Boletim do PNLL

Inscrições via web para Prêmio Vivaleitura também terminam dia 15    O prazo final para o envio de trabalhos para o Prêmio Vivaleitura é dia 15 de junho. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas clicando aqui. Será considerada a data do envio pela Internet. Para os trabalhos enviados via postal, vale a postagem indicada pelo carimbo do correio, na data da expedição. O endereço é: Prêmio Vivaleitura, Caixa Postal 710377, CEP 03410-970, São Paulo (SP). Os trabalhos podem ser inscritos em três categorias: bibliotecas públicas, privadas e comunitárias; escolas públicas e privadas; e pessoas físicas, universidades e instituições da sociedade que desenvolvam trabalhos na área da leitura. Em cada categoria, os vencedores receberão um prêmio de R$ 25 mil. O Prêmio Vivaleitura é uma iniciativa do Ministério da Educação (MEC), Ministério da Cultura (MinC) e Organização dos Estados Ibero-americanos para Educação, a Ciência e a Cultura (OEI). É patrocinado pela Fundação Santillana e tem apoio do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e União dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime). O prêmio tem o objetivo de estimular, fomentar e reconhecer as melhores experiências relacionadas à leitura.     Mindlin doa 30 mil volumes de sua Biblioteca Brasiliana

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Os novos esquemas do Fundef

Sebastião Sousa, 40 anos, dá aula de história na escolinha do acanhado município de Boqueirão do Piauí, no sertão piauiense. Por lá, reclamação é o que não falta. Nem o quadro-negro escapa. “O giz não pega“, diz ele. Não é só: as carteiras escolares estão quebradas e muitas vezes os alunos ficam sem merenda. O dinheiro que falta para resolver os problemas da escola sobra numa portentosa conta, a dos desvios de verba do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental, o Fundef.     Boa parte do bilionário montante que o governo federal repassa a Estados e municípios – só no ano passado, foram R$ 32,7 bilhões – acaba indo parar em outros destinos. Muitas vezes, no bolso de políticos corruptos. Dez anos após a criação do fundo, o Ministério da Educação até hoje não tem nenhum mecanismo destinado a fiscalizar a aplicação do dinheiro.     Para fiscalizar a destinação das verbas do Fundef, a Controladoria Geral da União sorteia municípios todos os meses e manda fiscais conferirem como os prefeitos utilizam os recursos. O resultado tem sido desastroso. Ao longo de 2005, os fiscais percorreram 51 municípios. Em mais da metade, encontraram desvio das verbas do

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Ministros da Educação do G-8 aprovam proposta do Brasil

A proposta apresentada nesta sexta-feira, 2 de junho, pelo ministro da Educação do Brasil, Fernando Haddad, estabelecendo uma cooperação triangular Norte-Sul-Sul, foi aceita pelo encontro de ministros da Educação do G-8, na Rússia. O documento aprovado pelos ministros será levado agora aos chefes de Estado do G-8, que estarão reunidos em julho, novamente na Rússia.    A proposta inovadora prevê a cooperação técnica dos países em desenvolvimento, como o Brasil, para levar programas educacionais como a merenda escolar, o livro didático, o Fundo da Educação Básica (Fundeb), o Bolsa-Família, a Alfabetização e o Prova Brasil aos países pobres. As ações seriam financiadas pelos países ricos e viriam da troca da dívida externa ou por transferência direta de recursos.    Segundo o ministro Fernando Haddad, só a mudança do modelo e a ampliação do financiamento garantirão o alcance das metas do milênio no que se refere à educação.  

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Talentos sobrevivem ao mau ensino

Os alunos brasileiros têm péssimo desempenho em matemática. As notas médias vão caindo a cada série, um grande número de estudantes ignora técnicas algébricas simples de resoluções de equações e outros não conseguem resolver questões que exigem conhecimento mínimo da disciplina.     Esse quadro, desalentador, já era um pouco esperado pelos organizadores da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas. A surpresa foi constatar que ao menos 30 mil alunos se destacaram, muitas vezes, em situações adversas. São, na definição da vice-presidente da Sociedade Brasileira de Matemática, Suely Druck, talentos individuais que resistem ao péssimo ensino público ou alunos que foram motivados por bons professores. Às vezes, há a soma desses dois fatores. Foi o que aconteceu com os irmãos Luís Paulo Carvalho, 12, e Luís Fernando Carvalho, 15. Filhos da empregada doméstica Rosimar Gonçalves, 46, o mais velho ficou entre os 2001 melhores alunos do país e, por isso, ganhará uma bolsa do CNPq. O menor ganhou menção honrosa por ficar entre os 30 mil melhores. Num universo de 10,5 milhões, estão entre os 0,3% melhores estudantes.     Em casa, apesar das dificuldades, eles receberam apoio da mãe. Com R$ 500 de seu salário, ela sustenta, sozinha,

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Especialistas destacam qualidade dos livros didáticos

Equipes de várias universidades públicas participaram este ano da confecção do Guia do Livro Didático, que indica livros para escolas de 1ª a 4ª série do ensino fundamental adotarem no próximo ano letivo. Os professores fizeram a pré-análise das obras inscritas, a avaliação do conteúdo pedagógico e a seleção, obedecendo princípios e critérios estabelecidos no edital do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) 2007.    De acordo com o edital, os livros didáticos não podem veicular preconceitos, estar desatualizados em relação aos avanços da teoria e prática pedagógicas, repetir padrões estereotipados ou conter informações erradas ou superadas pelo desenvolvimento de cada área do conhecimento.    Constam do Guia do Livro Didático, que acaba de ser impresso e enviado a 131 mil escolas públicas de 1ª a 4ª série, as resenhas dos livros e coleções aprovadas. Os sete volumes do guia podem ser acessados no sítio do FNDE. Os professores, com base na análise das resenhas dos títulos contidos no guia e nas sugestões para uso em sala de aula, escolherão as obras a serem utilizadas de acordo com a proposta pedagógica da escola. O controle de qualidade será feito pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE/MEC) ou instituição contratada

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MEC oferece cursos para professores em libras e braille

A Secretaria de Educação Especial do Ministério da Educação (Seesp/MEC) promove a partir de segunda-feira, 5, três cursos de formação de professores em libras e braille. As aulas do curso de Formação de Instrutores Surdos e Libras para Professores serão realizadas em Cuiabá e a Formação em Sistema Braille ocorrerá em Recife, Cuiabá e Boa Vista.    Cada curso formará 30 professores de classes regulares, que foram indicados pelas secretarias de educação estaduais. De acordo com a coordenadora-geral de desenvolvimento da Seesp, Kátia Marangon, o MEC comunica às secretarias de educação dos estados sobre a realização dos cursos e os órgãos indicam os professores que darão as aulas. “São 10 professores da capital e 20 do interior”, explica.    As aulas terminam no dia 16 e fazem parte do projeto Interiorizando Libras e Braille, que atenderá este ano 690 educadores. Segundo Kátia Marangon, o objetivo do programa é apoiar e incentivar a formação de professores em todos os estados para atuarem em classes regulares com alunos portadores de deficiência auditiva ou visual.  

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No G-8, Brasil defende conversão da dívida em educação

O ministro da Educação, Fernando Haddad, participa da reunião de ministros da Educação do Grupo dos Oito (G-8) formado por França, Japão, Estados Unidos, Alemanha, Reino Unido, Itália, Canadá e Rússia. A agenda do encontro, realizado em Moscou, se concentra no debate de formas de investimentos em educação e na conversão da dívida externa em projetos para o setor.     Haddad participa da reunião a convite do ministro da Educação e Ciência da Rússia, Andrey Fursenko, que, para o evento, convidou ministros de quatro países em desenvolvimento: Brasil, África do Sul, Índia e México. O ministro brasileiro vai apresentar duas propostas: a cooperação triangular Norte-Sul-Sul e a troca dos serviços da dívida externa por investimentos em educação. A cooperação triangular Norte-Sul-Sul combina recursos e assistência técnica de países ricos com experiências e práticas de países em desenvolvimento, em benefício de países pobres. A ação aproveita a tradicional assistência Norte-Sul com a cooperação técnica Sul-Sul.     A troca da dívida externa dos países por investimentos em educação é outro tema que será defendido pelo ministro. Haddad vai sugerir que o assunto integre a agenda da educação do G-8 como modalidade alternativa de financiamento de uma educação de qualidade para

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Positivo Informática é líder em PCs

O grupo Positivo acaba por se tornar exemplo de excelência nas três áreas em que atua – educacional, gráfico-editorial e informática. Estas duas últimas criadas inicialmente apenas para atender as necessidades do próprio grupo.    A gráfica nasceu para imprimir as apostilas do cursinho pré-vestibular, que deu início ao grupo; e o setor de informática, hoje o mais lucrativo, foi criado para produzir microcomputadores para a administração do grupo.     No ano passado, o faturamento foi superior a R$ 1 bilhão, quando as previsões mais otimistas indicavam R$ 850 milhões. A responsável por esse crescimento foi a Positivo Informática, com 55% do total. A empresa é líder brasileira na fabricação de computadores; são 70 mil máquinas por mês. Também produz softwares e soluções educacionais vendidos no Brasil e no exterior.     Na área gráfica, que responde por 35% do faturamento, a Editora Positivo é dona do Dicionário Aurélio e comercializa o material educacional adotado em 2,6 mil escolas distribuídas pelo Brasil, Japão e Estados Unidos. A Posigraf é a segunda maior gráfica comercial da América Latina e lidera o ranking nacional em seu nicho de mercado.     O sistema educacional, com 22 mil alunos, responde pelos outros

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Jean-Christophe Marc deixa Larousse

O francês Jean-Christophe Marc está deixando o comando da editora Larousse do Brasil, que mantém atividades no país há três anos. Em seu lugar, assume o brasileiro Fábio Godinho, 31, que até então respondia pela diretoria financeira da empresa. Essa transferência acontece no momento em que a empresa lança, em parceria com a VEJA, revista da Editora Abril, sua obra mais ambiciosa, um dicionário enciclopédico em 24 volumes, especialmente criado para o mercado brasileiro.     Em seu comunicado ao mercado, A Larousse do Brasil informa que “manterá sua estratégia de trabalho com profissionalismo, seriedade de conduta e foco no negócio, sem perder a paixão pelo livro“. Além disso, a empresa francesa comunica que, “a partir de agora, terá como um de seus objetivos o estreitamento dos laços com clientes, fornecedores e parceiros e buscará intensificar o relacionamento com as entidades representativas do setor livreiro“.

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