Prorrogado até terça-feira prazo para escolha do livro

Os professores ganharam mais dois dias para fazer a escolha dos livros que vão utilizar no próximo ano em sala de aula nas escolas públicas de 1º ao 5º ano. O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) prorrogou o prazo de escolha até as 23h59 da terça-feira, dia 3 de julho.   A escolha é feita somente pela internet no Sistema de Material Didático, disponível em www.fnde.gov.br. Os professores e dirigentes das escolas devem escolher duas opções de obras para cada componente curricular. Caso não se concretize a compra da primeira opção, a escola receberá os livros da segunda opção.    Serão selecionadas coleções de letramento e alfabetização e alfabetização matemática (1º ao 3º ano), de história, ciências e geografia (2º ao 5º ano) e também de matemática e português (4º e 5º anos), além de livros de história regional e geografia regional (4º ou 5º ano). Serão comprados 60 milhões de livros que serão distribuídos a 13 milhões de estudantes.   Guia – Para ajudar na escolha, está disponível no portal do FNDE o Guia de Livros Didáticos 2013, que traz o resumo e informações de cada uma das obras selecionadas para o Programa Nacional do Livro Didático

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Meta de 10% do PIB para educação vai exigir mudanças no financiamento

Movimentos sociais e parlamentares comemoram a aprovação na Câmara do Plano Nacional de Educação (PNE) que incluiu uma meta de investimento público de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) no setor, a ser atingida no prazo de dez anos. A conquista, entretanto, não significa um aumento imediato da verba para a educação. Os municípios, estados e a União terão que buscar novas fontes de recursos e rever a contribuição de cada um dos entes federados nesta conta para que a meta saia do papel.   Os dados mais recentes apontam que o país investe 5,1% do PIB em educação, segundo levantamento do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep). A parcela de contribuição de cada um dos estados e do Distrito Federal é bem diferente: em 2009, o governo federal foi o responsável por 20% do investimento público em educação e os estados e os municípios por cerca de 30% cada.   Um dos caminhos para aumentar os investimentos na área é repartir melhor essa conta. O professor da Universidade Católica de Brasília, Cândido Gomes, acredita que a contribuição do governo federal na educação básica poderia ser maior. Hoje boa parte dos recursos que a União aplica é no

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“Não podemos nos liberar do livro”

Muniz Sodré, escritor e professor emérito da UFRJ, falou sobre os desafios da Educação no Brasil em entrevista no Roda Viva. Programa contou com a participação de Mozart Neves Ramos, conselheiro do Movimento Todos Pela Educação   O Roda Viva entrevistou no dia (25/06) o escritor Muniz Sodré. Estudioso da imprensa e de temas de educação, o professor emérito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) lançou recentemente o livro “Reinventando a Educação” e por isso foi o centro do programa para ser questionado se há modelos ideais de educação no mundo. Muniz foi claro em sua resposta: “O desafio é exatamente não se espelhar em modelo nenhum. É se descolonizar. Fugir do modelo que a Europa impôs. O desafio é reinventar!”.   Muniz Sodré é um dos mais importantes pensadores brasileiros da atualidade. Pesquisador de comunicação e jornalismo, ele escreveu mais de 30 livros.   Com o conhecimento que possui, afirma que a tecnologia é um instrumento e não uma fonte de educação, pois isso ressalta a extrema importância de se manter o modelo presencial. Para ele, disciplinas de cálculos, exatas, podem ser ensinadas à distância, pelo computador, porém a iniciação social exige um professor, um pensador. A

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Governo cede e comissão eleva meta de educação

Com pulos, gritos de comemoração e o Hino Nacional, foi aprovada ontem por unanimidade a fixação da meta de 10% do PIB para investimento em educação pública nos próximos dez anos. O índice virou alvo de uma intensa batalha entre o Congresso e o Palácio do Planalto, discussão que se arrastou por um ano e três meses, desde a instalação da comissão especial que trata do Plano Nacional de Educação (PNE) na Câmara.   Pressionado às vésperas das eleições municipais, o governo aceitou de última hora os 10% propostos pelo deputado Paulo Rubem Santiago (PDT-PE). O PNE define 10 diretrizes e 20 metas para os próximos 10 anos, entre elas a valorização do magistério público da educação básica, a triplicação das matrículas da educação profissional técnica de nível médio e a destinação dos recursos do Fundo Social do pré-sal para o ensino.   A 20.ª meta, que trata do financiamento de educação, estabelecia originalmente que se chegasse a um patamar de 7% do Produto Interno Bruto (PIB) em investimento em educação ao final do decênio – atualmente, o setor recebe 5%. O PIB é a soma de todas as riquezas produzidas pelo País.   A proposta de Santiago determina a

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Unesp lança portal de materiais didáticos

A Universidade Estadual Paulista lançou no dia 14 de junho o Projeto Unesp Aberta, que disponibiliza pela internet disciplinas livres como oportunidade de aperfeiçoamento de professores nas áreas de Humanas, Exatas e Biológicas.   A iniciativa oferece gratuitamente materiais didáticos digitais dos cursos de graduação, pós-graduação e extensão da Unesp elaborados em parceria com o Núcleo de Educação a Distância (NEaD) da universidade.   Entre os materiais disponíveis na Unesp Aberta estão mais de 17 mil itens educacionais, como mapas, imagens, softwares e animações, 300 videoaulas, 300 textos e 138 livros digitais do selo Cultura Acadêmica, além do acervo da Biblioteca Digital – que reúne material pertencente ao sistema de bibliotecas da Unesp e de seus centros de documentação.   O acervo contempla ainda o material dos cursos da Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp) e da Universidade Aberta do Brasil (UAB) e de cursos presenciais da Unesp que também utilizam as tecnologias digitais.   As disciplinas livres disponibilizadas integram a Rede São Paulo de Formação Docente (RedeFor), convênio da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo com Unesp, Universidade de São Paulo e Universidade Estadual de Campinas para dar cursos de pós-graduação a professores da rede

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O que vem pela frente: globalização e digitalização

“Em 2012 e além, a globalização e a digitalização não serão definidas exclusivamente, ou mesmo de forma predominante, pelos grupos editoriais listados neste ranking, mas pela expansão das plataformas que, tradicionalmente, seriam chamadas de varejistas”, afirma o estudo.   Dentro do grupo das 54 maiores editoras do mundo, a renda ainda é bastante concentrada: as dez primeiras do ranking detêm mais da metade das receitas. Ano após ano, contudo, a fatia vem diminuindo. Há cinco anos, as dez maiores ficavam com 58,16% da receita total, agora têm 54,02%.   Para os organizadores do estudo conduzido pela Rüdiger Wischenbart Content and Consulting, essa queda pode ser atribuída a dois fatores. De um lado, o desmembramento dos negócios de educação e ciências por parte de algumas grandes editoras. De outro, o crescimento de empresas provenientes dos mercados emergentes. O aumento da receita consolidada dos 30 grupos que ficam entre a 21ª e a 50ª posições reflete isso: ela saltou de 9,9 bilhões de euros em 2007 para 12,9 bilhões em 2011.   Nos últimos dois anos, editoras do Brasil à Coreia, passando pela Rússia e outros países, foram incluídas no ranking. “Elas têm em comum não apenas o fato de que crescem

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Educação em alta

Segmento foi o único que cresceu em 2011 nos negócios dos dez maiores grupos editoriais do mundo, segundo o Ranking Global O PublishNews divulgou o Ranking Global do Mercado Editorial, que mostrou quais são as 54 maiores empresas editoriais do mundo, segundo o levantamento feito pela consultoria Rüdiger Wischenbart. O estudo mostrou que a receita consolidada dos dez maiores grupos editoriais do globo caiu 7,4% de 2010 para 2011, de 30,977 bilhões de euros para 28,689 bilhões de euros. Hoje, você confere como foi o desempenho dessas empresas em diferentes segmentos: Científico, Técnico e Profissional, Trade (interesse geral) e Educação.   O primeiro, CTP, é o principal segmento em termos de faturamento dos dez maiores grupos editoriais apontados no estudo, e de 2010 a 2011 apresentou ligeira queda, após crescimento constante entre 2008 e 2010, como mostra a tabela abaixo. O segmento Trade também registrou declínio, em linha com a tendência observada nos anos anteriores.   A boa notícia ficou com o segmento de Educação, que registra uma ascensão contínua desde 2007, e já tem um peso tão grande quanto o segmento Trade. “A transição de uma indústria editorial baseada no papel para o formato digital, e também a transição

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Ranking Global traz os 54 maiores grupos editoriais do mundo

Desde 2006, a consultoria Rüdiger Wischenbart Content and Consulting analisa o mercado internacional de edição de livros, compondo o Ranking Global do Mercado Editorial com editoras e grupos editoriais que faturaram acima de 150 milhões de euros. A iniciativa é um esforço conjunto das publicações setoriais PublishNews (Brasil), Libres Hebdo (França), Buchreport (Alemanha), Publishers Weekly (EUA), e The Bookseller (Reino Unido). Clique aqui para acessar uma análise sobre os 10 maiores grupos de 2012.  

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Dez maiores grupos editoriais perdem receita

Já os chamados mercados emergentes foram território de crescimento, e empresas com atividades nesses locais registraram alta nos negócios – com destaque, entre outras, para as brasileiras Abril Educação, Saraiva e FTD, que já estavam entre as maiores do mundo em 2010 e, no ano passado, melhoraram suas posições.   Na lista dos maiores grupos editoriais do mundo, os dez primeiros mantêm uma concentração incontestável no mercado mundial de publicações. Mas isso não quer dizer que os negócios em 2011 foram fáceis. Juntos, esses dez líderes viram suas receitas cair quase 7,4%, ou 2,3 bilhões de euros, em um ano: de 30,977 bilhões de euros em 2010 para 28,689 bilhões de euros em 2011.   Os resultados fazem parte do Ranking Global do Mercado Editorial, que aponta todos os anos quais são as maiores empresas editoriais no mundo todo, entre aquelas que faturam mais de 150 milhões de euros (ou US$ 200 milhões). Em 2011, a compilação incluiu 54 companhias de 16 países, que juntas faturaram 53,811 bilhões de euros. Essa receita total caiu cerca de 4% em relação a 2010, quando o ranking abrangeu 58 empresas que geraram R$ 56,062 bilhões de euros. Para conferir a lista completa de

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