Expositores da 27ª Bienal do Livro de São Paulo registram movimento crescente de vendas e grande receptividade do público

Negócios à vista. Os corredores do Distrito Anhembi, onde acontece a 27ª. Bienal Internacional do Livro de São Paulo, se transformam num espaço de interatividade entre os 227 expositores, 3,5 milhões de livros e um público estimado em 600 mil pessoas, a ser recebido até o próximo domingo (15). E o melhor dos cenários, a audiência na feira já reflete nos resultados das editoras.

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Mais de 600 mil pessoas devem visitar Bienal do Livro de São Paulo

Mais de 600 mil visitantes são esperados na 27ª edição da Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que começou na sexta-feira (6) e vai até domingo (15), no Distrito Anhembi. Com o lema “Quem lê faz grandes amigos”, o evento tem a presença de 83 autores nacionais e 33 internacionais. Entre as novidades desta edição está o foco nos autores e na produção literária nacional.

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Projeto que prevê abordagem de feitos de mulheres no currículo escolar vai para sanção de Lula

Os currículos escolares passarão a destacar contribuições de mulheres nas áreas científica, social, artística, cultural, econômica e política. É o que determina o projeto de Lei 557/2020, que inclui obrigatoriamente abordagens femininas nos currículos escolares e também cria a Semana de Valorização de Mulheres que Fizeram História. O texto, aprovado na terça-feira (10) no Senado, segue agora para sanção do presidente Lula (PT).

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Bienal do Livro de São Paulo tem dia dedicado a discutir o papel e importância da mulher no mercado editorial

A terça-feira (10) no Papo de Mercado MVB – espaço oficial da 27ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo que conta com curadoria de Cassia Carrenho – foi dedicada a discutir a posição, relação e importância da mulher no mercado editorial. Com apoio do PublisHer, a programação focou novamente na parte prática, com o objetivo de fazer com que o público presente saísse com ideias e atitudes diferentes.

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Não falta apenas dinheiro para melhorar educação

A despesa anual média por aluno no ensino fundamental brasileiro (US$ 3.668) é um terço do gasto nos países avançados (US$ 11.914), como demonstrou o último relatório Visão Geral da Educação, divulgado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). De acordo com o relatório, há relação entre gastos na educação entre 6 e 15 anos e o desempenho nos testes de avaliação internacional — mas apenas até certo limite.

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Programa Brasil Alfabetizado é retomado com bolsas para educadores

O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), vai retomar o Programa Brasil Alfabetizado (PBA). A iniciativa faz parte das estratégias previstas no Pacto Nacional de Superação do Analfabetismo e Qualificação de Jovens e Adultos (Pacto EJA), política lançada pelo MEC em colaboração com os estados, os municípios e o Distrito Federal.

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Escolaridade obrigatória no Brasil é maior que média de países da OCDE

O Brasil tem escolaridade obrigatória mais longa que a média dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), mas ainda precisa incluir crianças e adolescentes que estão fora das salas de aula. Entre as etapas que merecem atenção está a educação infantil, que é um dos enfoques do relatório internacional Education at a Glance (EaG) 2024, divulgado nesta terça-feira (10) pela OCDE.

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Brasil tem um dos menores gastos por aluno na educação básica entre quase 50 países de relatório da OCDE

O Brasil tem um dos menores gastos por aluno entre 49 nações analisadas pelo “Education at a Glance” de 2024, um relatório anual produzido pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Em 2021, ano analisado pela publicação, o país investiu apenas um terço do que a média das economias mais desenvolvidas que fazem parte da OCDE.

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