Especialistas sugerem melhorias em Base Nacional Comum que esqueceu capítulo sobre ensino de História
Diálogo entre disciplinas, espaço para regionalização, possibilidade de escolhas no ensino médio.
Diálogo entre disciplinas, espaço para regionalização, possibilidade de escolhas no ensino médio.
O Ministério da Educação divulgou nesta quarta a primeira versão para o currículo da educação básica no país. Nela, está definido que 60% do conteúdo a ser abordado em sala de aula, da educação infantil ao ensino médio.
No mês que vem, entra em vigor em Portugal uma atualização da Lei do Preço Fixo do Livro instituída no país em 1996.
“A Base Nacional Comum é a base sobre a qual podemos construir uma mudança significativa na educação”, disse o ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, durante a apresentação do documento de referência para discussão da base nacional curricular da educação básica, nesta quarta-feira, 16.
A ideia é usar a criatividade para inovar. Por isso, o Ministério da Educação lançou, no início deste mês, uma página específica na internet sobre inovação e criatividade na educação básica.
O ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, afirmou, nesta terça-feira (15), que os resultados da Avaliação Nacional de Alfabetização (ANA) “não são uma história de sucesso”.
Padronização com liberdade para regionalismos e diálogo com o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) foram metas do Ministério da Educação (MEC) na elaboração da proposta da Base Nacional Comum Curricular.
Educadores debateram ontem (15), no Rio, em sessão especial do Fórum Nacional do Instituto de Altos Estudos, a qualidade do ensino básico aplicado nas escolas do país.
Para que serve uma base curricular comum? Para elencar o conteúdo pedagógico que se pretende ensinar ao estudante ou, antes de mais nada, definir o perfil do estudante/cidadão que se pretende formar e só depois definir os meios para se alcançar esse objetivo?