Brasil está entre os que mais formam professores no mundo

Mesmo com salários bem abaixo da média mundial e condições de trabalho pouco favoráveis, as carreiras na área de educação são mais populares no Brasil do que na maioria dos países membros ou parceiros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Dados do relatório “Education at a Glance”, mostram que 20% dos brasileiros graduados em 2015 optaram por este campo de estudo, o dobro da média da OCDE. Dos 46 países pesquisados, apenas Costa Rica e Indonésia formam mais professores que o Brasil, com 22% e 28%, respectivamente.

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Técnico integrado facilita rotina do aluno

O despertador toca às 5 horas. Renata Marques, de 16 anos, sai de casa às 5h30 e pega metrô, trem e ônibus para ir do Grajaú ao Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) Ary Torres, em Santo Amaro, também na zona sul de São Paulo. Após as aulas do técnico em Eletroeletrônica, faz o caminho inverso e usa as tardes para rever o conteúdo. Divide a rotina de estudos com as matérias do 3.º ano da Escola Estadual Jardim Noronha 5, também na zona sul, que ela cursa à noite. “O tempo é muito curto, e tem tanta coisa.”

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Uso de nome social é autorizado na educação básica

O Conselho Nacional de Educação (CNE) aprovou, na terça-feira, de forma unânime o parecer que autoriza o uso de nome social nas escolas de educação básica. A partir da resolução, os colégios passarão a ter uma normatização sobre como devem proceder na utilização do nome social de travestis e transexuais. Mas, para isso, a medida ainda precisa ser homologada pelo Ministério da Educação (MEC).

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Múltiplos itinerários com aspectos regionais

As redes públicas e as escolas particulares terão autonomia para criar percursos que combinem vários conteúdos, não se limitando aos itinerários citados na lei – Linguagens, Matemática, Ciências da Natureza, Ciências Humanas e Ensino Profissional. “A gente espera que a escolha dos Estados seja sempre por itinerários integrados”, disse a diretora de Currículos e Educação Integral do Ministério da Educação (MEC), Teresa Pontual.

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‘Toda escola pode criar áreas porque tem professores’

Uma das principais mentes por trás da reforma do ensino médio, a secretária executiva do Ministério da Educação (MEC), Maria Helena Guimarães de Castro, quer que escolas públicas e particulares sejam capazes de criar especializações inovadoras. Ela afirma que os colégios não terão dificuldades para criar itinerários em áreas relacionadas às disciplinas já obrigatórias. O maior desafio, para ela, será oferecer o ensino técnico a mais alunos.

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Debate e diversos pontos em aberto

A reforma não está pronta. Agora, após a aprovação, muitos pontos têm de ser resolvidos para a implementação ser completa. O assunto é complexo e desperta muito interesse, tanto que lotou o auditório do Fórum Estadão – O Novo Ensino Médio, evento que reuniu representantes do Ministério da Educação (MEC), do Conselho Nacional de Educação (CNE) e especialistas.O primeiro painel, aberto pela secretária executiva do MEC, Maria Helena Guimarães de Castro, apresentou as principais mudanças.

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Novo e flexível ensino médio

A maior transformação na educação básica está prestes a começar. O ensino médio, atualmente com 13 disciplinas obrigatórias, passará a ter um currículo flexível e deixará quase metade da carga horária à escolha do aluno.

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