Conteúdo digital será abordado em curso

Nos dias 22 e 23 de outubro, terça e quarta-feira, o Imasters (Alameda Santos, 2395, São Paulo) sediará o curso “Conteúdo digital: e agora? – O que e como oferecer para o mercado privado, escolar e governamental”, promovido pelo AltTab. A primeira parte do curso apresenta o ambiente editorial digital, indicando os fatores que o caracterizam e apontando caminhos para navegá-lo.   A segunda parte aborda as possibilidades e limitações na adoção de conteúdo digital pelas escolas. Para fechar o curso, serão trabalhadas as informações da esfera governamental. Os ministrantes serão o editor Julio Silveira, o coordenador de tecnologias educacionais do Colégio Santa Cruz, Moisés Zylbersztajn, e a diretora do Instituto Educadigital e uma das fundadoras da Casa de Cultura Digital, Bianca Santana. As aulas ocorrerão, no dia 22/10, das 18h às 22h e dia 23/10, das 10h às 14h e das 15h às 19h. O curso custa R$ 650 à vista ou 2x de R$325. Para ver a programação completa, clique aqui. Preço promocional para funcionários de empresas associadas ABEU e Abrelivros: R$ 600,00 (às vista).

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PNE: texto do Senado reduz investimento em educação pública

A sutileza da mudança está na ordem das palavras. Em vez de obrigar o governo federal a investir em educação pública, o texto do PNE (Plano Nacional da Educação) aprovado no Senado exige investimento público em educação. De um modo geral, a troca de alguns trechos fez com que o Estado pudesse incluir no orçamento da educação verbas de programas que incluem parcerias com entidades privadas. O texto ainda precisa passar por um longo caminho, mas especialistas temem que a nova redação tire dinheiro das escolas e instituições públicas de ensino.     `Na verdade, o que se tentou no Senado foi reduzir a participação da União no financiamento da educação`, afirma o senador Álvaro Dias (PSDB-PR), que é o relator do projeto na CE (Comissão de Educação), próxima etapa do texto antes de ser submetido ao plenário. O PNE é um projeto que estabelece uma série de obrigações até 2020, entre elas a erradicação do analfabetismo, o oferecimento de educação em tempo integral e o aumento das vagas no ensino técnico e na educação superior. Em teoria, deveria ter entrado em vigor em 2011. Investimento público em educação Um dos trechos alterados no Senado é o que destina 10%

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Taxa de analfabetismo para de cair e tem pequeno aumento no Brasil

Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) divulgados na última sexta-feira, 27, mostram que taxa de analfabetismo parou de cair e registrou pequeno aumento, entre 2011 e 2012. Desde que a Pnad passou a cobrir o País inteiro, em 2004, é a primeira vez que o índice ficou maior do que no ano anterior.      A proporção de pessoas com 15 anos ou mais que não sabem ler nem escrever passou de 8,6% em 2011 para 8,7% em 2012. Em número absolutos, representou um aumento de 297 mil analfabetos, de 12,866 milhões para 13,163 milhões. Os técnicos do IBGE informaram que estão reavaliando o resultado e que não se pode falar em tendência de aumento do analfabetismo, que só acontecerá se o índice continuar a subir nos próximos anos.   O dado mais surpreendente é que o analfabetismo subiu na faixa dos 40 aos 59 anos. Na faixa dos 15 aos 19 anos, ficou estagnada em 1,2%. Nas demais faixas etárias, houve ligeira queda no índice. Os dados de analfabetismo são mais preocupantes no Nordeste, onde a taxa subiu meio ponto porcentual em um ano, passando de 16,9% para 17,4%. Enquanto a região tem 27% da população total de

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CCJ aprova plano de educação com 10% do PIB para o setor

A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado aprovou na última quarta-feira (25) o Plano Nacional de Educação (PNE). O projeto destina 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para o investimento público no setor no prazo de 10 anos – período de vigência do plano. Pela proposta, em até cinco anos a destinação de recursos para o ensino deve alcançar 7% do PIB. O texto ainda precisa passar pela Comissão de Educação do Senado antes de ser analisado pelo plenário da Casa.   Em seguida, a proposta volta para apreciação da Câmara, onde já foi aprovado mas precisa de nova análise após mudanças feitas pelos senadores. O plano estabelece metas e estratégias para a melhoria da educação no país, em todos os níveis de ensino. Entre os objetivos está a universalização, até 2016, da educação infantil na pré-escola para crianças de quatro a cinco anos, além da garantia de oferta de creche para 50% para as crianças de até três anos até o final dos dez anos.   O texto também assegura atendimento especializado universal para alunos com deficiência ou superdotados. Pela proposta, a partir do décimo ano de vigência do plano, todas as crianças de até seis anos

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Projeto de lei obtém consenso e passa em mais uma comissão do Senado

O projeto de lei que institui o Plano Nacional de Educação (PNE) foi aprovado na manhã desta quarta-feira, 25, pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado Federal. Agora, o projeto, que tramita naquela casa do Congresso Nacional como PLC 103/2012, será analisado pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte. Em maio, o texto ganhou o aval da Comissão de Assuntos Econômicos.   O PNE determina a destinação a políticas educacionais de pelo menos 10% do produto interno bruto (PIB). Além disso, estabelece uma série de metas a serem cumpridas nos próximos dez anos. Destacam-se entre elas a erradicação do analfabetismo, a oferta de educação em tempo integral e o estabelecimento de prazos máximos para alfabetização de crianças. A proposta reúne 14 artigos e 20 metas.  Um dos obstáculos à votação da matéria era o impasse em torno da meta 4, que visa a garantir o acesso à educação básica dos estudantes com deficiência na faixa etária de 4 a 17 anos. Após negociações entre senadores, Ministério da Educação e entidades de apoio, como a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), o relator do projeto e presidente da CCJ, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), chegou a

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Dilma aborda conquistas e investimentos ao falar na assembleia da ONU

A presidenta Dilma Rousseff apontou nesta terça-feira, 24, em discurso de abertura da 68ª Assembleia-Geral das Nações Unidas, em Nova York, as conquistas sociais e econômicas do governo, citando, entre outros exemplos, o investimento na educação de 75% dos royalties da exploração do petróleo. Os demais 25% serão destinados à área da saúde, como determina proposta aprovada pelo Congresso Nacional.    Ela disse que o Brasil retirou da pobreza extrema 22 milhões de pessoas em dois anos e reduziu “de forma drástica” a mortalidade infantil. Dilma ressaltou que as crianças são prioridade para o Brasil. “Isso se traduz no compromisso com a educação, pois somos o país que mais aumentou o investimento público no setor educacional, segundo o último relatório do OCDE.”     Dilma se referia a dados divulgados pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). De acordo com a instituição, o Brasil encabeça o grupo de países que destinou maior parte do investimento público total para a educação, com 18,1% de participação. A parcela do investimento público total destinada à educação cresceu 7,6 pontos percentuais no período de 2000 a 2010.     Ao se considerar o percentual investido em educação em relação ao investimento público total,

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País tem mais de 40 milhões no Ensino Básico da rede pública

Os números divulgados pelo Ministério da Educação (MEC), por meio do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), são referentes às matrículas efetuadas em todo o Ensino básico: Educação infantil (Creches e Pré-Escola), Ensino fundamental, Ensino médio, Educação de jovens e adultos e o sistema de Educação especial. Os números ainda não são definitivos porque os gestores têm 30 dias para efetuar correções, se for necessário.   O número de matrículas no Ensino básico do País tem caído desde 2010. Daquele ano a 2012, o número passou de 43,5 milhões para 41,1 milhões – redução de quase 5,5%. Se o número preliminar for confirmado daqui a um mês, a redução no número de matrículas entre 2010 e 2013 pode chegar a 6,5%. Os dados finais são usados pelo governo para execução dos programas de merenda, transporte Escolar, distribuição de livros, uniformes, entre outros.   Considerando só o Ensino fundamental, a queda foi de 64% de 2010 a 2012. Em 2010, o número de matrículas era de 26.675.320, passando a 24.944.975 em 2012. Para o Professor do mestrado em Educação da PUC-Minas Carlos Jamil Cury, a queda era prevista por causa da diminuição populacional.   Inclusão. Na Educação

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Em 5 anos, rede pública perde 3,9 mi de matrículas no fundamental e médio

Desde 2009, as redes estaduais e municipais de ensino perderam 3,9 milhões de matrículas no ensino fundamental e médio regular, segundo dados do Censo Escolar 2013 publicados no Diário Oficial da União desta segunda-feira (23).     Em maio de 2013 estavam matriculados 24.225.452 alunos no ensino fundamental público, o número é 13% menor do que o apresentado no censo escolar de 2009.   A redução vem sendo identificada ano a ano e costuma ser explicada pelo ajuste demográfico, com menos crianças entrando no sistema escolar e mais alunos frequentando o ano adequado à sua idade. No entanto, o ensino médio também teve queda no período. Este ano 7.046.435 estudantes estão matriculados em escolas municipais e estaduais. O número é 3% menor do que o identificado em 2009.   As matrículas na rede pública caíram também na EJA (Educação de Jovens e Adultos). Segundo os dados preliminares do Censo Escolar, 3.102.816 de estudantes se matricularam nessa modalidade em cursos de ensino fundamental e médio da rede pública. O número é 31% menor do que o registrado pelo censo realizado em 2009.   O ensino infantil público foi o único a ter aumento no número de matrículas. Em 2009, eram 4,98

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Livros didáticos seguirão matrizes curriculares do Enem a partir de 2015

A reforma do ensino médio nos moldes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) já começou antes mesmo da reestruturação do currículo. A partir de 2015, os livros didáticos das redes públicas serão interligados dentro das quatro áreas de conhecimento propostas pela prova. `Não significa o fim do livro didático por disciplina, mas cada matéria terá de dialogar com outras`, explica o secretário de educação básica do Ministério da Educação (MEC), Romeu Caputo. O edital dos livros didáticos para 2015 exige que as disciplinas de Química, Física e Biologia, por exemplo, estejam interligadas e atendam a requisitos mínimos comuns das Ciências da Natureza. Pela primeira vez, o documento prevê que as editoras apresentem obras com complementos digitais – e-books, jogos e aplicativos. Os próximos editais devem seguir esse mesmo formato, segundo o MEC.   Uma comissão de avaliadores em 12 universidades federais analisa se os livros apresentados em agosto por editoras de todo o País atendem a esses critérios. Até junho de 2014, um guia de obras recomendadas pelo governo federal deve ser enviado às escolas públicas. Essa mudança faz parte do projeto do MEC para redefinir todo o currículo do ensino básico – fundamental e médio – em um

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