USP discute ensino da escrita

A Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (USP) promove, de 7 a 9 de agosto próximo, o 2º Simpósio Internacional sobre Práticas Escritas na Escola: Letramento e Representação. No evento, será debatido o ensino da escrita em todos os níveis escolares. Outro objetivo é promover o desenvolvimento da linha de pesquisa em estudos de lingüística aplicada ao português.    O encontro é voltado para alunos de graduação e pós-graduação, educadores do ensino fundamental, médio e universitário, além de pesquisadores da área. Estão previstas conferências de professores de universidades brasileiras, americanas, francesas e argentinas. Na terça-feira, dia 8, às 10h, o diretor de estatísticas e avaliação do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep/MEC), Dilvo Ristoff, faz palestra sobre a avaliação no ensino superior.    As palestras serão realizadas no anfiteatro do curso de geografia da Faculdade de Filosofia, na Avenida Luciano Gualberto, 403, na Cidade Universitária. As inscrições para o simpósio, que custam R$ 15, devem ser feitas pela internet até o dia 28 de julho. Serão oferecidas 160 vagas.        

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Olimpíada de Matemática reúne 14 milhões

O número de inscritos na 2ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep) chegou a 14.158.917, o que representa um aumento de quase 35% em relação ao ano passado, quando 10 milhões e meio de estudantes participaram da competição.     A iniciativa, que tem como objetivos estimular o estudo da matemática entre estudantes dos ensinos médio e fundamental e contribuir para a melhoria da qualidade do ensino da matéria, é organizada pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa), unidade vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), em parceria com a Sociedade Brasileira de Matemática.     Segundo o MCT, a escolha dos melhores alunos será feita em duas fases: a primeira prova no dia 29 de agosto e a segunda no fim de novembro. Em março serão divulgados os nomes dos vencedores.     Para os organizadores, os resultados da Obmep vão muito além da premiação: o estudante melhora o desempenho em outras áreas e disciplinas, cria novos vínculos com a escola e aumenta a sua autoconfiança, na medida em que desenvolve a capacidade de resolver problemas.     Todos os estados brasileiros estão participando da disputa, num total de 32.603 escolas. Os estudantes paulistas formam

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Laboratório sobre rodas

Um grupo de estudantes entra no caminhão adaptado e o desafio científico e tecnológico é apresentado. A partir de ferramentas como alicates, serras, lixas, furadeiras, tornos e pequenos motores, eles devem descobrir soluções para problemas, com a orientação de monitores e professores.     Essa é a proposta do projeto Oficina Desafio, parceria entre o Museu Exploratório de Ciências da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e o Instituto Sangari, organização não-governamental educacional, que percorrerá escolas de ensino fundamental e médio em todo o Estado de São Paulo.     “A idéia é instigar a imaginação, na medida em que os jovens terão que projetar, construir e operar artefatos capazes de solucionar o problema proposto. Para isso, eles têm à disposição mais de 300 peças que vão de tábuas de madeira e tubos de PVC a molas, bolas de gude, pregos e parafusos”, disse Marcelo Firer, coordenador do Oficina Desafio à Agência FAPESP.     O lançamento do projeto ocorreu na quinta-feira (13/7), no estacionamento da Biblioteca Central da Unicamp. De Campinas, o caminhão segue para a 58ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que será realizada na semana que vem, em Florianópolis. Em agosto, o

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Fundeb é aprovado na Comissão de Constituição e Justiça

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara aprovou nesta quarta-feira, 12, o substitutivo do Senado à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que cria o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). A proposta, que recebeu parecer favorável do relator, segue agora para análise de uma comissão especial.     As modificações realizadas no projeto do Fundeb são avaliadas pela comissão especial, abrindo espaço para emendas por dez sessões. Transcorridas as sessões, o relator pode apresentar o parecer ao projeto que, em caso de aprovação, segue para votação no plenário da Câmara. Assim que o Fundeb for aprovado, o Ministério da Educação apresentará o projeto de sua regulamentação por meio de lei ordinária.     Fundeb – O Fundeb substituirá o atual Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef). Com duração de 14 anos, atenderá os alunos da educação infantil, do ensino fundamental e médio e da educação de jovens e adultos, alcançando 48 milhões de estudantes. O aporte da União será de R$ 4,5 bilhões, a partir do terceiro ano, o que representa cerca de 10% do valor

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Prêmio VivaLeitura recebe quase três mil inscrições

A primeira edição do Prêmio VivaLeitura, promoção conjunta dos ministérios da Educação (MEC) e da Cultura (MinC), recebeu 2.972 inscrições. O valor total do prêmio, de R$ 75 mil, será dividido entre as categorias: bibliotecas públicas, privadas e comunitárias; escolas públicas e privadas; e pessoas físicas, universidades e instituições.    O prêmio, que tem o objetivo de estimular e fomentar a leitura e a formação educacional e reconhecer as boas práticas de leitura no país, é coordenado pela Organização dos Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI) e conta com o patrocínio da Fundação Santillana, da Espanha.    Segundo a gerente do prêmio, Lúcia Jurema Figueiroa, de julho a agosto, os trabalhos passarão por três fases de seleção. A primeira vai verificar a compatibilidade dos projetos em relação ao regulamento. A segunda escolherá 15 finalistas, cinco por categoria. E a última, que será feita por uma equipe de sete especialistas indicados pelo MEC e pelo MinC, definirá os três vencedores.    Certificado – A gerente do prêmio explica que os 2.972 inscritos ao VivaLeitura receberão um certificado de participação, os 15 melhores ganharão um troféu e os três vencedores, o prêmio de R$ 25 mil. A

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Expansão de ensino não tem selo de qualidade

Ao eleger a educação como prioridade de um segundo mandato, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva promete investir em uma área da qual muito se esperava do PT e que, na prática, pouco se produziu nos últimos quatro anos. A pasta da Educação teve três titulares na gestão Lula, sendo que o primeiro, o senador Cristovam Buarque (PDT-DF), era um quadro importante do PT e chegou a ser governador do Distrito Federal pelo partido. Foi demitido por telefone enquanto viajava ao exterior. Os críticos do governo vêem uma política educacional que preocupou-se apenas em administrar o dia a dia, com aumento de repasse de recursos vinculados, sem atentar para um salto qualitativo, mas reconhecem iniciativas que ampliaram as vagas no ensino superior e a duração do ensino fundamental. O governo Lula ampliou inovações da gestão passada, em áreas de avaliação do ensino – como o Provão (ensino superior), o Saeb (Sistema de Avaliação do Ensino Básico), o Enem (ensino médio) – e de financiamento da educação, com a criação do Fundo de Desenvolvimento do Ensino Fundamental (Fundef). Ao fazer as ampliações, o governo petista mudou os nomes dos programas, dando-lhes sua marca.   Outra crítica feita por especialistas em

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Ministro defende mobilização social para melhorar educação

O Ministro da Educação, Fernando Haddad, disse que a sociedade paulistana, mais do que o Estado, é quem precisa se mobilizar para melhorar a qualidade da educação pública no Estado. “Essa mobilização precisa ter um caráter social, não estatal“. afirmou. Em entrevista ao programa Roda Viva, na TV Cultura, na noite de segunda-feira (10), o ministro comentou os resultados do Prova Brasil, uma avaliação feito pelo MEC que colocou a 4ª série da rede de ensino da Prefeitura de São Paulo entre as sete piores do país. “O que São Paulo pode fazer com esses dados? São Paulo pode lamentar. Mais do que lamentar, São Paulo pode se mobilizar e não aceitar esse resultado“, afirmou. Segundo o ministro, é precisa investir na formação do professor e reforças a permanência do aluno na escola, entre outras medidas.     O ministro chamou o Prova Brasil de “revolução“, por avaliar a qualidade das escolas e divulgar os resultados. “Divulgamos os dados por escola por entender que isso mobilizaria mais a sociedade“, afirmou. A chave para melhor o ensino, segundo ele, é tornar “a escola mais pública e menos estatal“. Haddad afirmou que estuda retirar o regime de urgência do projeto de reforma

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Boletim do PNLL

ISBN passa a ter 13 dígitos a partir de 1º de agosto    Segundo comunicado da Agência Brasileira do ISBN, a partir do dia 1º de agosto de 2006, entrará em funcionamento o sistema de atribuição de números do ISBN com 13 dígitos. Até o dia 31 de dezembro de 2006 continuarão a serem recebidos os ISBNs com 10 dígitos (solicitados até o dia 1º de outubro de 2006), mas partir de 1º de janeiro de 2007 a Agência operará exclusivamente com o sistema de 13 dígitos. Será distribuído, no ato do cadastramento ou quando solicitado, o novo Manual do Editor 2006/2007 com informações atualizadas sobre o sistema ISBN 13 dígitos e normas de atribuição e solicitação de ISBN. Os formulários foram modificados seguindo orientação do CERLALC (Centro Regional para o Fomento do Livro na América Latina e Caribe) para unificação dos dados das Agências ISBN na América Latina. Mais informações, no site da Biblioteca Nacional.    Prêmio Vivaleitura: 2741 trabalhos inscritos    Com a inclusão do projetos recebidos via correio, a comissão do Prêmio Vivaleitura contabiliza até o momento 2.741 trabalhos inscritos. Na Categoria 1 (Bibliotecas públicas, privadas e comunitárias), foram 144 inscrições; na Categoria 2 (Escolas públicas e

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Fundeb volta a tramitar na Câmara

O Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) terá de passar por nova tramitação na Câmara. Os deputados já haviam aprovado a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 536/97, que institui o Fundeb, em fevereiro, mas o Senado alterou o texto nesta semana, o que obrigará a Câmara a rediscutir a matéria. A principal mudança diz respeito à redução de quatro para três anos no prazo para que União, estados e municípios depositem recursos no fundo.     A relatora da comissão especial da Câmara que analisou a PEC, deputada Iara Bernardi (PT-SP), disse que as alterações feitas pelos senadores foram consensuais. “Boa parte da comissão especial da Câmara acompanhou pari passu as discussões que aconteciam lá e as modificações do projeto. As entidades ligadas à área da educação, como a CNTE [Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação], também. Penso que não haverá problemas quando a PEC do Fundeb voltar para a Câmara com as modificações que foram feitas.“    Pressa   O governo federal tem pressa na aprovação da matéria a fim de evitar que o financiamento da educação fique sem amparo legal. O Fundeb vai substituir o atual Fundo

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