Cristovam Buarque defende federalização da educação de base

Passar para a União a responsabilidade pelo ensino básico é a saída para o Brasil dar um salto de qualidade na educação. A avaliação é do senador Cristovam Buarque (PDT-DF) que, em pronunciamento em Plenário na ultima quinta-feira (1º), defendeu a federalização da educação de base.   O senador elogiou as boas intenções do atual ministro da Educação, Aloizio Mercadante, mas afirmou que ele será apenas o ministro do “avanço” e não do “salto” por não aprovar a medida. Cristovam afirmou que Mercadante é o ministro da Educação com mais condições de realizar um bom trabalho à frente da pasta. É o ministro com mais votos a chegar ao ministério, tem força no governo e no PT e ainda passou pelo comando de outra pasta importante: o Ministério de Ciência e Tecnologia.    Apesar disso e de suas boas ideias, o senador acredita que ele não deve conseguir resultados definitivos, pois o ministério estaria “prisioneiro” do ensino superior. – Enquanto não tivermos um Ministério da Educação de Base, em que o ministro possa falar só disso, e só possa mostrar resultados nisso, e ser criticado pelo que fizer errado nisso, nós não vamos ter um ministro que de fato dê

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Escolas com tablets podem ser opção à evasão, diz ministro

Ao comentar a decisão de distribuir tablets para professores do ensino médio na rede pública, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, disse na ultima quinta-feira, (1),  que as escolas precisam ficar mais atrativas para os alunos e que investir nesse tipo de tecnologia pode ser uma alternativa à evasão escolar.   “A escola tem que ficar mais interessante”, ressaltou, explicando que o mercado de trabalho aquecido do País se torna grande atrativo para que os jovens deixem a escola. “A geração nova quer essas informações. Não dá para a gente ficar só com o quadro-negro do século 17”, completou.   Ao participar do programa Bom Dia, Ministro, produzido pela EBC Serviços em parceria com a Secretaria de Comunicação da Presidência da República, Mercadante lembrou que 320 mil professores já foram qualificados por meio de cursos de formação para utilizar o tablet.   O próximo curso, segundo ele, deve ter carga horária de 350 horas. “Essa luta eu já comprei – vamos ter computadores na escola. O professor vai ter todas as chances de se modernizar se quiser”, disse. “Impensável, no século 21, é ter um professor que não pode entrar no Google”, concluiu.  

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MEC vai incluir ciências na Prova Brasil, informa ministro

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, disse na ultima quarta-feira, (29), em audiência pública no Senado, que irá incluir a disciplina ciências na Prova Brasil, a principal avaliação da educação básica.   O exame, aplicado pelo MEC aos alunos do 5.º e 9.º anos do ensino fundamental a cada dois anos, até o momento mede apenas o desempenho em matemática e português. Mercadante não disse se a mudança já valerá para a próxima edição da prova, marcada para 2013.   O exame é um dos principais componentes do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), que avalia a qualidade do ensino oferecido por escolas, municípios e Estados.   A última edição foi aplicada em 2011 e os resultados do Ideb serão divulgados neste ano. Todas as redes de ensino e escolas têm metas a serem atingidas até 2022, estipuladas em 2007 pelo MEC. Com a inclusão de ciências na  Prova Brasil, o exame fica mais próximo ao Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa).   O teste internacional é aplicado pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) em mais de 60 países e mede as habilidades dos alunos em linguagens, matemática e ciências. O Brasil melhorou seu desempenho no

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Senadores cobram ousadia do governo em matéria de Educação

A definição do volume de recursos que o país destinará à educação, a necessidade de formação continuada dos professores e o novo piso nacional dos professores foram os principais temas tratados pelos senadores que participaram durante cinco horas, na ultima quarta-feira (29) de audiência pública da Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) com o ministro da Educação, Aloizio Mercadante.   O presidente da comissão, senador Roberto Requião (PMDB-PR), disse ver com preocupação a proposta de se destinar à educação o equivalente a 10% do Produto Interno Bruto (PIB), uma vez que esta medida não teria ligação direta com a capacidade de arrecadação de impostos. Ele defendeu a criação de um plano básico de educação continuada para o magistério, com a adesão voluntária de estados e municípios.   – Se apostamos apenas na melhoria salarial, teremos os mesmos professores e nenhum reflexo na qualidade de ensino. Temos que criar uma possibilidade concreta de melhoria da formação – afirmou Requião, que propôs ainda a realização pelo governo federal de concurso público para a elaboração de novos projetos arquitetônicos para escolas de educação básica.   Da mesma forma, o senador Paulo Bauer (PSDB-SC) observou que o percentual sobre o PIB poderia ser substituído

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Mercadante vai ao Senado nesta quarta explicar diretrizes da Educação

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, irá nesta quarta-feira (29) à Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) do Senado falar sobre os planos e diretrizes de sua gestão.   Mercadante assumiu o Ministério da Educação no lugar de Fernando Haddad no em janeiro deste ano. Segundo a secretaria da comissão, o ministro entrou em contato com os senadores Walter Pinheiro (PT-BA) e Roberto Requião (PMDB-PR) na semana de sua posse para que ele fosse convidado a ir à comissão. Dentre os assuntos que serão discutidos na audiência estarão o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e o Plano Nacional de Edicação (PNE).   Sessão da ultima terça – Na sessão da ultima terça-feira (28), Comissão de Educação aprovou a troca do nome do Museu Histórico do Senado Federal para Museu Histórico Senador Itamar Franco, em homenagem ao ex-presidente da República falecido em julho do ano passado. O relator foi o senador Pedro Simon.   A sessão foi encerrada sem a aprovação de outros projetos por não haver quórum.  

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Relatório final sobre PNE será apresentado até 20 de março

O relatório final do Plano Nacional de Educação (PNE – PL 8035/10, do Executivo), com as metas do setor para os próximos dez anos, será apresentado até 20 de março. A expectativa é votar o texto até o final do mês para enviá-lo, em seguida, ao Senado.   As datas foram anunciadas na ultima terça-feira (28), na primeira reunião do ano da comissão especial que analisa o projeto. O relator da proposta, deputado Angelo Vanhoni (PT-PR), afirmou que concluirá seu parecer só após o exame de 450 emendas apresentadas pelos parlamentares, mas adiantou que a meta de investimento em educação, prevista no texto, será mantida em 8% de investimento total (que inclui bolsas de estudo e financiamento estudantil) – o que, de acordo com Vanhoni, equivale a cerca de 7,5% do Produto Interno Bruto (PIB). “Para que não haja dúvidas e qualquer mal entendido a respeito dessa meta, vou mudar um pouco a redação. A proposta conterá as duas formas: no mínimo, 7,5% de investimento direto [em relação ao PIB] e 8% de investimento total na educação”, explicou.   O parlamentar disse estar convencido de que esses percentuais garantirão um “salto de qualidade” no ensino brasileiro. “Esses recursos serão suficientes para

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Reserva técnica e conservação garantem obras para escolas

Em 2012, as escolas públicas receberam 162,4 milhões de livros didáticos, que serão distribuídos para alunos do ensino médio e das séries finais do ensino fundamental.   O Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) baseia nas últimas duas edições do censo escolar a quantidade de livros que deve ser comprada. “É feita uma estimativa com projeção para o ano em que os livros serão entregues para que nenhum aluno fique sem exemplar”, explica Sonia Schwartz, coordenadora-geral do programa do livro didático do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).   Uma reserva técnica, da ordem de 3% do total de livros, é enviada para as secretarias municipais de educação, nas capitais, e para as secretarias estaduais de educação. “Mesmo se uma escola nova for aberta, há livros reservas que deverão ser remanejados pela secretaria de educação para que os alunos possam estudar”, esclarece a coordenadora. Mas é importante que a escola tenha controle da entrega no início do ano e da devolução no final do ano, porque a maioria dos livros não é consumível, ou seja, tem durabilidade de três anos.   Nos dois anos subsequentes à entrega de livros, as escolas públicas recebem complementação para a reposição natural de

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Livro didático é essencial para a aula

Leitura diária, conhecimento extensivo, teorias que podem ser aplicadas. Tudo isso também é adquirido por meio do livro didático, ainda um dos principais instrumentos na hora do aprendizado nas escolas, e que teve ontem seu dia nacional.   “Tenho um lugar reservado na minha casa só para guardar os livros, eu mesma faço as capas para que eles possam ser conservados por mais tempo. Desde criança fui incentivada por meus pais a estudar, e ler era uma das tarefas primordiais do dia”, diz a estudante Ruth Rocha, de 17 anos, aluna do 1° ano do ensino médio.   No caso dos livros distribuídos em escolas públicas pelo Ministério da Educação (MEC), a “vida útil” é de três anos, tempo em que diferentes alunos reutilizam os mesmos livros.   “A ansiedade dos alunos, tanto do ensino fundamental quanto do ensino médio, por livros novos em início de ano é grande. Quando fazemos a lista de distribuição, eles sempre querem os mais conservados, mas, para que eles realmente existam, é necessários que os alunos tenham consciência de que a conservação é feita por eles mesmos ao longo do ano”, explica a professora Rivete Sá, responsável pela biblioteca e distribuição dos livros didáticos

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II Seminário Retratos da Leitura no Brasil acontece no dia 28 de março

Maior e mais completo estudo dedicado a conhecer o perfil do leitor brasileiro, encomendado ao IBOPE Inteligência pelo Instituto Pró-Livro, será mostrado na cidade de Brasília.   No próximo dia 28 de março, o IPL – Instituto Pró-Livro divulga os resultados da 3ª edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, considerada o mais aprofundado estudo do mercado dedicado a conhecer o perfil do leitor brasileiro. No seminário realizado em Brasília, o levantamento será apresentado a autoridades, dirigentes, especialistas de órgãos de Educação e Cultura, entidades, estudiosos e formadores de opinião.   Para a presidente do IPL, Karine Pansa, o estudo “visa mostrar muito além do comportamento do leitor brasileiro, mas também promover reflexões e debates sobre os avanços e os impasses que os resultados revelarão”. Encomendado pela instituição junto ao IBOPE Inteligência, o encontro está marcado para as 13h15 na capital federal. “Esperamos que os cenários apresentados possam contribuir para a avaliação e a implementação de políticas públicas que melhorem os índices de leitura no Brasil”, destaca.   Dentre os aspectos levantados pela pesquisa Retrato da Leitura no Brasil, o seminário apresentará as percepções da leitura no imaginário coletivo, os perfis do leitor e do não leitor de livros

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