Segundo relatório divulgado pelo Fórum Econômico Mundial, Brasil aparece na 88ª colocação no ranking
A educação brasileira, mais uma vez, está entre as piores do mundo. No Relatório de Capital Humano, divulgado pelo Fórum Econômico Mundial (WEF, na sigla em inglês) em outubro, o Brasil aparece na 88ª colocação no ranking, entre 122 países, quando se trata de educação. A situação alarmante não é novidade, mas desafia os governantes e a sociedade. Desde maio deste ano, a Gestão Educacional está publicando a série de reportagens Por uma Educação de futuro (veja mais sobre a série clicando aqui), com os objetivos de apontar os problemas e também indicar as possíveis soluções. Nas últimas seis edições, ao abordar temas relevantes para o setor, as matérias apresentaram iniciativas que provam que o esforço conjunto pode resultar em educação de qualidade. “Educação, para ser de qualidade, primeiramente tem que ser para todos; além disso, precisa dar conta dos objetivos fundamentais da nação brasileira, baseados na construção de uma sociedade mais justa, mais fraterna, mais desenvolvida”, alerta José Fernandes de Lima, presidente do Conselho Nacional de Educação (CNE). E completa: “O primeiro passo é ter clareza do que entendemos por educação de qualidade”. Para o presidente do CNE, também é necessário ter muito bem definido