Saiba o que muda nas escolas com a nova Base Nacional Comum Curricular
Saiba o que muda nas escolas com a nova Base Nacional Comum Curricular.
Saiba o que muda nas escolas com a nova Base Nacional Comum Curricular.
Ilona Becskeházy, mestre em educação e pesquisadora de política educacional na Universidade de São Paulo, discute os pontos positivos e negativos da nova Base Nacional Comum Curricular, apresentada pelo MEC em 6 de abril de 2017.
A necessidade do ensino das línguas indígenas em todos os níveis da formação educacional é um dos alertas feitos pela linguista Bruna Franchetto, do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Para a autora do artigo Línguas Silenciadas, Novas Línguas, publicado no livro Povos Indígenas no Brasil 2011-2016, devem existir, no Brasil, em graus variados de vitalidade, em torno de 160 línguas indígenas, distribuídas em 40 famílias, duas macrofamílias (troncos) e uma dezena de línguas isoladas.
Veja o que influencia, quais são as ameaças e como promover um ambiente escolar que saiba lidar com as emoções dos estudantes. Dados são do Programa Internacional de Avaliação de Alunos.
Oito em cada dez estudantes brasileiros dizem sentir muita ansiedade para uma prova, mesmo quando se prepararam para ela. Os dados fazem parte de um questionário, com foco no “bem-estar” de estudantes de 15 anos, aplicado pelo Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa, na sigla em inglês), em 2015 em 72 países e divulgado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).
A Justiça do Rio derrubou nessa segunda-feira (17) uma lei municipal que proibia as escolas de Volta Redonda, no sul fluminense, de discutir questões relacionadas a gênero em sala de aula. A lei foi aprovada em junho de 2015 pela Câmara Municipal.
Em comunicado publicado hoje (13), relatorias especiais do Alto Comissariado de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) recomendam que o governo brasileiro tome atitudes necessárias para conduzir uma revisão dos projetos de lei (PLs) que tratam do Escola Sem Partido.
O desenvolvimento da leitura no Brasil será tema da audiência pública que a Comissão de Educação realiza nesta terça-feira (18), a pedido da deputada Pollyana Gama (PPS-SP). “A promoção de ações que promovam o hábito da leitura nos mais distintos ambientes de formação em nosso País compõe o rol de estratégias para constituição de nossa equidade social”, afirma a deputada. “Infelizmente, o Brasil ocupa o 59º lugar em leitura, segundo dados do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes de 2015”, lamenta.
Em simpósio voltado a gestores de escolas particulares, secretário de Educação Básica do MEC e outros debatedores afirmam que nova lei deve favorecer transformações do ponto de vista pedagógico e curricular.