IBGE divulga pesquisa sobre o papel sócio-econômico da cultura

A Cultura, além de sua importância inerente, tem um papel social e econômico cada vez maior, gerando emprego e renda para um grande contingente de trabalhadores, em todas as regiões brasileiras. É isso que mostram os números que serão revelados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta quarta-feira, dia 29 de novembro, às 10h, por meio da publicação Sistema de Informações e Indicadores Culturais.    O anúncio contará com as presenças dos ministros da Cultura, Gilberto Gil, e do Planejamento, Orçamento e Gestão, Paulo Bernardo, do secretário executivo do MinC, Juca Ferreira, e do secretário de Políticas Culturais, Alfredo Manevy. A solenidade será realizada no auditório da Unidade do IBGE, localizado na Av. da República do Chile, nº 500, 2º andar, Centro, Rio de Janeiro.     A publicação – que reúne estatísticas e base de dados abrangendo a área cultural nas suas especificidades e na sua totalidade – originou-se de um convênio entre o MinC e o IBGE, com o propósito de evidenciar a oferta de bens e serviços culturais, os gastos das famílias e os gastos públicos com cultura, além de mostrar o perfil socioeconômico da mão-de-obra empregada em atividades culturais.     Após a divulgação

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IBGE lança atlas de representações literárias

Para conhecer o Brasil, ajuda bater de porta em porta, em milhões de residências, fazer entrevistas, quantificar resultados. Os números revelam muito. Algumas coisas, porém, não cabem nos formulários. Para escrever o primeiro volume do Atlas das representações literárias de regiões brasileiras (R$ 40, à venda em www.ibge.gov.br/lojavirtual), lançado ontem, técnicos do IBGE usaram como repositório de dados obras de ficção.     A idéia é mostrar como diferentes regiões geográficas do país aparecem em nossa literatura. A coordenadora do projeto, a geógrafa Maria Lúcia Ribeiro Vilarinhos, acredita que a literatura é, também, um instrumento de conhecimento do mundo. Ela diz que há, hoje, uma tentativa geral, na área de ciências humanas, de incorporar as representações culturais aos estudos sobre população e território.     Leia mais…

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Escolas públicas recebem histórias em quadrinhos

O Ministério da Educação incluiu livros de histórias em quadrinhos e de imagens na nova coleção Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE/2006). Dom Quixote em quadrinhos, de Antônio Carlos Tironi Galhardo; Toda Mafalda, de Quiño; Na prisão (mangá – quadrinho japonês), de Kazuichi Hanawa; Santô e os pais da aviação, de João Spacca de Oliveira; e Café Van Gogh, de Ana Maria Machado Mello & Mayer Design Ltda. são alguns desses livros.    Os acervos chegarão às 46.700 escolas públicas de ensino fundamental no início do próximo ano. São 7,5 milhões de livros de três acervos da coleção PNBE, beneficiando cerca de 14 milhões de alunos da 6ª à 8ª série do ensino fundamental. Escolas com até 150 alunos receberão um acervo com 75 títulos; as escolas com 151 a 300 alunos ganharão um acervo com 150 títulos; e aquelas com mais de 300 estudantes, um acervo com 225 títulos.    Ao incluir livros em quadrinhos e de imagens no PNBE, o MEC está oferecendo aos estudantes a opção de outras formas gráficas para se contar uma história. “É uma linguagem mais coloquial, leve e lúdica”, observa Cecília Correia Lima, técnica da Coordenação-Geral de Estudos e Avaliação de Materiais do

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Boletim PNLL

2º Fórum Cultural Mundial no Rio e Salvador    Cerca de 150 mil pessoas devem assistir a programação do Fórum Cultural Mundial (FCM), que é realizado na cidade do Rio de Janeiro, entre os dias 24 e 30 de novembro. O Fórum é uma realização da sociedade civil e conta com a colaboração de entidades governamentais. No Rio de Janeiro, nos dias 27 e 28 de novembro haverá o seminário “Planos Nacionais de Livro e Leitura no Mercosul” que discutirá em palestras e mesas-redondas o livro e a leitura sob a ótica da economia, do direito e da cidadania e da economia. Em Salvador, o Fórum Cultural Mundial acontece de 1 a 3 de dezembro. Mais informações sobre os eventos no site.    Seminário sobre livro e leitura será transmitido pela Internet    Os debates sobre políticas de desenvolvimento da prática leitora realizados durante seminário “Planos Nacionais de Livro e Leitura no Mercosul” serão transmitidos ao vivo pela Internet e podem ser acessados diretamente no site do Instituto Embratel 21. O evento tem início no dia 27 de outubro, às 14 horas, com a cerimônia de abertura que conta com a presença de Fernando Haddad, ministro da Educação, Juca Ferreira,

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Internet triplica no País, mas livrarias encolhem

Em sete anos, a internet triplicou, mas as livrarias recuaram no Brasil, mostra a Munic 2005, pesquisa sobre municípios divulgada ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De 16,4% dos municípios com provedores em 1999, o País chegou a 2005 com 46% (2.560) de suas cidades hospedando servidores de conexão à rede mundial de computadores. O aumento foi de 206,7%, o que coloca a web como o equipamento cultural/meio de comunicação que mais se expandiu no período. Na outra ponta do ranking, ficaram as livrarias: presentes em 35,5% dos municípios em 1999, caíram para 30,93% (1.721) em 2005, diminuição de 11,4%, último lugar entre 13 itens.    Para os pesquisadores do IBGE, o recuo das livrarias não significa que os brasileiros consumam menos livros. ’O decréscimo (…) pode ser justificado pelo redirecionamento da distribuição de livros por diferentes formas, como lojas multimídia, supermercados, bancas de jornais, distribuição pelo governo, ou seja, o ritmo da produção de livros no País não acompanha necessariamente a evolução da presença de livrarias nos municípios brasileiros’, diz o estudo.    Houve recuo na proporção de municípios com livrarias entre 1999 e 2005 em 18 Estados, entre eles São Paulo (menos 17,5%), Minas Gerais

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Número de municípios com livrarias cai 11,4%, diz estudo

Cresceu o número de cidades que têm biblioteca pública entre 1999 (76,3%) e 2005 (86%), mas a Pesquisa de Informações Básicas Municipais (Munic) detectou um decréscimo de 11,4% no número de cidades com livrarias. Dentro da análise dos chamados “equipamentos culturais e meios de comunicação“, o único que apresentou queda foram as livrarias.     A ANL (Associação Nacional de Livrarias) e a CBL (Câmara Brasileira do Livro) apontam diversos motivos para a diminuição. A queda da venda de exemplares no Brasil neste período pode ser uma das causas. Números da CBL apontam que, apesar de terem crescido o número de exemplares produzidos – de 295,4 milhões em 1999 a 306.463.687 em 2005 – caiu o número de livros vendidos, de 289,6 milhões para 270,3 milhões no mesmo período (variação negativa de 6,7%).     “É difícil identificar a causa, mas sabemos que em cidades pequenas pode ser complicado manter uma livraria. A livraria recebe informações do mercado dizendo que entram mais de 1.000 novos títulos por mês. Com isso, é necessário ter uma grande aquisição de novidades para manter uma clientela e capital de giro para que a livraria perdure“, disse o presidente da ANL, Eduardo Yasuda.    

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Laptops de US$ 100 chegam ao Brasil na segunda-feira

Os 50 primeiros computadores portáteis do programa Um Computador por Aluno chegarão ao País na segunda-feira (27). A entrega simbólica da primeira unidade foi feita hoje (24), ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, por um dos fundadores do Media Lab do MIT e guru do programa, Nicholas Negroponte, na Base Aérea de Guarulhos.     O projeto nasceu da proposta feita pela One Laptop per Child (Um computador por criança), fundada por Negroponte, ao governo brasileiro, no início de 2005. A OLPC pretende vender um milhão de computadores portáteis de baixo custo, mas para chegar ao baixo valor é necessário reunir pelo menos cinco pedidos de um milhão de unidades, de um ou mais países. Também participam do projeto a Argentina, a Nigéria, a Líbia e a Tailândia.    Ao levar um computador a cada aluno, o programa da OLPC pretende revolucionar a educação, já que atingirá o ensino público em fundamental e o médio. Os alunos poderão levar o equipamento para casa, o que propiciará a inclusão digital de toda a família. O terceiro objetivo é incluir a cadeia produtiva do país no projeto.    Segundo Negroponte, esse é um projeto educacional e não comercial, pois a OLPC

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Brasil caminha para alcançar meta de 6% do PIB em educação

O ministro da Educação, Fernando Haddad, afirmou nesta sexta-feira, dia 24, que o Brasil caminha no sentido de garantir 6% do produto interno bruto (PIB) para investimentos em educação. Hoje, eles correspondem a 4,3%, mas a implantação do Fundo da Educação Básica (Fundeb) e do programa Universidade Aberta (UAB) vai garantir o aumento gradual da destinação de recursos à educação até atingir as metas recomendadas pela Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e a Cultura (Unesco).    “Estamos ampliando gradualmente a participação da educação no PIB e garantindo uma alta taxa de retorno do investimento, já que o processo é feito com a cautela devida para que os recursos cheguem efetivamente à vida das crianças e das famílias”, ressaltou o ministro.    Em termos de financiamento, Haddad considera a lei que cria o Fundeb a mais importante dos últimos tempos, pois possibilita a igualdade de condições entre os estados. “A lei equilibra o jogo federativo, pois oferece aos estados mais pobres condições de financiamento equivalentes aos estados intermediários, o que sugere a possibilidade de equacionar a questão da baixa qualidade de ensino em função da falta dos recursos”, explicou.    As declarações foram feitas antes da reunião dos ministros

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Revista incentiva prática da leitura nas escolas

O MEC está executando uma série de ações para incentivar professores e estudantes das escolas públicas a lerem boas obras, inclusive os livros paradidáticos que o órgão distribui na rede do ensino básico. Na sexta-feira, 24, às 10h, o assunto será debatido com cerca de 600 secretários municipais e estaduais de educação, em Brasília. Também nesta sexta será lançada a primeira revista especializada em leitura do ministério: a LeituraS. “Formar leitores é obrigação nossa e direito de quem está na escola”, afirma Jane Cristina da Silva, coordenadora-geral de Estudos e Avaliação de Materiais do MEC.    A revista LeituraS será entregue a todas as secretarias de educação do País. O primeiro número traz como manchete “Iepê, cidade que lê”, sobre as ações de incentivo à leitura no município do interior de São Paulo; uma entrevista com o autor de livros infanto-juvenil Ricardo Azevedo; e matéria a respeito de leitura de contos populares em sala de aula, dentre outras reportagens. A idéia é divulgar bons trabalhos no setor, entrevistas com autores e professores.    Ações — O MEC vai lançar este ano edital para selecionar 30 municípios onde construirá centros de leitura dentro de escolas públicas. As secretarias de educação apresentarão

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