Se há algo no Brasil com que temos que nos indignar é com a nossa profunda e persistente desigualdade. Somos, lamentavelmente, a décima nação mais desigual do mundo, à frente apenas de países como África do Sul, Haiti e nossos vizinhos Colômbia e Paraguai, de acordo com o Relatório do Desenvolvimento Humano (RDH), elaborado pelas Nações Unidas.
Um levantamento feito pela Fundação Lemann divulgado hoje revela um aspecto curioso e ao mesmo tempo preocupante da educação pública brasileira: alunos com menor nível socioeconômico (NSE), que dependeriam ainda mais de um ensino de qualidade para reduzir desigualdades, são aqueles que estão em escolas menos preparadas.
Há muito tempo a Finlândia é reconhecida pela qualidade de sua educação. Mas apesar de sempre figurar no topo dos rankings internacionais, o país passou a repensar seu modelo diante da era digital. Como parte disso, tem focado seus esforços tanto no ensino de habilidades quanto no de matérias.
O papa Francisco denunciou na última sexta-feira (9), que alguns países investem pouco na formação dos jovens, “elitizando a educação” e excluindo os mais pobres, durante a inauguração da sede romana da fundação “Scholas Occurrentes”.
Em virtude de problema nas agendas dos convidados, a Comissão de Educação cancelou audiência pública prevista para terça-feira (13) para discutir a educação na formação ética e de valores. O tema deve ser retomado em agosto.
O Ministério da Educação (MEC) decidiu, na última quinta (8), recolher 93 mil exemplares do livro “Enquanto o sono não vem”, destinado a escolas públicas de ensino fundamental, após uma polêmica envolvendo o conto “A triste história de Eredegalda”, que narra a saga de uma princesa que se recusa a casar com o rei, seu pai, e acaba trancafiada em uma torre.
O autor do livro `Enquanto o sono não vem` — recolhido pelo MEC na última quinta-feira (8) devido ao conto `A triste história de Eredegalda`, que aborda a temática do incesto —, José Mauro Brant, criticou a `demonização` da obra promovida por setores da sociedade.
O Ministério da Educação (MEC) busca um caminho de equilíbrio para respeitar as diversidades da sociedade brasileira, mas sem desagradar a determinados grupos, quando o assunto é a exclusão das expressões “orientação sexual” e “identidade de gênero” da Base Nacional Comum Curricular (BNCC).