Pacto Nacional pelo Ensino Médio é publicado no diário oficial

O Ministério da Educação instituiu na última segunda-feira, 25,  o Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio, pelo qual a pasta e as secretarias estaduais e distrital de Educação se comprometem a valorizar a formação continuada de professores e coordenadores pedagógicos que atuam no ensino médio público, tanto em áreas rurais quanto urbanas.

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MEC vai distribuir tablets para professores de escolas públicas em 2014

O Ministério da Educação (MEC) vai começar a distribuir tablets a professores do 6º ao 9º ano do ensino fundamental de escolas públicas em 2014. O anúncio foi feito na última segunda-feira, 25, pelo ministro da Educação, Aloizio Mercadante. Segundo ele, os professores deverão ser capacitados para usar o equipamento também no ano que vem.

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Vencedores deste ano receberão o prêmio em 12 de dezembro

A sétima edição do Prêmio Professores do Brasil recebeu 3.221 relatos de experiências de educadores que trabalham em escolas da educação básica pública nas 27 unidades da Federação. As inscrições foram encerradas em 30 de outubro. O encontro com os vencedores e a entrega dos prêmios será em 12 de dezembro, às 10h, no Teatro Brasil 21, em Brasília.

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Projeto define que Ministério da Educação cuide apenas do ensino básico

A Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) do Senado aprovou, na última terça-feira (12), projeto que transforma o Ministério da Educação em Ministério da Educação de Base, que deverá ficar encarregado da educação infantil até o ensino médio. Pelo texto, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação passará a regular o ensino superior. A matéria segue para a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).

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À espera do Plano Nacional de Educação

O Senado Federal deve votar nos próximos dias o novo Plano Nacional de Educação, a vigorar de 2011 a 2020, portanto, já com um atraso de três anos. Esse segundo plano é fruto de amplo debate público envolvendo mais de 3 milhões de pessoas em todo o Brasil. Essa ampla mobilização resultou em uma conscientização que reverberou nas manifestações de junho, nas quais milhares de pessoas reivindicaram uma educação de qualidade para todos.   Nesse contexto, destaco a importância do plano como norteador de diretrizes e ações das diferentes modalidades de ensino e, principalmente, como instrumento legal que possibilitará o acompanhamento e avaliação da sociedade brasileira do cumprimento de suas metas. Tendo participado de uma audiência pública no Congresso sobre a matéria, constatei a complexidade das questões que ainda estão em aberto para a votação. Retomo alguns pontos que defendi na ocasião. Mesmo com alguns pontos divergentes, o segundo PNE avança em várias frentes, como a determinação de um aumento progressivo de recursos (chegando a 10% do PIB) para o financiamento da educação e as fontes desses recursos, por exemplo, os royalties da exploração do pré-sal. A implementação das 20 metas e respectivas estratégias exige aumento de recursos e, ao

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À espera do Plano Nacional de Educação

O Senado Federal deve votar nos próximos dias o novo Plano Nacional de Educação, a vigorar de 2011 a 2020, portanto, já com um atraso de três anos. Esse segundo plano é fruto de amplo debate público envolvendo mais de 3 milhões de pessoas em todo o Brasil.

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Comissão do ensino médio adia relatório para debater pontos polêmicos

A comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa a reformulação do ensino médio adiou a apresentação do relatório para a próxima terça-feira (12). Um acordo entre os parlamentares que compõem a comissão definiu que o relator terá um prazo de mais sete dias para acertar pontos que ainda geram polêmica entre os integrantes da comissão.   O relatório “tem que estar perfeito”, disse o relator Wilson Filho (PTB-PB): “Nós não podemos errar, propor uma coisa que não vá dar certo, porque cada erro que se tem em qualquer proposta de mudança na educação você perde uma geração. É uma geração que é teste daquela sua mudança e se não der certo ela não tem como voltar ao ensino médio, ela fez um mau ensino médio”, advertiu.   Definição da área de conhecimento   Entre os pontos polêmicos que precisam ser acertados, o deputado Wilson Filho destacou a definição de quando os alunos poderão optar por uma área específica de conhecimento. Segundo ele, há quem defenda que no terceiro ano “nós pudéssemos ter o direito de o aluno escolher a ênfase que irá fazer naquele último ano”. De outro lado, diz o deputado, “muita gente defende que essa liberdade do

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Comissão do ensino médio adia relatório para debater pontos polêmicos

A comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa a reformulação do ensino médio adiou a apresentação do relatório para a próxima terça-feira (12). Um acordo entre os parlamentares que compõem a comissão definiu que o relator terá um prazo de mais sete dias para acertar pontos que ainda geram polêmica entre os integrantes da comissão. O relatório “tem que estar perfeito”, disse o relator Wilson Filho (PTB-PB): “Nós não podemos errar, propor uma coisa que não vá dar certo, porque cada erro que se tem em qualquer proposta de mudança na educação você perde uma geração. É uma geração que é teste daquela sua mudança e se não der certo ela não tem como voltar ao ensino médio, ela fez um mau ensino médio”, advertiu.   Definição da área de conhecimento   Entre os pontos polêmicos que precisam ser acertados, o deputado Wilson Filho destacou a definição de quando os alunos poderão optar por uma área específica de conhecimento. Segundo ele, há quem defenda que no terceiro ano “nós pudéssemos ter o direito de o aluno escolher a ênfase que irá fazer naquele último ano”. De outro lado, diz o deputado, “muita gente defende que essa liberdade do aluno

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