O IPL sugeriu também os seguintes valores de contribuição voluntária: A. Associados contribuintes: R$ 200,00/mês B. Associados apoiadores: R$ 500,00/mês C. Associados Mantenedores: R$ 3.000,00/mês.

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Cidades com educação pior têm maior população jovem

O Atlas de Desenvolvimento Humano no Brasil 2013, lançado na semana passada, mostra que os municípios com piores indicadores em educação têm, proporcionalmente, o dobro de crianças e adolescentes do que os com os melhores índices. Nas cidades mais bem colocadas no quesito educacional do Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) apenas um quarto da população tem até 19 anos enquanto nos últimos lugares mais da metade da população está nesta faixa etária. A educação é no Brasil o fator mais atrasado dos três que compõem o índice feito pela Organização das Nações Unidas. Na média, os municípios brasileiros chegam a 0,637 em uma escala de zero a um. Os outros dois quesitos são Longevidade, em que a média é 0,816 e Renda, com 0,739. Apesar disso, o índice feito a cada 10 anos mostra um salto grande em duas décadas. Em 1991, a média das cidades era de apenas 0,278. Atualmente, apenas cinco dos 5.565 municípios estão abaixo deste patamar. O cruzamento de dados do Atlas por cidade – também lançado a cada 10 anos – mostra que há um agravante nestas cidades. Além de terem os piores indicadores, elas estão entre as com maior população em idade escolar.

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Mais da metade das escolas públicas ainda não escolheram livros didáticos

Mais da metade das escolas públicas ainda não escolheram os livros didáticos que serão usados pelos estudantes do 6º ao 9º ano do ensino fundamental no ano que vem. O prazo para a escolha vai até a próxima segunda-feira (12) pela internet. Segundo o último levantamento do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), até a última quinta-feira (8), 32.119 escolas, que correspondem a 63% dos centros de ensino ainda não selecionaram as obras que vão usar.   A escolha deve ser feita pelos professores, diretores e coordenadores pedagógicos. Eles deverão selecionar livros para todas as disciplinas: português, matemática, história, geografia, ciências e língua estrangeira (inglês ou espanhol). Para ajudar, uma lista com todas as obras está disponível também no portal do FNDE (www.fnde.gov.br). O Guia de Livros Didáticos 2014 traz resumos e informações de cada uma das obras selecionadas para o Programa Nacional do Livro Didático (PNLD). Os professores podem indicar os livros mais adequados ao projeto de ensino de cada escola. O FNDE disponibiliza ainda uma série de documentos de apoio, como orientações para a escolha, compromissos da escola e normas de conduta. Os representantes das escolas podem escolher duas opções para cada disciplina, de editoras diferentes. Caso

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Livro didático Escolha de obras para os anos finais deve ser feita até dia 12

Professores, diretores e coordenadores pedagógicos têm até segunda-feira, 12, para indicar on-line os livros didáticos para os alunos dos anos finais do ensino fundamental a partir de 2014. Serão selecionadas obras de português, matemática, história, geografia, ciências e língua estrangeira (inglês ou espanhol).   Os responsáveis pela escolha devem fazer duas opções, de editoras diferentes. Caso não seja possível negociar os livros com a editora da primeira opção, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) tentará adquirir as obras da segunda.   Para ajudar na escolha, está disponível o Guia de Livros Didáticos para 2014, com resumos e informações sobre as obras selecionadas para o Programa Nacional do Livro Didático (PNLD). Ao consultar o guia, os professores podem indicar os livros adequados ao projeto de ensino de cada escola.   O FNDE prevê a aquisição de quase 90 milhões de exemplares para aproximadamente 13 milhões de estudantes. Os livros serão confeccionados com material resistente para ser usados por três anos consecutivos e servir a mais de um aluno.  

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Pesquisa: excesso de disciplinas no ensino médio contribui para evasão

A evasão no ensino médio se tornou um grande problema em todo o Brasil. Entre as explicações para isto, a partir da opinião dos próprios estudantes, está o excesso de disciplinas na grade curricular. O assunto foi discutido na última terça, dia 6, no Encontro Internacional de Educação Salamundo 2013, realizado em Curitiba (PR), pelos pesquisadores Tufi Machado e Mariana Calife, da Universidade Federal de Juiz de Fora, de Minas Gerais. Eles apresentaram os resultados de uma pesquisa sobre a evasão nesta etapa do ensino feita entre 2009 e 2010 em escolas públicas mineiras. Os dois pesquisadores ouviram estudantes do ensino médio sobre os motivos para frequentarem a escola. Entre as principais respostas eles ouviram que os alunos eram forçados pelos pais ou viam os estudos como obrigação. Parte dos entrevistados comentou que não gostava do ensino médio porque acreditava que nem a metade do que estudava serviria para alguma coisa no restante da vida, além da grande quantidade de disciplinas. Para melhorar essa etapa, os estudantes sugeriram mais inovação dentro da sala de aula, conteúdo mais atraente e menos matérias. `Uma das principais causas para o abandono é a necessidade de trabalhar. O ensino médio se torna penoso demais`,

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MEC vai dar bolsa a 100 mil alunos do ensino médio

O Ministro da Educação, Aloizio Mercadante, afirmou na última terça-feira, 6, que o programa para estimular alunos do ensino médio a cursar licenciatura em ciências deve dar bolsas a 100 mil estudantes. `Estamos começando com 100 mil alunos do ensino médio. Vamos dar uma bolsa para estimular a vocação em ciências`, disse ele, durante o Sala Mundo, evento de educação em Curitiba. As bolsas fazem parte dos esforços para fortalecer o ensino médio, cujo projeto final deve ser anunciado pelo MEC em breve. Segundo Mercadante, será oferecida uma bolsa de R$ 150 ao aluno interessado, além de um professor tutor para acompanhá-lo nos estudos. `Nós damos bolsas para o aluno que passa em Olimpíadas de Matemática quando ele vai para a universidade, mas não no ensino médio, e queremos começar a fazer isso. Vamos dar prioridade para criar uma massa crítica de professores no futuro.` O País tem um déficit de professores nas áreas de exatas e biológicas. Mercadante também falou sobre o programa Mais Educação. Segundo ele, a prioridade do programa, que destina verbas a escolas municipais, estaduais e federais para criação de jornada integral, será nas matérias de português, matemática e ciência durante as 7 horas diárias de

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