Sai o Regulamento do 6º Prêmio Professores do Brasil

O Prêmio Professores do Brasil é uma iniciativa do Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB), em parceria com instituições renomadas como: Fundação SM, Instituto Votorantim, Associação Brasileira de Editores de Livros Escolares (Abrelivros), Fundação Volkswagen, Conselho Nacional dos Secretários Estaduais (Consed), União dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e a Cultura (Unesco), Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI) e Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).   Esta iniciativa do Ministério e seus parceiros pretende valorizar experiências bem sucedidas, criativas e inovadoras realizadas por professores das redes públicas de ensino de todo o Brasil.    O MEC e seus parceiros, na 6ª Edição do Prêmio, reiteram a importância de se valorizar os professores que desenvolvem práticas inovadoras de sucesso, premiando-os e disseminando suas experiências como instrumento à dinamização de novas tecnologias de aprendizagem, acreditando, sobretudo, na relevância do ato educativo promovido pelo docente compromissado com a melhoria da qualidade da educação básica no país.   Nesta Edição serão contemplados os professores de todas as etapas da educação básica (Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio) divididos em duas categorias:   I – Categoria Temas Livres:

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Pé atrás com o digital

Editoras que tiveram livros comprados pelo governo no último edital do Plano Nacional Biblioteca da Escola (PNBE) foram recentemente convidadas a participar do Plano Nacional do Livro Didático (PNLD) Alfabetização na Idade Certa. Foram selecionados para uso em sala de aula 75 dos mais de 250 títulos adquiridos para bibliotecas. Mas um detalhe incomodou editores: a exigência da cessão de uma cópia em PDF de cada obra adquirida. Para o sindicato de editores, a compra de livros impressos não pressupõe o uso do conteúdo em formato digital. O MEC diz que o uso é só para projeção em sala de aula e que ninguém é obrigado a participar, embora editoras de mais de 60% dos títulos já tenham dado seu aval.  

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Escolas com tempo integral têm forte evolução no desempenho

Escolas participantes do programa Mais Educação, com todos os estudantes matriculados no regime de tempo integral, apresentaram evolução significativa de desempenho na Prova Brasil. A constatação é de estudo da Secretaria de Educação Básica (SEB) do Ministério da Educação.   O Mais Educação (PME) atende instituições de ensino com baixos indicadores de qualidade educacional localizadas em zonas de vulnerabilidade social. Contabilizadas todas as escolas que participam do programa, o desenvolvimento também foi melhor do que a média nacional.    No estudo, a SEB selecionou as médias de três grupos de escolas — as do PME em que todos os alunos estudam em tempo integral; todas as escolas vinculadas ao PME; escolas públicas do Brasil. A partir daí, foi feita a comparação da evolução do rendimento, por grupo, nas áreas de língua portuguesa e matemática nas edições da Prova Brasil de 2007, 2009 e 2011.   As médias em português dos estudantes do quinto ano das escolas do PME com 100% das matrículas em tempo integral passaram de 164,19 em 2007 para 182,81 em 2011. Em matemática, de 180,71 para 201,87 no mesmo período. Nesse mesmo espaço de tempo, os estudantes do nono ano passaram de 227,31 para 238,62 em português

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Livros didáticos para o ensino médio terão de integrar matérias

O Ministério da Educação decidiu que os livros didáticos a serem comprados para estudantes do ensino médio deverão ter seções que integrem diferentes matérias. Assim, uma obra de física, em vez de ter só conteúdo da matéria, deverá conter atividades que envolvam filosofia e geografia, por exemplo. A nova exigência constará no edital que será lançado neste ano para o PNLD, programa em que o governo federal compra obras para enviar às escolas públicas. Os livros chegarão aos colégios em 2015. A relação de obras selecionadas também norteia a rede privada. A intenção do ministério é induzir um início de mudança no currículo do ensino médio, para que ele tenha articulação entre as disciplinas. A avaliação do ministério é que a organização dessa etapa de ensino é muito fragmentada entre as matérias, o que prejudica sua qualidade. Além da mudança nos livros, a pasta diz que também definirá exatamente o que o aluno deve aprender -a articulação entre as matérias será um norte. Atualmente, há apenas diretrizes gerais.   Notas Baixas Na última avaliação federal (Ideb), a média do ensino médio estagnou em um nível considerado insatisfatório pelo próprio ministério. `O livro ajudará na articulação [de matérias]`, disse o secretário

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Avaliações educacionais são essenciais para o cumprimento do direito à educação

A Constituição Brasileira garante o direito ao acesso à educação no país, que se inicia com o ingresso na escola e só se concretiza e se torna completo se o sistema educacional propiciar às crianças e jovens matriculados competências essenciais para seu desenvolvimento intelectual. De modo a verificar se o direito à educação no país vem sendo plenamente atendido, o Estado tem o dever de realizar periodicamente avaliações sobre o desempenho de aprendizado dos estudantes matriculados no sistema educacional brasileiro com o objetivo de melhorá-lo. A observação foi feita por José Francisco Soares, professor da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), durante o “Seminário Internacional sobre Avaliação Educacional”, realizado no dia 1º de outubro na FAPESP. Promovido pela FAPESP e Fundação Bunge, o evento integrou as atividades do 57º Prêmio Bunge e do 33º Prêmio Bunge Juventude, que foram outorgados este ano às áreas de “Avaliação Educacional” e “Segurança Alimentar e Nutricional”. Contemplado na categoria “Vida e Obra” na área de “Avaliação Educacional” por seu trabalho voltado para a área de avaliação de sistemas, instituições, planos, programas e políticas educacionais, Soares abordou em sua conferência a importância dos sistemas de avaliação educacional e da geração de

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Pnad: Analfabetismo diminui, mas ainda atinge quase 13 milhões de pessoas

A taxa de analfabetismo entre pessoas com 15 anos ou mais caiu de 9,7% em 2009 para 8,6% em 2011, totalizando 12,9 milhões de brasileiros. A maior proporção ainda é verificada na Região Nordeste, mesmo com queda na taxa de 18,8% para 16,9%.   Segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2011, divulgada dia 21 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 96,1% dos analfabetos do país têm 25 anos ou mais. Mais da metade deles se concentram na faixa acima de 50 anos.    A gerente da Pnad, Maria Lúcia Vieira, destaca a desigualdade regional na taxa de analfabetismo. De acordo com os dados, 35,6% das pessoas no Nordeste com 50 anos ou mais eram analfabetas em 2011.   “As taxas de analfabetismo para as populações até 24 anos são muito baixas, no Sul e no Sudeste, então, não chega a 1%. Elas são maiores quando a gente vai para as regiões Norte e Nordeste e conforme a faixa etária vai aumentando”, destaca Maria Lúcia.   Para a diretora executiva do Movimento Todos pela Educação, Priscila Cruz, a pesquisa do IBGE não leva em conta o nível de proficiência dos alunos em leitura e

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MEC lança pacto para alfabetizar aos 8 anos

Com quantos anos uma criança precisa saber ler e escrever? O Ministério da Educação lançará no mês que vem o Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa, que estabelece que todos devem estar alfabetizados ao fim do 3.º ano do ensino fundamental, aos 8 anos de idade. É o que prevê, também, a meta 5 do Plano Nacional de Educação (PNE), em tramitação no Congresso.   No País todo, 5.182 municípios (93,2% do total) aderiram ao pacto e receberão material didático e cursos de formação docente.    Uma notícia a ser comemorada? Em parte, afirmam os especialistas. O compromisso com a alfabetização é importante e é preciso, de fato, que o País se responsabilize por isso. A questão a ser discutida, questionam, é a idade estipulada para que esse processo se concretize.    “Oito anos é muito tarde. O País já paga muito caro pelo histórico de falta de atenção à educação. Então, se a ideia é mudar isso, temos de centrar esforços e apostar em metas mais ousadas”, afirma Izolda Cela de Arruda Coelho, secretária de Educação do Ceará.   Por lá, os avanços dos anos iniciais fizeram o Estado referência em alfabetização. O programa do MEC, inclusive, foi

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Brasil vence Olimpíada Ibero-americana de Física 2012

O Brasil obteve a primeira colocação na 17ª Olimpíada Ibero-americana de Física, realizada entre os dias 17 e 22 de setembro em Granada, na Espanha. A equipe brasileira, composta pelos estudantes de ensino médio Ilo Pereira Sá Emerenciano, Victor Matheo de Souza Fernandes, Luciano Drozda Dantas Martins e Liara Guinsberg, conquistou duas medalhas de ouro, uma de prata e uma de bronze. Com isso, o país obteve pela sexta vez o primeiro lugar no quadro de medalhas da competição da qual participa desde 2000. “As conquistas demonstram o alto nível de competitividade dos estudantes brasileiros em olimpíadas internacionais de física”, disse Euclydes Marega Júnior, coordenador da Olimpíada Brasileira de Física e pesquisador do Instituto de Física da Universidade de São Paulo (USP), campus de São Carlos. “Nessas competições, tem aumentado a participação feminina. Este ano, além da Liara, Lara Timbó Araújo, de Fortaleza, ganhou medalha na Olimpíada Internacional de Física”, disse Marega. Além das seis vitórias alcançadas na Olimpíada Ibero-americana de Física, o Brasil terminou em segundo lugar em outras quatro edições da competição internacional. Mais informações: www.sbfisica.org.br  

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FNDE monitora programas do livro no Espírito Santo

 O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) realiza, nesta semana, monitoramento dos programas do livro no Espírito Santo. Promovido em parceria com a Secretaria de Estado da Educação, o objetivo é aprimorar a gestão do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) e do Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE) nas redes municipais e estadual. Durante a semana, uma equipe técnica do FNDE percorrerá escolas públicas estaduais e municipais de Vitória, Vila Velha, Cariacica e Serra para conferir a execução dos programas nas unidades de ensino e orientar os dirigentes escolares. Também haverá encontro com gestores da Secretaria de Estado e da Secretaria Municipal de Educação de Vitória. Para aprimorar ainda mais a gestão dos programas do livro, o FNDE promove capacitação para gestores educacionais, coordenadores, diretores, professores e servidores das bibliotecas escolares. “A ideia é que o FNDE esteja cada vez mais próximo desses gestores e das escolas, porque isso enriquece o trabalho realizado diariamente, tanto na autarquia quanto nos estados e municípios”, afirma a coordenadora de Apoio às Redes de Ensino do FNDE, Ana Carolina Souza Luttner, que participa do monitoramento no Espírito Santo. PNLD – O Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) visa prover as escolas públicas

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