Corredor Literário ganha novo parceiro

O Corredor Literário ganhou um novo parceiro. A Prefeitura de São Paulo assinou na última terça-feira (29/08) o contrato de parceria com a Secretaria de Estado da Cultura para promover o Corredor Literário. O evento será realizado de 2 a 8 de outubro na avenida Paulista. O secretário da Cultura, João Batista de Andrade, disse que a primeira edição do evento, ocorrida ano passado, foi uma boa experiência e que esse ano tende ser ainda melhor. “O Estado tem investido muito em literatura, como o projeto São Paulo: Um Estado de Leitores”, acrescentou. “Essa parceria é fundamental, para que esta edição fique melhor e com muito mais visibilidade.”    Para Andrea Matarazzo, secretário das subprefeituras e Subprefeito da Sé, a parceria é extremamente importante. “É a democratização da literatura na avenida Paulista, que é a mais importante da cidade e, também, um importante centro cultural”, afirmou.    O Corredor Literário nasceu de uma parceria entre a Secretaria de Estado da Cultura, através do projeto São Paulo: Um Estado de Leitores e a Associação Paulista Viva. Durante uma semana, serão apresentados trabalhos sobre literatura e dramaturgia em 15 espaços da avenida Paulista. Além das atividades, haverá uma feira de livros na

Ler mais

Editoras lançam títulos com tiragem menor

O mercado editorial brasileiro lançou mais títulos novos em 2005, mas diminuiu a tiragem das obras. Essa foi a estratégia adotada pelo setor para conquistar novos leitores e aumentar o volume de compra daqueles que já consomem o produto. Ao mesmo tempo, é uma forma de enfrentar o baixo índice de leitura dos brasileiros – algo em torno de 1,8 livro per capita.    O mercado editorial cresceu 3,86% em 2005 em relação ao ano anterior e registrou um faturamento de R$ 2,57 bilhões – segunda a pesquisa “Produção e Vendas do Setor Editorial Brasileiro“, realizada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) e promovida pela pela Câmara Brasileira do Livro (CBL) e o Sindicato Nacional de Editores de Livros (Snel).     Em 2005, as editoras apostaram em títulos novos, com o lançamento de 41,5 mil obras, um crescimento de 19,1% em relação ao ano passado. Porém, o número de exemplares produzidos caiu 4,26%, para 306,4 mil. “O mercado está difícil. Uma saída é lançar novos títulos e diminuir a tiragem“, afirma Armando Antongini, diretor executivo da CBL.    Nessa tendência, o mercado acreditou nas primeiras edições. Foram 19,2 mil novas obras, um aumento de 32,7% em relação a

Ler mais

Pesquisa da CBL aponta aquecimento dos didáticos

O grande destaque da pesquisa Mercado Editorial Brasileiro em 2005 foi o setor dos livros didáticos, com um crescimento do faturamento de 14,96% no ano. A pesquisa também apresentou uma queda de 1,94% no faturamento total do segmento geral, deflacionado pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor da FIBGE).     Outro resultado negativo foi constatado nas exportações, que passaram de U$ 5.743.000,00 em 2004 para U$ 5.650.328,00 em 2005, uma variação negativa de 1,62% que pode ser atribuída à variação da taxa cambial. Os resultados foram obtidos através de um pesquisa realizada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), com base em um acordo de cooperação técnica com a Câmara Brasileira do Livro (CBL) e Sindicato Nacional de Editores de Livros (SNEL). O resultado completo pode ser conferido neste link para usuários cadastrados, no tel. 11-3069-1300 ramal 111 ou envie um e-mail para atendimento@cbl.org.br.

Ler mais

Glaucia Lewicki leva o Barco a Vapor de Literatura

A professora, escritora e colaboradora de suplementos literários Gláucia Lewicki, de Niterói (Rio de Janeiro), é a grande vencedora do 2º Prêmio Barco a Vapor de Literatura Infantil e Juvenil, anunciado por Edições SM na noite de segunda-feira (28), em São Paulo.   O original de Gláucia, Era mais uma vez, outra vez, foi escolhido entre 513 textos literários inscritos à segunda edição do maior prêmio brasileiro para inéditos na área infantil e juvenil. Emocionada, levou o troféu que simboliza o Prêmio e recebeu R$ 30 mil reais, a título de adiantamento de direitos autorais. “Mais do que nunca, posso dizer que realizei um sonho de infância“, disse, fechando a cerimônia, no Itaú Cultural.   As inscrições para o 3º Prêmio Barco a Vapor de Literatura Infantil e Juvenil já estão abertas.

Ler mais

Instalação da Câmara Interministerial de Educação e Cultura e do Conselho Diretivo do Livro e da Leitura

Nesta quarta-feira, dia 30 de agosto, no Rio de Janeiro, será instalada a Câmara Interministerial de Educação e Cultura, em ato presidido pelos ministros Gilberto Gil e Fernando Haddad. Na ocasião, também será assinada a portaria de instalação do Conselho Diretivo do Livro e da Leitura. A solenidade terá início às 10h30 e será realizada no Salão Portinari, no 2º andar do edifício Gustavo Capanema (Rua da Imprensa, nº 16 – Centro).    Câmara Interministerial de Educação e Cultura – Fórum de debate e formulação de políticas na busca de soluções institucionais para a integração do ensino no país com a cultura, abrangendo desde a educação formal nas escolas, até as instituições culturais. O grande objetivo deste esforço conjunto é proporcionar uma cidadania qualificada à população brasileira. O órgão será composto pelos gabinetes do ministros da Educação e da Cultura e pelas secretarias executivas dos dois ministérios, que serão as responsáveis pela coordenação dos trabalhos, alternadamente, conforme o tema abordado.    Conselho Diretivo do Livro e da Leitura – Será o órgão que irá coordenar as ações do governo para o setor de bibliotecas, edições, tiragens de livros e publicações culturais, além de auxiliar na formação de um público leitor

Ler mais

Todas as leituras

Todos os dias, Lucila Braga Ribeiro prepara uma grande mala. Pensando em seus companheiros de “viagem“, escolhe os melhores “passaportes“: livros de ação, de terror, romances, contos de fadas, revistas, jornais, fascículos, dicionários… Mal chega à biblioteca da EE Professor Batista Santiago, em Belo Horizonte, ela é logo cercada pelas crianças, eufóricas para conhecer os novos “destinos“. Todos se oferecem para ajudar a carregar a preciosa carga, já desgastada após tantas aventuras. “Quando olhamos o material, é aquele alvoroço“, festeja a bibliotecária. Muitas vezes, o percurso começa com uma leitura em voz alta. Em seguida, quem quiser pode pegar outros livros de literatura e dar seqüência ao “passeio“ em grupo ou sozinho. Mas há outras paradas previstas. Lucila também estuda com os “viajantes“ e, nessa situação, todos navegam em silêncio e fazem anotações e esquemas para compreender trechos de enciclopédias e fascículos.   Com sua mala, Lucila proporciona à turma exatamente o que os especialistas recomendam: trabalhar não apenas “leitura“, mas todas as leituras que se apresentam no nosso dia-a-dia. Que leituras? Textos para buscar informações práticas, satisfazer curiosidades, informar-se sobre o que acontece no mundo, divertir-se, aprender, relacionar-se com as pessoas, fazer amigos. Com um detalhe muito importante: ela

Ler mais

Liberados R$ 836 milhões para a educação

Os recursos de R$ 836,5 milhões liberados para o Ministério da Educação pela Medida Provisória nº 318, deste ano, serão investidos na melhoria do ensino médio, no Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies), na merenda escolar e em programas do ensino básico. A medida libera o crédito que estava previsto no Orçamento da União, mas não fora votado pelo Congresso Nacional.    Do total de recursos, R$ 400 milhões irão para o ensino médio, por meio do Programa de Equalização de Oportunidades de Acesso à Educação Básica (Prodeb), conhecido como Fundebinho; R$ 195 milhões, para a merenda escolar; R$ 91,5 milhões, para o Fies e R$ 150 milhões, para programas do ensino básico.    Os recursos são necessários para dar continuidade a programas essenciais da educação, como o pagamento do reajuste da merenda escolar, concedido em maio deste ano. O valor diário per capita do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) para alunos da pré-escola e do ensino fundamental teve reajuste de 22%.    A medida provisória também assegura a oferta de cem mil bolsas do Fies neste segundo semestre de 2006; o reforço ao ensino médio e a programas do ensino básico, como a Olimpíada Brasileira

Ler mais

Manifesto do Povo do Livro está pronto

Os candidatos a presidente da República vão receber esta semana o Manifesto do Povo do Livro, um documento feito pela Organização dos Estado Ibero-Americanos (OEI) e associações do livro. Desde o último dia 11 de agosto, a OEI faz parte do Conselho Diretivo do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), no papel de órgão assessor, ou seja, é responsável por definir as metas e estratégias para cada triênio.     “O Manifesto é um apelo para que tratem o tema do livro e leitura como uma política de Estado e o inclua entre as prioridades nacionais“, explicou Galeno Amorim, consultor de políticas públicas da OEI. O Manifesto trata das bibliotecas, por exemplo, como uma necessidade social tão importante como o acesso à saúde e à educação.     “Os esforços feitos até agora pelos diferentes governos merecem o devido respeito, porém ainda são insuficientes para o Brasil começar a saldar essa dívida social com o cidadão e a cidadania, com o livro e a leitura“, lê-se no manifesto disponível no link acima. A próxima ação será o lançamento do caderno Políticas Públicas do Livro e Leitura, previsto para o dia 15 de setembro, durante a Primavera dos Livros, no

Ler mais

Fundo ampliará para dez estados os repasses de financiamento à educação

Quando entrar em vigor, o novo fundo de financiamento da educação básica – Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb)-, que sofreu alterações no Senado e pode ser aprovado ainda neste ano pela Câmara, vai ampliar de dois para cerca de dez o número de estados que recebem verba da União.     A proposta de emenda constitucional do Fundeb prevê que o repasse chegue aos locais onde os governos tenham menos recursos para investir na educação. Isso geralmente ocorre nos estados que possuem um número elevado de alunos e baixa arrecadação, já que a verba é obtida por meio de impostos.     Os dois piores do ranking são Pará e Maranhão, únicos que recebem auxílio atualmente através do fundo da educação fundamental – Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef), por não atingirem o valor mínimo estipulado pelo governo: R$ 682,60 ao ano para as séries iniciais urbanas.     O valor do repasse pode chegar a R$ 5 bilhões, pois a proposta de emenda constitucional (PEC) que institui o Fundeb obriga o governo a entrar com 10% do saldo total, estimado

Ler mais
Menu de acessibilidade