‘Liberdade é o principal ponto do Ministério da Educação’, diz número 2 da pasta

O principal ponto para orientar os trabalhos da nova equipe do Ministério da Educação (MEC) tem sido a busca pela “liberdade do cidadão”, segundo Luiz Antonio Tozi, secretário executivo da pasta. “Temos um consenso e o próprio presidente (Jair Bolsonaro) tem também colocado como prioridade o aprendizado, para que o jovem tenha liberdade e discernimento para ser o que quiser”, disse na manhã desta segunda-feira, 18, em São Paulo, durante a abertura do seminário “Prioridades para a Educação Básica”, promovido pelo Todos pela Educação.

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Sem mordaça ou sem partido? O que 2 deputadas propõem para escolas do país

Duas deputadas federais de `primeira viagem`, duas visões sobre a educação. As estreantes Bia Kicis (PSL) e Talíria Petrone (PSOL) são autoras de projetos de lei que discutem doutrinação em sala de aula. Enquanto Bia Kicis fala em instituir o programa Escola Sem Partido, Talíria Petrone defende o Escola Sem Mordaça, proposta que foi apresentada em conjunto com outras deputadas do PSOL.

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MEC realiza mudanças para aprimorar processo de educação

Um decreto publicado no Diário Oficial da União, em 2 de janeiro, determinou mudanças na estrutura e função de algumas secretarias do Ministério da Educação. Entre elas, estão as trocas de diretorias ligadas à Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi), que passou a se chamar Secretaria de Modalidades Especializadas de Educação (Semesp).

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Educação domiciliar reforça ideia errada sobre professores

Longe de mim ignorar as cerca de 5.000 famílias brasileiras que ensinam os filhos em casa. Se há brasileiros arremessados para a ilegalidade, é preciso criar um caminho para tirá-los de lá. Porém, essa deveria ser uma discussão dimensionada pelo tamanho do problema. Nada justifica um debate tão grande sobre educação domiciliar num país com 70 milhões de famílias. Ainda mais quando lembramos que a esmagadora maioria dessas pessoas não tem condições de transformar a sala de casa em uma sala de aula — seja por renda, tempo ou formação.

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Nova plataforma promete levar experiência imersiva a jovens leitores

Tem texto, é digital, mas não é um e-book comum. Tem áudio, mas também não é um audiolivro. Pode até ter animação, mas também não é um vídeo. O que é então? É um nexbook. Nextale, app que mistura texto a efeitos visuais e sonoros para uma leitura digital dinâmica, busca parceria com editoras para realizar projetos adotáveis por escolas. 

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Estudo destaca editores de livros infantis

Um trabalho de conclusão de curso (TCC) apresentado neste mês na Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP foi o tema da coluna Bibliomania, da professora Marisa Midori, que foi ao ar no dia 8 de fevereiro de 2019 pela Rádio USP (93,7 MHz). Intitulado Editores e Livros Infantis (1978-2018), o trabalho foi feito pela então aluna do curso de Editoração da ECA Isabella Mimura Sato, sob orientação do professor Edmir Perrotti.

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Educação midiática forma cidadão consciente, dizem especialistas

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) do ensino básico incluiu entre as competências que o aluno deve ter a leitura crítica da informação que recebe por jornais, revistas, internet e redes sociais. Especialistas avaliam que foi um avanço a inclusão da educação midiática na BNCC, pois a escola poderá dar instrumentos para que o estudante possa se tornar um consumidor e produtor de conteúdo responsável.

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