Cristovam Buarque apresenta principais metas de trabalho no Conselho de Educação
“Vim abrir um diálogo, inclusive nas discordâncias”, disse, no dia 6, o ministro da Educação, Cristovam Buarque, ao visitar o Conselho Nacional de Educação (CNE). E reafirmou que tudo tem que evoluir e modificar, mas que nada será feito sem conversa e sem diálogo. “Não tem nada pronto e nada será imposto”. No encontro com os conselheiros, que durou uma hora e meia, o ministro apresentou os três principais eixos de seu trabalho: a erradicação do analfabetismo, a construção de uma escola ideal e a criação de uma nova universidade no Brasil. Especialmente para a modernização da universidade, o ministro pediu a contribuição do CNE para formular um projeto alternativo voltado para a captação do conhecimento na velocidade exigida nos tempos de hoje, e na formulação de um conjunto de idéias para o Brasil dos próximos anos. – A Universidade não está em sintonia com a luta contra a exclusão social e não consegue entender o problema da pobreza. A quase totalidade do conhecimento não tem em conta a inclusão e isso precisa mudar. Fórum – Para concretizar as reformas que pretende fazer, Cristovam Buarque pediu aos membros do CNE que não se limitem à