FNDE avalia execução dos programas do livro na Bahia

Para dar continuidade aos trabalhos de monitoramento e avaliação das atividades de incentivo à leitura e aprendizado na rede pública de ensino do país, técnicas do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) estão na Bahia, nesta semana, para verificar a execução do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) e do Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE). Até sexta-feira, 30, a equipe irá visitar escolas estaduais e municipais de Salvador para conhecer a realidade local e checar se as unidades estão atuando conforme o previsto. Durante as visitas, a equipe esclarece dúvidas sobre os procedimentos adequados ao cumprimento das ações e ouve sugestões e críticas dos gestores municipais e estaduais. Além de orientar novos planos de ação do FNDE, o monitoramento também colabora para a troca de experiências e gera oportunidade de aprimoramento das atividades de distribuição, remanejamento, devolução e conservação das obras. Os profissionais que atuam na execução dos dois programas na região ainda receberão um curso de capacitação. As palestras, que serão ministradas no dia 29, irão abordar temas como a sistemática de distribuição, reserva técnica e normas gerais de implantação. O PNLD visa garantir o acesso de alunos de escolas públicas a livros didáticos e obras literárias,

Ler mais

Envolvimento de toda a escola determina sucesso de Um Computador por Aluno

As experiências bem-sucedidas do projeto Um Computador por Aluno têm, pelo menos, alguns pontos em comum. O primeiro é terem sido abraçadas por todos os envolvidos no processo: alunos, professores, coordenadores, diretores, secretários, prefeitos. Depois, a transformação do programa em política pública local aparece como ponto crucial para o sucesso da iniciativa nesses estados e municípios. Na avaliação do professor Gilberto Lacerda, do Departamento de Métodos e Técnicas da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (UnB), só quando diferentes esferas administrativas são envolvidas em um processo como esse há chances de sucesso. “Se um novo prefeito não se interessa pelo projeto vai tudo por água abaixo. As experiências que funcionaram têm esse apoio”, comenta.   Maria Helena Cautiero Horta Jardim, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e coordenadora educacional do Projeto Piraí Digital, do município de Piraí (RJ), concorda. “O UCA é realidade no município, com problemas e soluções, natural em qualquer projeto. É uma ação de sucesso e o segredo é que ele sempre foi tratado como política pública, um projeto de governo e não de uma única secretaria”, pondera. Nessa integração, parcerias estratégicas entre universidades, diferentes esferas de governo e empresas foram estabelecidas para

Ler mais

Tecnologia avança na sala de aula, mas falta material didático adequado

O desenvolvimento de materiais didáticos digitais não tem acompanhado a criação e a adaptação de ferramentas tecnológicas para as salas de aula. Computadores deram lugar a notebooks, já em substituição por tablets, mas a disponibilidade de conteúdos didáticos não cresce na mesma velocidade, nem aproveita todo o potencial das ferramentas. A carência de materiais adequados a todas essas ferramentas é considerada outro entrave para o aproveitamento total das tecnologias em sala de aula. A constatação, do próprio Ministério da Educação, fez com que o governo federal decidisse investir na produção de conteúdos educacionais digitais. Segundo Mônica Gardelli Franco, diretora de Formulação de Conteúdos Educacionais do Ministério da Educação, responsável pela área, há um esforço para integrar todos os conteúdos já produzidos pelo ministério e outros ainda em produção a todas as ferramentas disponíveis. Nessa lista, está o conteúdo preparado para projetos como TV Escola, Portal do Professor, Revista Escola, e-Proinfo e Sala do Professor. “Estamos trabalhando com o objetivo de produzir conteúdo para qualquer plataforma, não só TV, computador ou tablet. Nosso esforço é produzir um aplicativo para acessar esse conteúdo em qualquer equipamento, inclusive em smartTV, aplicativos para tablets e celulares”, conta. Esses materiais estão divididos em quatro temas:

Ler mais

Professor é chave para o sucesso no uso de tecnologia na sala de aula

O uso das tecnologias em sala de aula – considerado um caminho sem volta por especialistas em educação – depende essencialmente dos professores para dar certo. Por isso, eles se tornaram o grande alvo dos programas atuais do Ministério da Educação para promover o aproveitamento de ferramentas tecnológicas nas escolas. Das primeiras experiências com a distribuição de laboratórios de informática à mudança de estratégia depois do projeto piloto do Um Computador por Aluno, a formação de professores para o tema não perdeu força. O Programa Nacional de Tecnologia Educacional (Proinfo), que centraliza as estratégias do governo federal na área, capacitou 644.983 docentes desde 2008. De acordo com o Ministério da Educação, todos os cursos solicitados por estados e municípios para capacitação de educadores para o uso de tecnologias em sala de aula continuam sendo financiados. Só este ano, a expectativa é de que 4,9 mil professores façam os cursos, ministrados em 845 Núcleos de Tecnologia Educacional estaduais. As experiências – bem sucedidas ou não – mostraram que, se o professor não se apropriar das tecnologias e perceber os ganhos reais para a prática pedagógica com as ferramentas, elas se tornam apenas um amontoado de caixas nas escolas. Para o professor

Ler mais

Ministro leva à Câmara desafios do ensino médio e planos de reformulação

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, participou na última quarta-feira, 21, de audiência pública a convite da Comissão Especial de Reformulação do Ensino Médio, na Câmara dos Deputados. Aos parlamentares presentes, o ministro apresentou os principais desafios do ensino médio, além de iniciativas que o Ministério da Educação vem desenvolvendo para garantir maior permanência dos estudantes nesta etapa. Para Mercadante, o ensino médio é uma fase que necessita de maior atenção. Entre as ações em debate para a reformulação do ensino médio estão: um redesenho curricular para que as disciplinas sejam mais integradas entre si; maior investimento em escolas em tempo integral; ampliação do ensino médio profissional, e bolsas de estudo e pesquisa para estimular jovens com vocação em ciência em licenciatura. O ministro também comentou um programa para estimular a ida de professores ao interior do país, principalmente municípios no Nordeste e Norte que apresentam carência de profissionais. “É uma contribuição do governo federal com os municípios que têm baixo Ideb, baixo IDH e principalmente onde não temos hoje professores de matemática, física, química, inglês – que são as maiores carências”, salientou Mercadante, referindo-se aos índices de desenvolvimento da educação básica e desenvolvimento humano. No entanto, o ministro ressaltou

Ler mais

São Paulo recebe monitoramento dos programas do livro

Técnicos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) promovem monitoramento dos programas do livro em escolas públicas municipais e estaduais na cidade de São Paulo. A ação, que teve início na segunda-feira, dia 12, objetiva verificar e aprimorar a gestão do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) e do Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE) na capital paulista. Durante as visitas às unidades de ensino, os técnicos vão conferir os procedimentos de distribuição, conservação, devolução e remanejamento dos livros do PNLD, além de esclarecer dúvidas de dirigentes escolares, professores e servidores das bibliotecas.   Também haverá reuniões com gestores estaduais e municipais de educação e visitas aos espaços destinados ao armazenamento dos livros das reservas técnicas do estado e da capital. O Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) visa prover as escolas públicas de ensino fundamental e médio com livros didáticos, dicionários e obras complementares de qualidade. O programa também atende alunos da educação de jovens e adultos das redes públicas de ensino e das entidades parceiras do Programa Brasil Alfabetizado. O Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE) busca fomentar a leitura e democratizar o acesso às fontes de informação, além de atuar no desenvolvimento profissional do professor. Para

Ler mais

Dinheiro dos royalties não será suficiente para cumprir Plano Nacional da Educação, diz especialista

O dinheiro dos royalties não será suficiente para cumprir as metas do Plano Nacional da Educação (PNE), ainda em tramitação no Senado Federal. Pelos cálculos do consultor Paulo César Ribeiro Lima, da Consultoria de Recursos Minerais, Hídricos e Energéticos da Câmara dos Deputados, o setor deve receber nos próximos dez anos em torno de R$ 134 bilhões. O valor é insuficiente para atingir os 10% do Produto Interno Bruto (PIB), previstos no PNE como necessários para que as metas que abarcam desde a educação básica à superior, sejam cumpridas. A projeção de Paulo César Lima é mais otimista que os cálculos da presidenta Dilma Rousseff. Ela disse que os recursos do pré-sal para a educação e saúde chegarão a R$ 112 bilhões em dez anos. Lima calcula que, para os dois setores, serão destinados R$ 179 bilhões. `Considerando o PIB de R$ 4,4 trilhões [valor de 2012], 10% dariam R$ 440 bilhões. Não chegaremos nos 10%, nem pensar!`, diz Lima. Atualmente, o Brasil investe na educação pública cerca de R$ 233,4 bilhões, o que representa 5,3% do PIB – de acordo com os últimos dados do Ministério da Educação (MEC) referentes a 2011. Segundo o coordenador da Campanha Nacional pelo

Ler mais

Reitores reafirmam o papel dos institutos federais

As prerrogativas legais e as atribuições dos institutos federais de educação, ciência e tecnologia foram reiteradas pelos reitores durante a 35ª Reunião Ordinária do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif), realizada de 6 a 8 de agosto em Natal (RN). Os debates resultaram na aprovação de um manifesto em defesa da institucionalidade da Rede. Ofícios com o posicionamento dos reitores foram enviados à presidente da República, Dilma Rousseff; ao ministro da Educação, Aloizio Mercadante; ao secretário de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação, Marco Antônio de Oliveira; e à presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Helena Nader.   Manifesto dos reitores dos Institutos Federais Se existe uma configuração de instituição que dialoga com a diversidade do povo brasileiro, esta se revela nos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, criadas pela Lei no 11.892/2008. Dotados de uma autonomia pedagógica e de gestão, essas instituições ofertam cursos em todos os níveis da educação profissional e tecnológica. Sem perder a sua identidade de formar jovens e adultos para o mundo do trabalho, os Institutos Federais, difundidos e enraizados

Ler mais

Câmara conclui votação e projeto dos royalties segue para sanção presidencial

A Câmara dos Deputados concluiu a votação do projeto de lei que destina 75% dos recursos oriundos dos royalties do petróleo para a educação e 25% para a saúde. O projeto segue agora para sanção presidencial. Nas votações dos destaques, o plenário aprovou simbolicamente o destaque do PMDB que retirou do texto a regra que estabelecia em 60% o mínimo de óleo excedente que caberia à União nos contratos de exploração de petróleo da camada pré-sal no regime de partilha. Os demais destaques que pretendiam retomar o texto aprovado pelo Senado foram rejeitados.  A conclusão da votação do projeto de lei dos royalties foi possível em função de acordos feitos entre as lideranças partidárias e os ministros da Educação, Aloizio Mercadante, e das Relações Institucionais, Ideli Salvatti. Pelo acordo firmado e aprovado no inicio da noite no plenário, foi mantido basicamente o texto aprovado anteriormente pelos deputados. Pelo texto que segue à sanção presidencial, os recursos dos royalties do petróleo serão divididos na proporção de 75% para a educação e 25% para a saúde. Em relação ao Fundo Social do Pré-Sal, ficou estabelecido que 50% do total dos recursos serão destinados à educação e saúde, na mesma proporção dos recursos

Ler mais
Menu de acessibilidade