Supremo recebe ação contra reforma do ensino médio proposta por Temer
A reforma do ensino médio apresentada pelo presidente Michel Temer (PMDB) na última quinta-feira (22) já virou alvo de uma ação judicial.
A reforma do ensino médio apresentada pelo presidente Michel Temer (PMDB) na última quinta-feira (22) já virou alvo de uma ação judicial.
A medida provisória também trouxe uma mudança que chamou a atenção: um dos artigos incluídos na LDB autoriza profissionais de outras áreas e especialistas “com notório saber” a darem aulas nas escolas do país. Segundo o governo, a medida ajudará a preencher lacunas na educação básica.
Em um evento marcado para celebrar os povos indígenas e sua importância para a literatura e cultura brasileiras, o Prêmio a Vapor anunciou, na noite desta segunda-feira (26), o vencedor da sua 12ª edição.
Brasília – O Ministério da Educação (MEC) vai publicar nesta semana uma série de portarias e resoluções que detalham pontos da reforma do ensino médio que ainda estão vagos ou precisando de regulamentação.
A socióloga Maria Alice Setubal é uma autoridade em educação e acompanha com lupa o que acontece com o ensino público no Brasil por meio do Centro de Estudos em Pesquisa e Educação (Cenpec).
É de justiça reconhecer que o governo de Michel Temer ousou ao comunicar, na quinta-feira passada, que a proposta de um novo ensino médio será feita por meio de Medida Provisória (MP).
As mudanças no ensino médio anunciadas pelo governo federal nesta quinta-feira (22) repercutiram entre os participantes da terceira edição do evento Educação 360, que começou nesta sexta-feira (23) e vai até este sábado (24), em Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio. O evento é promovido pelos jornais “O Globo” e “Extra”.
A reforma do ensino médio do governo de Michel Temer (PMDB) não apresenta inovações essenciais em relação a planos e diretrizes legais para a educação. No entanto, a medida provisória define prazos e, em tese, fundos que podem auxiliar a implementação de providências previstas no papel.
Parte do conteúdo previsto para o ensino médio nas discussões sobre a nova Base Nacional Comum Curricular será “adiantado” para os anos finais do ensino fundamental. A iniciativa, diz a secretária-executiva do Ministério da Educação, Maria Helena Guimarães de Castro, 69, facilitará a reformulação do ensino médio.