Escolas públicas do ensino médio estarão ligadas à internet até o final do ano

Segundo o ministro da Educação, Fernando Haddad, até o final do ano todas as escolas públicas de ensino médio terão um laboratório de informática conectado à internet. Haddad, informou também que a partir de fevereiro do ano que vêm os laboratórios que não estiverem conectados à rede mundial de computadores passarão a ser conectados com recursos do Fust (Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações). A partir de 2007 o ministério começará a equipar com laboratórios de informática as escolas de ensino fundamental. A preivão é que nos próximos quatro anos todas as escolas tenham um laboratório conectado à rede mundial de computadores.     O ministro participou na capital paulista de um fórum de educação da empresa Intel. No evento, a empresa formalizou a doação ao MEC de 9 mil computadores com recursos para a internet. Do total de computadores, segunda a empresa, 7.500 são destinados ao projeto Universidade Aberta e os demais para escolas públicas de outras faixas de ensino. Segundo o ministro, os equipamentos do Universidade Aberta serão distribuídos para 150 pólos do programa mantidos pelos municípios e com a tutela de universidades federais. De acordo com Haddad, a doação foi feita a partir de seleção internacional

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Ministro identifica eixos da educação básica e superior

O ministro da Educação, Fernando Haddad, disse nesta segunda-feira, 25, que a educação básica e superior desenvolve-se em torno de três eixos básicos — avaliação, financiamento e formação de professores. A declaração foi feita na 13ª Reunião da Associação Brasileira das Universidades Comunitárias (Abruc), em Brasília. Estiveram reunidos reitores e pró-reitores de instituições de ensino superior comunitárias.     Segundo o ministro, o primeiro eixo é o Fundo da Educação Básica (Fundeb), cuja proposta está para ser aprovada no Congresso Nacional. Em segundo lugar, Haddad destacou a Prova Brasil, que avaliou todas as 43 mil instituições urbanas de educação básica e definirá metas e padrões de qualidade para o ensino. Por último, ele lembrou a formação de professores em nível superior, por meio da Universidade Aberta do Brasil. O projeto, criado pelo MEC em 2005, instituiu 300 pólos de formação em várias cidades do interior do país.    Para o nível superior, o ministro reforçou a importância do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes), que vai aferir, até o fim deste ano, 15 mil cursos de graduação. Em segundo lugar, ele destacou a questão do financiamento às universidades federais, ao lembrar que a proposta de reforma universitária que

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Boletim Livro e Leitura

PNLL é tema de mesa-redonda no Corredor Literário na Paulista    O PNLL marca presença no 2º Corredor Literário na Paulista que integra o Calendário de Eventos do Plano. No evento que acontece de 2 a 8 de outubro, na Avenida Paulista, em São Paulo, haverá uma mesa-redonda (3 de outubro, às 14h) no MASP com o tema “PNLL: A leitura como desenvolvimento e cidadania“. Têm participação confirmada no debate a professora Tânia Rösing, como moderadora, Jéferson Assumção (MinC), Jeanete Beauchamp (MEC) e José Luís Goldfarb (representante do “Programa: São Paulo um Estado de Leitores”).    Fundo pró-leitura é pauta de reunião do Conselho Diretivo do PNLL    Em 18 de setembro, o Conselho Diretivo do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) se reuniu com os presidentes do SNEL, Paulo Rocco, da Abrelivros, João Arinos e da CBL, Oswaldo Siciliano, integrante pleno do Comitê Diretivo e representante do setor produtivo. A pauta principal foi o andamento da contrapartida de 1% à desoneração fiscal, assinada em dezembro de 2004 pelo Presidente da República. Os empresários afirmaram que, após inúmeras conversações sobre a natureza da instituição responsável pelo recolhimento do fundo pró-leitura, optou-se por se constituir uma organização não-governamental. Eles reiteraram

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Os candidatos e os livros

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu nesta semana o “Manifesto do Povo do Livro“, documento que pede a inclusão do livro e da leitura entre as prioridades do próximo governo. Cristovam Buarque (PDT) e Heloísa Helena (PSOL) já haviam recebido o documento, que será entregue a Geraldo Alckmin (PSDB) na semana que vem.     “É a primeira vez na história do país que o tema livro e leitura entra na agenda dos candidatos“, diz Galeno Amorim, da OEI, organismo internacional que articula o movimento. “É um avanço extraordinário. Todos concordaram em se reunir com o setor, ouvir propostas, e incluir o tema nos seus programas de governo.“     Leia mais…

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Estudo aponta que renda exclui mais que cor

Um estudo divulgado nesta semana no 15º Encontro Nacional de Estudos Populacionais, realizado em Caxambu (MG), mostra que é a renda, e não a raça, o principal fator que explica a desigualdade racial no acesso ao ensino superior. O estudo feito por Cibele Yahn de Andrade e Norberto Dachs, da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), evidencia que apenas 5% dos pretos e pardos de 18 a 24 anos chegaram a esse nível de ensino, enquanto entre os brancos esse percentual foi de 21%.     No entanto, quando se analisa apenas os jovens pretos e pardos de 18 a 24 anos que vieram de famílias com renda per capita superior a cinco salários mínimos, o percentual deles com acesso a universidade chega a 56%. Se vierem de famílias com renda inferior a meio salário mínimo, o percentual é 0,6%.     Os que são a favor das cotas em universidades, no entanto, poderão fazer outra leitura: mesmo quando esses jovens estão em condições financeiras semelhantes às dos jovens brancos, ainda assim, a desigualdade persiste, já que a mesma taxa entre os brancos do estrato de renda mais alto é de 73%, ou seja, 17 pontos percentuais superior ao dos demais

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Matemática é último reduto masculino

Distância a favor dos meninos no Brasil na área é a maior do mundo quando comparada com 41 países em exame internacional.     Não há área de ensino no Brasil em que as meninas não estejam dominando -ou muito próximas disso. Elas são maioria no ensino superior, têm taxas de evasão e reprovação menores no ensino médio e se saem melhor do que os meninos em quase todos os testes que avaliam aprendizado no ensino fundamental. Mas um setor resiste a essa supremacia: o aprendizado de matemática.    Esse quadro não é exclusivo do Brasil. Dos 42 países avaliados no Pisa (exame da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico que analisa o desempenho de alunos), os meninos foram melhor em matemática em 33.    Em alguns casos, a diferença não é estatisticamente significativa, mas, em 12 deles, não há dúvidas de que as meninas estão aprendendo menos. Já nos oito casos em que a diferença é a favor das meninas, em um deles, a Albânia, ela é significativa.    O Brasil aparece com destaque na tabela comparativa em matemática porque aqui a diferença a favor dos meninos é a maior entre todos os países analisados, ao lado

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CNE vai propor diretrizes curriculares para educação infantil e fundamental

O Conselho Nacional de Educação (CNE) pretende propor as diretrizes curriculares nacionais para a educação infantil e fundamental, disse a conselheira Maria Beatriz Luce, nesta quinta-feira, 21. Beatriz fez a palestra de encerramento do Seminário de Educação Infantil da Região Centro-Oeste, em Brasília.     O CNE está dialogando com a sociedade para colher um parecer sobre as diretrizes curriculares, afirmou a conselheira. “Estamos trabalhando de modo que, em março do próximo ano, possamos tornar pública uma proposta. A partir daí, realizaremos discussões sobre o texto, com a expectativa de colocá-lo em votação em abril.”     A educação infantil e fundamental, na opinião da conselheira, devem ser tratadas de forma conjunta. Para ela, deve-se enfatizar o ensino básico como uma unidade de formação da criança e do adolescente.    Segundo Beatriz, valorizar a atividade de docência é um dos objetivos das mudanças. “Para isso, é necessário termos orientações em cada sistema de ensino, estadual ou federal, e cada escola precisa ter o seu projeto pedagógico, assim como cada professor tem que ter o seu plano de trabalho”, explicou.    

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Reunião discute aprimoramento do Siscort

O primeiro passo foi dado na manhã de hoje, quando técnicos do FNDE estiveram reunidos com 12 representantes das secretarias estaduais e municipais dos estados de Tocantins, Rondônia e Ceará, na sede da autarquia, em Brasília.     Ao receber os técnicos estaduais e municipais para um café da manhã, o presidente do FNDE, Daniel Balaban, destacou a importância do trabalho que vem sendo executado e agradeceu o apoio no remanejamento de livros realizado no ano passado. “O trabalho de vocês é muito importante, para que todas as crianças brasileiras tenham os livros didáticos no início de cada ano letivo, principalmente em um país em que a mobilidade de pessoas é muito grande, o que acarreta mudanças de escola das crianças matriculadas nas redes públicas”, disse Balaban, salientando ainda que o sucesso do programa depende da participação ativa das secretarias estaduais e municipais de educação. “Este não é um programa do FNDE, mas do Estado brasileiro, da população”, disse.     Durante a reunião, foi feito um balanço do primeiro ano de funcionamento do Siscort e apresentadas as possibilidades de melhorias. “Também colhemos algumas sugestões dos técnicos que estavam à frente do trabalho nos estados”, explicou a coordenadora-geral dos programas

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Lula recebe manifesto e defende pacto pelo livro

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu, nesta quinta-feira (21/09), que seja estabelecido um “pacto pelo futuro do livro” no Brasil. Ao anunciar que o governo federal pretende, com a criação do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), dobrar até 2010 o índice nacional de leitura – atualmente de 1,8 livros por habitante/ano –, ele propôs uma parceria mais forte entre o Estado e sociedade para estimular a população a ler mais. “É da nossa responsabilidade não permitir que uma criança, por não ter poder aquisitivo, não possa ler os livros necessários ao seu aprendizado”, afirmou.  As declarações do presidente foram feitas durante um encontro com personalidades do mundo do livro, no Palácio do Planalto, para receber o Manifesto do Povo do Livro, assinado por mais de 3 mil escritores, editores, livreiros, bibliotecários, professores, estudantes e artistas. Lula recebeu o documento das mãos do escritor Daniel Munduruku, na presença dos ministros Tarso Genro e Luiz Dulci, de um grupo de escritores como Ignácio Loyola Brandão e Márcio Souza e de dirigentes das entidades da cadeia produtiva do livro no Brasil.  “O livro e a leitura devem se transformar, de fato, em pólos disseminadores de humanismo para o desenvolvimento

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