Secretaria de Educação Básica e FNDE convocam reunião

A Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação e o FNDE publicaram na última quarta-feira, 18, o convite a editores e autores de livros didáticos para uma reunião sobre as perspectivas para o Edital de Convocação para o Processo de Inscrição e Avaliação de Obras Didáticas para o Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) 2016 – dos anos iniciais do ensino fundamental.     A reunião acontecerá no auditório do FNDE, em Brasília (Setor Bancário Sul – Quadra 2 – Bloco F – 1º subsolo), e será aberta a todos os autores e editores de livros didáticos. Os interessados poderão encaminhar até hoje, 19/09, contribuições e/ou pedidos de esclarecimentos relativos ao PNLD 2016, para o email cogeam@mec.gov.br, com a devida identificação no e-mail. Para mais informações clique aqui.

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Apoio às Bibliotecas Comunitárias

A Fundação Biblioteca Nacional (FBN), vinculada ao Ministério da Cultura (MinC), abriu o Edital de Apoio às Bibliotecas Comunitárias e Pontos de Leitura – 2013. A chamada pública foi divulgada no Diário Oficial da União de 17/9 (seção 3, página 16). As inscrições estão abertas a partir do dia 18 de setembro e vão até 17 de outubro.   O objetivo do concurso é ampliar o acesso à informação, à leitura e ao livro por meio da modernização e qualificação de espaços e serviços das bibliotecas comunitárias e pontos de leitura. Serão premiadas cem propostas e cada uma delas vai receber o valor bruto de R$ 32 mil. Podem participar do edital pessoas físicas e pessoas jurídicas, de direito privado, sem fins lucrativos, de natureza cultural, representantes de bibliotecas comunitárias e/ou pontos de leitura. Cada proposta deverá se enquadrar em um dos seis eixos que compõem o edital: Ação Cultural; Aquisição de Bens; Serviços; Formação de pessoal; Mobilização; Manutenção. Leia o edital na íntegra.

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Nove em cada dez brasileiros acham que escola integral é necessária

Uma pesquisa nacional feita pelo Datafolha revelou que nove em cada dez brasileiros consideram escola em período integral necessária para a educação das crianças. O levantamento, feito com 2.060 pessoas, tem margem de erro de dois pontos. Apesar da grande aceitação, mais de 1/3 dos entrevistados desconhece educação integral: ao todo, 36,3% nunca tinham ouvido falar nessa modalidade. As informações são do jornal Folha de S.Paulo. O Datafolha definiu `educação integral` como `escolas em que os alunos ficam mais horas por dia, com atividades diversificadas`. Apesar de estar prevista no PME (Programa Mais Educação), de 2007, a escola integral é rara no País – a maioria das escolas tem dois turnos. Espontaneamente, parte dos entrevistados faz associação do estudo integral com melhora da educação (34%), ocupação do tempo livre (30%) e redução de criminalidade e de violência (23%).  

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MEC lança programa para incentivar estudo de matemática, física, química e biologia

Com a oferta inicial de 30 mil bolsas em 2014, o Ministério da Educação lançou na última quarta-feira, 19, o Programa Quero Ser Cientista, Quero Ser Professor para incentivar nas escolas públicas o estudo de disciplinas como matemática, física, química e biologia. O valor repassado aos estudantes de ensino médio será R$ 150. As bolsas serão concedidas a partir de fevereiro de 2014.   O programa será voltado principalmente aos estudantes do Programa Ensino Médio Inovador, que são aquelas com jornada de ensino ampliada. A ideia é que as atividades sejam consolidadas nas três horas do contraturno. Alunos matriculados nos anos finais do ensino fundamental que se destaquem também poderão participar. Terão prioridade ainda estudantes premiados em olimpíadas científicas. Um dos objetivos do programa é reduzir o déficit de cerca de 170 mil docentes na rede pública nessas áreas, de acordo com o ministro da Educação, Aloizio Mercadante.   “A matemática, física e química precisam de estímulo específico, e o programa é para tentar construir esse estímulo desde o ensino médio, com o objetivo de despertar o interesse pelas ciências para, no futuro, quem sabe, serem professores dessas disciplinas”, explicou. A participação dos estudantes será estimulada em atividades de monitoria, pesquisa científica e

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Experiências pedagógicas devem ser inscritas até 30 de outubro

Professores da educação básica que tenham desenvolvido experiências pedagógicas bem-sucedidas nas escolas podem participar do 7º Prêmio Professores do Brasil, promovido pelo Ministério da Educação. As inscrições estão abertas até 30 de outubro. Nesta edição, serão selecionados até 40 trabalhos, oito por região do país.   Para incentivar os educadores a participar do prêmio, o coordenador-geral de tecnologias da educação da Secretaria de Educação Básica (SEB) do MEC, Maurício de Almeida Prado, esclarece que a experiência não precisa ser inédita ou inovadora, mas deve estar bem fundamentada, ser bem executada, bem-sucedida e ter produzido impacto na aprendizagem. “É esse tipo de projeto que o ministério quer conhecer, avaliar e premiar”, explica o coordenador. Até terça-feira, 17, 301 educadores tinham feito inscrição. A expectativa do MEC é ultrapassar três mil participantes.   Os autores dos trabalhos receberão R$ 6 mil, troféus e certificados. Os primeiros colocados em cada uma das oito subcategorias, que serão conhecidos apenas no dia da premiação, terão um adicional de R$ 5 mil. As escolas em que foram desenvolvidas as experiências vencedoras ganharão placa comemorativa.   Podem concorrer ao prêmio professores em exercício nos sistemas públicos de ensino e em instituições comunitárias, filantrópicas e confessionais que mantenham

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Presidente do TCU: dinheiro na educação é muito mal aplicado

O dinheiro público na área da educação é muito mal aplicado no Brasil, afirmou na última terça-feira, 17,  o presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), ministro Augusto Nardes, com base em uma auditoria cujos resultados serão divulgados em novembro.   `Existem escolas que, com as mesmas condições de outras, conseguem apresentar excelentes resultados. Foi o que vimos no interior do Piauí, em uma escola rural que teve todos os alunos aprovados no vestibular em 2010, mesmo sem a estrutura de uma grande cidade`, disse Nardes, ao participar do seminário Diálogo Público para a Melhoria da Governança Pública, na Escola da Magistratura do Rio de Janeiro. `A questão está na boa orientação dos professores, e queremos avaliar isso`, acrescentou.  O ministro explicou que a auditoria sobre educação faz parte de um novo modelo de fiscalização do TCU, em conjunto com os demais tribunais de Contas, para apontar gargalos da administração pública e caminhos para os governos. Amanhã, Nardes vai apresentar à presidente Dilma Rousseff projetos preventivos e propor parcerias com o Executivo na busca de boas práticas de governança. `O (órgão de) controle pode ser parceiro da administração pública. Depois que acontecem a corrupção, o desvio, o superfaturamento, é muito

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O desafio da classe digital

Embora a tecnologia esteja disseminada fora da escola, aplicá-la em sala de aula ainda é um desafio para os educadores. Mesmo em São Paulo, a maior cidade da América do Sul, são poucos os colégios que aplicam – com planejamento, seleção adequada de materiais e capacitação de professores – recursos digitais além do uso simples de computador e iPad.   `Infelizmente, o uso da tecnologia com qualidade em sala de aula ainda é pequeno. Isso acontece por dois motivos principais: o primeiro, a falta de capacitação dos professores para utilização das tecnologias digitais; segundo, a falta de infraestrutura tecnológica adequada nas escolas, como Wi-fi de qualidade`, explica Martha Gabriel, pesquisadora em tecnologias da educação e autora do livro Educ@r – A Revolução Digital na Educação.   Para Martha, a falta de treinamento é, entre os dois fatores, o maior gargalo. `Professores capacitados superaram infraestrutura deficiente, mas nenhuma infra, por melhor que seja, é usada – e bem aproveitada – sem capacitação.   Segundo ela, embora o uso da tecnologia ainda parte mais da ação individual do professor do que das escolas, as instituições estão se mobilizando, no Brasil e no exterior, para abraçar o digital não apenas na sala, mas

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Secretário de Educação Básica do MEC destaca conquistas do setor

Em entrevista à Agência Brasil, o secretário de Educação Básica do Ministério da Educação (MEC), Romeu Caputo, destacou a importância dos recursos dos royalties do petróleo para o setor e ressaltou que é preciso reconhecer os esforços e as conquistas dos últimos anos.   `O governo federal tem ampliado as fontes de financiamento que fizeram com que de um ponto de partida de um orçamento de R$ 19 bilhões, o setor tivesse hoje quase R$ 100 bilhões`, disse. Caputo falou sobre a importância do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) para combater a desigualdade entre estados e municípios.   `Tínhamos um investimento baixíssimo em alguns estados da Federação. O Fundeb reduz de forma significativa essa desigualdade`. Criado em 2006 para substituir o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef), o Fundeb se insere no âmbito estadual e é formado a partir de recursos provenientes dos impostos e transferências de estados, do Distrito Federal e de municípios, além de uma complementação federal, quando o valor da arrecadação não atinge o investimento mínimo por aluno estabelecido nacionalmente. Segundo o secretário, a complementação da União até

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Apesar de mais altos, investimentos em educação ainda são mal distribuídos, aponta OCDE

Os investimentos totais em educação no Brasil em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) passaram de 5,8% para 6,1%, de 2010 para 2011. No mesmo período, as aplicações diretas – excluídos financiamentos e pagamento de bolsas, passaram de 5,1% para 5,3%. O último relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) mostra que, em relação a outros países, em 2010, o Brasil ultrapassou a Hungria (4,6%), a Itália (4,7%) e equiparou-se à Suíça (5,6%). As porcentagens, no entanto, escondem os valores reais e a má distribuição desses recursos no país.   O relatório da OCDE mostra que o Brasil aumentou significativamente o investimento de 2000 para 2010, mas ainda está abaixo da média dos países da organização, que é de 6,3% do PIB. A porcentagem significa que, por aluno de instituição pública, o país investe, por ano, US$ 2,96 mil.   Os países cuja proporção foi ultrapassada ou equiparada, investem mais em termos reais. A Hungria investe US$ 4,8 mil, a Itália US$ 7,83 mil e a Suíça, US$ 12,8 mil. Os números tiveram avanço em 2011. Segundo o Ministério da Educação (MEC), entre 2000 e 2011, o investimento público direto médio por estudante, consideradas a educação básica

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