Grandes editoras brasileiras reestruturam seus negócios

O brasileiro continua lendo pouco e a concorrência imposta pelo capital estrangeiro cresce. Nesse quadro, as editoras brasileiras chegam ao final deste ano com novos negócios em carteira e estratégias que incluem desde parcerias com os concorrentes internacionais até investimento em livros de bolso e ampliação de parque gráfico.     Na categoria das grandes editoras nacionais, a Ediouro e a Record, nos últimos anos, vêm apostando na compra de selos e em fazer parcerias com grupos estrangeiros. A Sextante mantém uma operação ancorada em altas tiragens e preços mais baixos. E a Companhia das Letras desponta em uma área ainda pouco explorada pelo mercado editorial brasileiro: os livros de bolso.     Leia mais…       Capital espanhol atrai campeões de vendas e cresce Valor Econômico – Tainã Bispo     Após fincarem bandeira em países da América hispânica, os grandes grupos editoriais espanhóis decidiram investir no Brasil a partir de 2000. Hoje, já somam seis as empresas espanholas que têm operações em diversos segmentos do mercado brasileiro.     Líder no mercado espanhol, a Planeta chegou ao território nacional em 2003, ao abrir um escritório em São Paulo. A editora não revela quanto já investiu no Brasil,

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Ensino fundamental de nove anos garantirá maior acesso à escola

Desde 2004, quando o programa de ampliação do ensino fundamental para nove anos começou a ser implementado, cresce o número de escolas que adotam o novo modelo e aumenta o volume de matrículas no ensino fundamental de maior duração. Segundo dados do censo escolar da educação básica de 2004, o número de matrículas no ensino fundamental de nove anos foi de 7.398.128. Já no ano passado, o total de matrículas aumentou para 8.113.819, um crescimento de 9,67%.    Em 2010, as crianças com idade de 6 anos deverão ingressar, obrigatoriamente, no primeiro ano do ensino fundamental e não mais na pré-escola. É o que determina a Lei nº 11.274, que aumenta para nove anos o tempo de duração do ensino fundamental em todo o País.    Atualmente, os sistemas estaduais de ensino de Alagoas, Amazônia, Ceará, Goiás, Mato Grosso, Paraíba, Pernambuco, Sergipe, Tocantins, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul já recebem matrículas para o ensino fundamental de crianças com essa faixa etária.    De acordo com Jeanete Beauchamp, diretora de Políticas de Educação Infantil e Ensino Fundamental da Secretaria de Educação Básica (SEB/MEC), “a obrigatoriedade de ampliação do ensino fundamental vai uniformizar o sistema de educação básica no

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Bate papo com a História

Aguardamos sua presença     no evento de muita importância para nossa Editora.    Preparamos com muito carinho.     Venha saborear conosco deliciosos queijos e vinhos ao som de uma bela roda de chorinho.    Encaminhe este convite para seus familiares e amigos.   

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Educação pode ter mais de R$ 26 bilhões no Orçamento

A Comissão Mista de Orçamento aprovou hoje o relatório setorial de Educação, Cultura, Ciência e Tecnologia e Esporte do Orçamento para 2007. Foram aprovadas emendas no valor de R$ 1,4 bilhão. Descontados os remanejamentos, o relatório acresce aos ministérios do setor dotações no montante de R$ 1,12 bilhão.    A maior parte das emendas aprovadas – R$ 508,7 milhões – foi apresentada por parlamentares individualmente.    A Educação receberá R$ 26,4 bilhões, com R$ 287 milhões utilizados para a implantação de quatro universidades e a criação de 39 novas unidades. O ensino fundamental teve uma redução de 23,7% dos recursos em relação ao ano passado, mas o relator setorial Paulo Rubem Santiago (PT-PE) explicou que o Orçamento prevê o repasse de R$ 2 bilhões da União para o Fundeb, fundo que abrange da educação infantil ao ensino médio, incluindo, portanto, o ensino fundamental. O relatório prevê ainda o repasse de R$ 5,1 bilhões para o Ministério de Ciência e Tecnologia e de R$ 695 milhões para o ministério da Cultura.     Fundeb   As deputadas Professora Raquel Teixeira (PSDB-SP) e Iara Bernardi (PT-SP), relatora da PEC do Fundeb na Câmara, pediram que o relator setorial reveja o corte de

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Brasil não deve atingir meta na educação, mostra censo

Apesar dos quatro anos de investimento na expansão do ensino superior público federal e da criação do programa Universidade para Todos (ProUni), o Brasil dificilmente conseguirá alcançar a meta de colocar 30% dos jovens de 18 a 24 anos na universidade até 2011, como previa o Plano Nacional de Educação (PNE).     O Censo do Ensino Superior, divulgado nesta terça-feira pelo Ministério da Educação, mostra que apenas 10,9% dos jovens nessa faixa etária estão na faculdade. O ministro da Educação, Fernando Haddad, no entanto, tenta evitar conclusões pessimistas. “É difícil projetar o atendimento ou não da meta. A expansão federal, por exemplo, ainda não repercutiu no censo“, afirmou.     Haddad diz que o número de vagas nas instituições federais deve crescer de em torno 120 mil, neste ano, para 153 mil no ano que vem. E ainda aposta na Universidade Aberta do Brasil (UAB), a instituição federal apenas de ensino a distância, que está começando a funcionar. Mas as perspectivas não são boas. Nos últimos cinco anos, o País conseguiu avançar pouco mais de um ponto porcentual na taxa de matrícula do ensino superior. Haddad culpa “o modelo anterior“ de expansão do ensino superior que, segundo o ministro,

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Dez anos após sanção da LDB, Brasil ainda não tem ensino de qualidade

Sancionada há dez anos, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) trouxe avanços, mas foi incapaz de garantir um de seus principais objetivos: a oferta de ensino de qualidade. A falta de recursos impediu que propostas inovadoras saíssem do papel.    Em um dos seus artigos, a LDB determinou que a União, junto com governos estaduais e municipais, estipulasse o valor mínimo de investimento por aluno de Ensino Fundamental capaz de garantir educação de qualidade nas escolas públicas. Porém, a regra não foi cumprida.     Além de não calcular o custo-qualidade, o que permitiria a cobrança pública por mais recursos, o Governo Federal fixou pisos sempre mais baixos do que os previstos na lei do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e Valorização do Magistério (Fundef). Com isso, a União repassou menos dinheiro para escolas de 1ª a 8ª série.     “A LDB foi uma lei para inglês ver. Em grande parte, não foi cumprida. E não considerou a idéia de federalização da Educação Básica, que é o que o Brasil precisa“, diz o ex-ministro da Educação e senador Cristovam Buarque (PDT-DF).  

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Editoras crescem com novos canais e jovens

Diversificar os canais de venda e investir no público juvenil foram as estratégias utilizadas pelas principais editoras de livros que encerram 2006 com bons resultados. À despeito dos baixos índices de leitura no país, em média 1,8 livro per capita, e a pequena tiragem inicial média de títulos, de cerca de 3 mil exemplares, a receita da Larousse, por exemplo, vai dobrar de tamanho. A francesa foi uma das que apostou na diversificação dos canais de venda e, além das livrarias, passou a ter outros distribuidores – como gráficas e revistas semanais que fazem venda casada com as obras editadas pela Larousse.     “Hoje, trabalhamos com 16 canais e estudamos a venda de conteúdo pela internet“, afirma Fábio Godinho, diretor-geral da empresa que assumiu o cargo em maio último. Segundo ele, as parcerias estão sendo costuradas e o negócio começa no primeiro trimestre de 2007. Confira os casos de outras editoras.    Leia mais…

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Estudo propõe livro infantil contra o preconceito

O livro infantil com textos em braille, além do formato tradicional, pode ser uma peça de trabalho para a compreensão das crianças em relação à aceitação das diferenças entre as pessoas, preparando-as para a concepção de uma sociedade mais inclusiva. A proposta é da aluna do curso superior de Lazer e Qualidade de Vida do Centro Federal de Educação Tecnológica do Rio Grande do Norte (Cefet-RN), Islene Borges, ao criar o livro infantil Eu também posso brincar! A obra busca envolver o leitor numa atividade de prazer e desenvolvimento para refletir sobre os conceitos de inclusão e exclusão social, explica a autora.     “Alguns livros infantis são transcritos para o braille e usados por crianças cegas, mas ainda é, em número e acesso, muito reduzido”, avalia Islene. Segundo a estudante, os melhores agentes do processo inclusivo são as crianças. “Um livro editado em tinta e em braille possibilitará que diferentes sujeitos vivenciem o partilhar de uma história de diferentes, que mostra que todos nós podemos brincar.”    O trabalho foi apresentado no 1º Congresso de Pesquisa e Inovação da Rede Norte Nordeste de Educação Tecnológica (Connepi), em Natal, e contou com 1.500 participantes. O encontro termina nesta sexta-feira, 8.

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CAMPANHA PRETENDE COMBATER COMÉRCIO ILEGAL DO LIVRO DO PROFESSOR

O Livro do Professor é encontrado facilmente em alguns sebos e livrarias do país apesar de não poder ser vendido, doado e nem reproduzido. Para acabar com esta prática ilegal, a Associação Brasileira de Editores de Livros (Abrelivros) e a Associação Brasileira de Diretos Reprográficos (ABDR), com o apoio da Associação Nacional de Livrarias (ANL) e do Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade (FNCP), iniciaram a campanha “Comércio do Livro do Professor é crime” , voltada principalmente para a conscientização da sociedade brasileira. O Livro do Professor, encaminhado para análise e possível adoção pela escola, reúne metodologia, orientações gerais e respostas às perguntas e testes do livro a ser adotado em sala de aula. Por isso, deve ser usado única e exclusivamente pelo educador, como um instrumento de trabalho pessoal. Não é permitida a sua venda, reprodução, ou doação a terceiros, sob pena de ser caracterizada uma violação de direitos autorais. O desvirtuamento do uso do Livro do Professor, além de configurar um crime, representa um problema didático, pois as respostas a perguntas e testes contidas no livro-texto serão divulgadas, principalmente, a alunos, o que dificultará tanto o trabalho do professor na sala de aula quanto a aprendizagem

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