Boletim do PNLL

Aberta as inscrições para o Prêmio Vivaleitura    Já estão abertas as inscrições para o Prêmio Vivaleitura, uma iniciativa do Ministério da Cultura, Ministério da Educação e da OEI (Organização dos Estados Ibero-americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura). As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pela Internet (www.premiovivaleitura.org.br) ou via postal (Caixa Postal 710.377, São Paulo, CEP 03410-970). O prazo de inscrição vai até 15 de junho de 2006. Maiores informações podem ser obtidas por esse site ou pelo telefone 0800-7700987 (as ligações são gratuitas). O prêmio tem o objetivo de estimular, fomentar e reconhecer as melhores experiências relacionadas à leitura no País. Parte do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) e lançado oficialmente junto com o PNLL, no último dia 13/03, no encerramento do Fórum PNLL Vivaleitura, pelos ministros Gilberto Gil (Cultura) e Fernando Haddad (Educação), o prêmio é aberto a bibliotecas, escolas, ONGs e comunidade em geral com ações na área.    El País destaca o lançamento do Prêmio Vivaleitura     O Prêmio Vivaleitura mereceu chamada de capa e foi destaque no El País, maior jornal da Espanha e um dos mais influentes do mundo. Com o título “Brasil distinguirá las iniciativas

Ler mais

Oferta da Saraiva pode superar R$ 250 milhões

A livraria e editora Saraiva fará uma oferta pública de ações preferenciais que pode superar R$ 250 milhões, informou a companhia no prospecto preliminar da operação. A oferta compreende a venda de 8 milhões de ações preferenciais, sendo 3 milhões de uma oferta primária e 5 milhões de uma secundária, correspondente a uma fatia da participação de Jorge Eduardo Saraiva, acionista controlador, e de fundos de investimentos.     A operação também marca a entrada da companhia no nível 2 de governança corporativa da Bovespa, espécie de ante-sala do Novo Mercado. A oferta poderá ter um lote suplementar de 15% a ser subscrito pelo Santander, coordenador líder da operação, em parceria com o Pactual. Também está prevista uma outra tranche adicional que equivale a 20% da oferta inicial, para atender a um eventual excesso de demanda. O período de reserva das ações vai de 29 de março a 7 de abril.  A empresa vai reservr 10% da oferta para investidores de varejo, público que terá atendidas integralmente as reservas de até R$ 5 mil.   A empresa informou que os recursos da oferta primária podem ser utilizados para a aquisição de editoras de catálogos editoriais e redes varejistas de livros.

Ler mais

Começa consulta para revisão de diretrizes curriculares

O Conselho Nacional de Educação (CNE) realizou no último dia 16, em Brasília, a primeira reunião da comissão que deve apresentar, este ano, parecer sobre as novas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil e o Ensino Fundamental. Os participantes reconheceram a importância de um debate sobre a política curricular, devido às recentes alterações na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), que estabeleceu a obrigatoriedade da matrícula a partir dos seis anos e a ampliação do ensino fundamental para nove anos.    A comissão é formada pelos membros da Câmara de Educação Básica do CNE Adeum Sauer (presidente), Maria Beatriz Luce (relatora), Clélia Craveiro e Murílio Hingel. O secretário de Educação Básica do MEC, Francisco das Chagas, representou o ministro da Educação, Fernando Haddad. Participaram conselheiros do CNE, dirigentes do MEC, além de representantes das secretarias e conselhos estaduais e municipais de educação, de entidades das escolas particulares, de sindicatos de professores e de universidades.    Maria Beatriz Luce destacou a necessidade de atualizar as diretrizes para a qualificação do projeto pedagógico das escolas, tendo em vista a democratização do acesso, permanência e sucesso escolar, conhecimento, gestão e política educacional. “Deverão ser objeto dos estudos e debates

Ler mais

Boletim do PNLL

Gilberto Gil e Fernando Haddad anunciam medidas para a política do livro no Brasil    Encerrando o Fórum PNLL Vivaleitura 2006/2008, realizado nos dias 12 e 13/03 em São Paulo, junto com a Bienal Internacional do Livro, os ministros da Cultura, Gilberto Gil, e da Educação, Fernando Haddad, anunciaram as medidas governamentais para converter o livro e a leitura em política de Estado. Eles lançaram o documento Linhas de Ação para a Política Nacional do Livro, com diretrizes para a área; o Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) e o Prêmio Vivaleitura. Em seu pronunciamento, Gil lembrou que a mobilização fantástica como a vista em 2005 não pode acabar e que é chegado o momento de políticas públicas de médio e longo prazos. Para ele, “não é mero acaso que o país hegemônico na economia mundial tenha como o seu principal setor exportador, a partir de 1996, as suas indústrias criativas”. Também Haddad lembrou que não há país que não tenha se desenvolvido sem uma grande cultura do livro. Neste sentido, autores e livros são peças fundamentais para as reformas propostas pelo Ministério da Educação na busca da formação cidadãos participativos. Participaram também da mesa o coordenador geral do

Ler mais

Mais livros e cadernos vão elevar procura por papel

Governo aumentará compra de livros e fábricas de caderno projetam exportar US$ 70 milhões. A maior demanda por livros didáticos adquiridos pelos programas de governo e o crescimento nas exportações de cadernos devem puxar o consumo de papel de imprimir e escrever no mercado interno este ano.     A expectativa, segundo o diretor da Votorantim Celulose e Papel (VCP), Sérgio Vaz, é de que as compras de governo, que foram de 61 milhões de unidades em 2005, alcancem 120 milhões de livros este ano. O mercado espera, segundo o presidente da Abrelivros e diretor superintendente da Abril Educação, João Arinos, que o governo aumente este ano as compras de livros para o ensino médio, incluindo novas disciplinas no Programa Nacional do Livro Didático.     “As encomendas do governo seguem um ciclo trienal que no ano passado teve o pico de baixa, visando só as reposições, mas este ano esperamos que o governo amplie a compra de livro didáticos para o ensino médio. No ano passado, foram comprados nesta área apenas livros para Português e Matemática e a expectativa é de que mais duas disciplinas sejam incluídas nas compras“, disse Arinos.     Com isso, explicou o executivo, são

Ler mais

Seminário vai avaliar ações do Plano Nacional de Educação

A Comissão de Educação e Cultura deverá realizar seminário para continuar o processo de avaliação do Plano Nacional de Educação (PNE), com a análise das ações no período 2004-2006. Proposto pelo presidente da comissão, deputado Paulo Delgado (PT-MG), o encontro deverá ser realizado em conjunto com o Senado e com a participação do Ministério da Educação. A data ainda não foi marcada.    O evento deverá contar com a participação dos gestores responsáveis pelas diversas instâncias e segmentos educacionais no País. Os participantes vão apresentar dados sobre a execução do PNE, instituído pela Lei 10172/01.    As discussões deverão gerar propostas de atualização e modificação de metas e diretrizes do plano. “O objetivo é colaborar com o Poder Executivo e com a sociedade para garantir o desenvolvimento de um plano que melhore a qualidade da educação no Brasil“, propõe Paulo Delgado.   

Ler mais

Literatura para Todos supera expectativa de inscritos: interessados têm até 16 de março

As inscrições do concurso Literatura para Todos terminam nesta quinta-feira, 16 de março. Até a véspera, o MEC já tinha registrado a inscrição de mais de 600 obras, superando a expectativa, que era de 500 ao todo. Serão selecionados livros de oito gêneros literários que receberão um prêmio de R$ 10 mil cada. A tiragem inicial será de 300 mil exemplares.    Lançado pelo Ministério da Educação (MEC), o concurso é inovador para os escritores brasileiros, profissionais ou amadores, por criar um segmento específico, voltado a jovens e adultos em processo de alfabetização ou recém-alfabetizados. Com a distribuição dos livros, o objetivo é desenvolver o gosto deste público pela leitura e incentivá-lo a continuar os estudos em classes de educação de jovens e adultos (EJA).    “Não há nada do gênero para esse segmento. A produção editorial brasileira ficou exclusivamente voltada para o leitor, aquele que já sabe ler, ou o neoleitor infantil”, explica o professor Tancredo Maia, coordenador-geral de Alfabetização da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad/MEC).    As categorias são: conto ou novela, crônica, poesia, biografia ou relato de viagem, ensaio ou reportagem, textos da tradição oral, esquetes, scripts, peças teatrais, roteiros de vídeo ou cinema,

Ler mais

Audiências atrasam votação do Fundeb no Senado

A terça-feira, 14 de março, foi mais um dia marcado por discussões em torno do Fundo da Educação Básica (Fundeb), cujo texto está sendo apreciado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. Novamente, a audiência pública tratou quase exclusivamente da existência de um ou três fundos de financiamento. E a tramitação da matéria praticamente não teve avanços.    A presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Juçara Dutra, defende a aprovação do texto assim como está. Segundo ela, a matéria já foi bastante discutida anteriormente na Câmara, onde obteve aprovação quase por unanimidade, e os ajustes devem ser realizados posteriormente, na regulamentação da lei. “A CNTE é defensora de um fundo porque entende que temos condição de corrigir a fragmentação da educação. Portanto, com um fundo único da educação básica estaremos dando um passo importante.”     Ela defende a implementação de um sistema de educação onde as responsabilidades sejam compartilhadas entre estados, municípios e a União. Mas observa que as instâncias tenham uma preocupação com o financiamento do conjunto do ensino básico.     Durante a audiência, Juçara pediu a aprovação da matéria o mais rápido possível, por entender que isso não compromete os avanços

Ler mais

Editora de livro segue passos da concorrência

Com o aumento da inserção dos sistemas de ensino nas escolas brasileiras, tradicionais editoras de livros didáticos também tiveram que criar seus próprios sistemas para não ficar atrás da concorrência. A Abril Educação, dona das editoras Ática e Scipione, lançou o Apoio Escola há dois anos. Mas sua abrangência ainda é tímida. O sistema é utilizado por cerca de 30 mil alunos. “É um mercado que existe e, como líderes no segmento educação, foi preciso entrar também“, conta João Arinos, diretor-geral da Abril Educação.     O executivo diz que os sistemas ganham espaço na medida em que facilitam a vida da escola. Além dos conteúdos já estruturados e das atualizações periódicas, oferecem outros serviços, como treinamento e assessoria pedagógica. Há ainda uma vantagem comercial: a escola economiza na formação de professores e na confecção de material pedagógico, além da chance de revender as apostilas com uma margem de lucro que não existiria no caso dos livros didáticos.    Ao mesmo tempo, segundo ele, o mercado de livros didáticos está “um pouco estacionado“ e a procura pelos sistemas cresce ano a ano. Mas aposta que os dois modelos de negócios vão conviver por um bom tempo. “Em uma ponta está

Ler mais
Menu de acessibilidade