Curso ABC: novo capítulo mostra a importância da compreensão na leitura
‘Compreensão na Leitura: Investigação e Ensino’. Esse é o tema do novo capítulo do Curso on-line Alfabetização Baseada na Ciência (ABC).
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‘Compreensão na Leitura: Investigação e Ensino’. Esse é o tema do novo capítulo do Curso on-line Alfabetização Baseada na Ciência (ABC).
Não é de hoje que os audiolivros estão no centro das atenções do mercado editorial. Uma tendência global, o setor de áudio – também influenciado pela pandemia – apresentou um bom crescimento no último ano e o que se espera é que essa tendência continue.
A privatização dos Correios pode ser pior para o mercado editorial que taxação de livros. A constatação foi publicada no Estadão na última quinta. Em meio aos diversos problemas que o setor enfrenta, como o cancelamento de eventos literários, fechamento de comércio impostos pela pandemia e concorrência com gigantes do marketplace.
No momento em que os estudantes aos poucos vão voltando ao regime presencial nas escolas públicas e privadas do país, a discussão sobre o uso de tecnologias no universo educacional ganha forças.
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou, nesta quinta-feira, 8 de julho, os resultados da pesquisa “Resposta educacional à pandemia de COVID-19 no Brasil”. Os dados aferidos serão fundamentais para a compreensão das consequências da pandemia no sistema educacional brasileiro.
O papel dos games na indústria do entretenimento já é bastante claro, consolidado e crescente. Dados da Newzoo, empresa global que analisa o setor, apontam que em 2020 o faturamento dessa indústria foi de US$ 159 bilhões, 9,3% superior ao registrado em 2019. Mas e o seu papel na educação? E a relação dessa indústria com a editorial? Esse foi o tema do segundo EdTech Meeting, série de encontros que quer debater a inovação no setor editorial ligado à educação.
O ministro da Educação, Milton Ribeiro, defendeu nesta quarta-feira (7) a volta às aulas presenciais nas escolas públicas em todo o País, respeitando os protocolos decorrentes da crise sanitária. Ele foi cobrado por integrantes da Comissão de Educação da Câmara dos Deputados sobre Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) do governo junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) questionando Lei 14.172/21, que destina R$ 3,5 bilhões para a conectividade nas escolas.
O ministro da Educação, Milton Ribeiro, disse, ontem (7), que jamais se opôs à informatização de escolas públicas ou à distribuição de tablets, notebooks ou computadores para estudantes carentes. No entanto, a exemplo de outros setores do governo federal, o ministro considera que há outras prioridades para melhorar a qualidade estrutural da rede de ensino.
Os ministros da Educação, Milton Ribeiro, e da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmaram hoje que as pastas discutiram a criação de um protocolo de segurança contra a covid-19 estabelecendo regras para o retorno das aulas presenciais no país.