MEC unirá esforços de três programas para alfabetização de crianças e jovens
O Ministério da Educação (MEC) unirá esforços de três programas da pasta para garantir a alfabetização de crianças e jovens no ensino fundamental.
O Ministério da Educação (MEC) unirá esforços de três programas da pasta para garantir a alfabetização de crianças e jovens no ensino fundamental.
Um em cada dez Alunos do 3 º ano do Ensino fundamental, quando se espera que ele saiba ler e escrever, é reprovado no Brasil. A taxa de insucesso chega a 26,5% no primeiro ano do Ensino médio, etapa em que se verifica também a maior proporção de estudantes ( 31,4%) atrasados em relação à idade esperada para aquela série.
Um projeto iniciado em 2015 em Ferraz de Vasconcelos, cidade da região metropolitana de SP, foi selecionado pelo Fundo Itaú Excelência Social e receberá um investimento de R$ 125 mil, além de suporte para a execução das ações propostas.
A cada início de ano letivo, um fenômeno incrível acontece quando um aluno de cinco anos vai à escola pela primeira vez segurando com todas as forças a mão de sua mãe. Ambos parecem assustados até que, ao se aproximar do professor, ela diz: Eu lhe dou meu filho.
O Ensino Médio está no centro do debate da Educação Básica: uma nova proposta formulada em conjunto pelas Secretarias de Educação do país propõe a completa reformulação da área.
“Para avançarmos na democracia, teremos que avançar ainda mais na educação e não haverá avanço na educação do Brasil sem que o Inep tenha um papel destacado nas avaliações e na incidência das políticas públicas estratégicas”, disse o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, ao empossar o novo presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Luiz Roberto Liza Curi, na manhã desta sexta-feira, 18, na sede do MEC em Brasília.
Quando fez os cursos de bacharelado e licenciatura plena em língua portuguesa e literatura na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), na segunda metade dos anos 80, Cristina Viegas de Macedo aproveitou muito bem a ótima formação proporcionada pela universidade no objeto do conhecimento que iria ensinar. Foram quatro anos de “muita gramática e latim”, recorda.
A educação plena está relacionada ao empenho dos alunos em estudar para além da sala de aula, à garantia de condições sociais básicas para o desenvolvimento cognitivo e ao apoio familiar para o aprendizado. Esses são os principais pontos defendidos pelo economista Eduardo Giannetti da Fonseca em entrevista para a Educação, concedida em São Paulo.
São Paulo – O deputado estadual Raul Marcelo (Psol-SP) defendeu hoje (16), durante a Conferência Popular de Educação, que a desigualdade social se mantém no país devido ao fato de as crianças mais pobres terem acesso às piores oportunidades educacionais, tanto nas escolas como nas famílias, que muitas vezes não têm hábitos para leitura e acompanhamento das atividades escolares.