Ideologia na escola
Evidências não faltam de que muitos professores têm transformado as salas de aula em laboratórios de doutrinação ideológica esquerdista, sob o argumento de que é necessário criar “resistência” a uma suposta onda conservadora.
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Evidências não faltam de que muitos professores têm transformado as salas de aula em laboratórios de doutrinação ideológica esquerdista, sob o argumento de que é necessário criar “resistência” a uma suposta onda conservadora.
Criar mecanismos para o acompanhamento individualizado dos alunos é a terceira estratégia da meta 2 do Plano Nacional de Educação (PNE) – que busca universalizar o ensino fundamental para toda a população de 6 a 14 anos e garantir que ao menos 95% dos alunos concluam essa etapa na idade recomendada – e constitui um desafio em si só considerando que a progressão das aprendizagens ao longo desse período nem sempre está clara para os próprios profissionais de Educação.
Quem procura os índices da educação brasileira em rankings globais está acostumado a olhar para o fim da lista. Na quinta-feira, no entanto, seis garotos entre 16 e 18 anos puseram o país entre os quinze melhores do mundo justamente na matéria mais temida, a matemática.
No Brasil, infelizmente, temos uma longa tradição de descaso com a educação, tradição esta que remonta aos primeiros anos de nossa história. Sem qualquer dúvida, esse descaso está entre as maiores causas dos problemas nacionais.
Nos últimos anos, uma série de políticas públicas, como Bolsa Família, ações afirmativas na universidade e aumento das vagas na educação infantil, conseguiram diminuir as desigualdades sociais e educativas no país – ainda que numa taxa insatisfatória. Com a crise econômica e política, no entanto, esses avanços estão ameaçados.
Uma das metas do Plano Nacional de Educação (PNE) é a universalização da educação inclusiva e especial até 2024. Nos últimos anos, o Ministério da Educação, por meio da Secretaria de Educação Continuada e Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi) avançou muito nesses temas. A intenção, agora, é promover a qualidade desse atendimento.
A opinião é de Larry Schweinhart, coordenador de um instituto que comprova o extraordinário potencial da Educação de qualidade na primeira infância.
A secretária de Educação Continuada do Ministério da Educação (MEC), Ivana de Siqueira, afirmou em debate na Câmara dos Deputados que as políticas públicas que beneficiam os alunos com necessidades especiais não são efetuadas nas escolas.
“Vamos construir a Base Nacional Comum Curricular de forma técnica, responsável e de acordo com parâmetros internacionais”, garantiu o ministro da Educação, Mendonça Filho, em encontro com a Frente Parlamentar de Educação do Congresso Nacional. “Assim os alunos do Brasil não perderão espaço com relação às principais nações do mundo em termos de aprendizado”, disse o ministro.