O que fazer quando o aluno chega no Fundamental 2 com uma alfabetização deficiente?
O questionamento trazido pelos professores do Ensino Fundamental 2 revela o desafio e a importância desse tema em toda as etapas da escolaridade.
O questionamento trazido pelos professores do Ensino Fundamental 2 revela o desafio e a importância desse tema em toda as etapas da escolaridade.
Frente a um cenário complexo que marca o período atual da sociedade, com múltiplas crises que geram embates e polarizam as opiniões e os ideais, parece urgente que algumas causas possam ser tomadas como centrais e novos avanços possam ser dados. A educação desponta como uma delas.
Grupos de cientistas e grandes corporações de todo o mundo têm buscado desenvolver sistemas computacionais inteligentes capazes de ajudar as pessoas a aprender. As possibilidades, os efeitos e as implicações éticas da aplicação da chamada Inteligência Artificial (IA) na educação são temas que vêm ganhando espaço nos debates na área de tecnologia educacional em todo o mundo.
Atentas à nova Base Nacional Comum Curricular, divulgada pelo MEC, escolas incluem habilidades socioemocionais no currículo. Metodologia desenvolvida por médico psiquiatra ajuda a desenvolver competências como resiliência, autocontrole, empatia, respeito e habilidades sociais.
Diante de uma série de argumentos em favor da filosofia como uma disciplina especial – com os quais concordamos, diga-se de passagem –, atribuindo-lhe, inclusive, uma didática própria que atrai para o centro dos seus interesses os espaços conceituais e reflexivos das demais disciplinas, resultando disso a ideia de transversalidade associada ao ensino desta atividade, é bem razoável que se afirme sem rodeios, e com necessária humildade, que ela deve cumprir, sim, sua função como disciplina obrigatória no currículo escolar.
Acompanhe nesta quarta (10) ao vivo, pelo facebook, a educadora Anna Penido falar sobre “competências e habilidades na base”, a partir das 19 horas.
Transpor o espaço do livro e da leitura da biblioteca da escola para a sala de aula. Pautados por esse desafio, profissionais do mercado editorial estiveram reunidos nesta sexta-feira (05/05) na Unibes Cultural, em São Paulo, para ouvir o secretário de Educação Básica do Ministério da Educação (SEB-MEC), Rossieli Soares da Silva, no debate “O Livro e a Leitura na Base Nacional Comum Curricular (BNCC)”.
O segundo encontro da série ‘Escolas Transformadoras Debate’ discutiu qual a relação da Base Nacional com a formação de sujeitos transformadores.
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) promoverá mudanças nas políticas educacionais de currículo, formação continuada de professores, materiais didáticos e avaliações. Por isso, as redes de ensino terão papel fundamental na sua implementação. E para que isso aconteça, será preciso engajar e mobilizar toda a rede, em diferentes frentes e momentos, ao longo dos próximos anos.