Boletim do PNLL

PNLL: Novas metas e objetivos    O Plano Nacional do Livro e Leitura foi revisado e ampliado pelo MinC, MEC, Conselho Diretivo e apresentado à Câmara Setorial do Livro e Leitura em 19 de dezembro. Mantendo o mesmo espírito do texto apresentado em março de 2006, traçou-se metas e objetivos para o próximo quadriênio e apresenta as diretrizes para a Política Nacional do Livro e Leitura. O texto, disponível na íntegra no site do PNLL, é resultado de um amplo debate realizado nos últimos três anos na forma de conferências, palestras, oficinas, seminários e mesas-redondas. Participaram representantes do governo e da sociedade, principalmente com as instituições ligadas ao universo do livro e da leitura. Para o secretário executivo do PNLL, José Castilho Marques Neto, “trata-se de um documento que reflete o alto grau de consenso conquistado pelo Estado e pela sociedade no setor do livro e leitura. Hoje o setor tem um documento conceitual e programático consensado. A hora é de realizar o que foi longamente debatido“. Veja, a seguir, os principais aspectos do Plano.    Princípios norteadores    O Plano Nacional do Livro e Leitura parte de alguns pressupostos básicos que orientaram o debate sobre a política pública voltada

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Sistema oferece dados sobre educação na internet

Matrículas, funções docentes e indicadores, como evasão escolar, rendimento do aluno, concluintes, processos seletivos e estabelecimentos de ensino, além de outras informações relacionadas à educação básica e superior podem ser encontradas no Sistema de Estatísticas Educacionais (EdudataBrasil). O sistema pode ser facilmente acessado por pesquisadores, gestores e demais interessados em acompanhar a evolução da educação brasileira.    A pesquisa é feita de forma simples e rápida, apesar do amplo leque de alternativas para o acesso aos dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep/MEC). Em 2006, foram realizadas 159.371 consultas em todo o sistema. O item relacionado a matrículas foi o que mais obteve acessos (48.636). O segundo quesito mais procurado, com 31.063 consultas, revela indicadores como acesso e participação, contexto sociodemográfico, rendimento escolar e condições de oferta.     Segundo o coordenador do Sistema Integrado de Informações Educacionais do Inep, Carlos Eduardo Moreno Sampaio, é possível realizar vários cruzamentos entre variáveis disponíveis até a esfera municipal. “Criamos o Edudata há cinco anos para facilitar o trabalho de pesquisadores e pessoas interessadas em conhecer os números da educação brasileira. Desde então, tudo pode ser conhecido por meio de uma pesquisa na internet”, explicou. As informações contidas no EdudataBrasil

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Abrelivros investe R$ 1 milhão para ampliar oferta de material em braile

Um acordo fechado entre governo, editores e a Fundação Dorina Nowill para Cegos ampliará o acesso dos alunos deficientes visuais de escolas públicas ao material didático em braile. A Associação Brasileira de Editores de Livros (Abrelivros) fará uma contribuição de R$ 1 milhão à fundação durante cinco anos. A idéia é que, nesse período, os 7 mil estudantes cegos da rede pública recebam os mesmos cinco títulos que os alunos videntes.     Essa verba será destinada à capacitação de uma equipe de 40 pessoas – 20 editores e 20 revisores. Dessa forma, a fundação aumentará o número de pessoas especialistas na transcrição dos livros para o braile. “Esse é o ponto mais crítico, pois é necessário tempo e expertise. Não há faculdade que ensine“, afirma Alfredo Weiszflog, presidente executivo voluntário da fundação e presidente do conselho de administração da editora Melhoramentos. “É necessário dois anos e meio para fazer a capacitação“, diz.     A entidade possui hoje 120 funcionários, sendo que 25 deles fazem parte da equipe editorial. No entanto, a mão de obra não é suficiente para transcrever todos os títulos escolhidos pelo Ministério da Educação (MEC). A cada três anos, o MEC seleciona 500 títulos de

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Agência conclui novo sistema de cadastramento do ISBN

Foi concluído com sucesso a implantação do sistema de automatização de cadastramento de editores, de geração de números de ISBN e do ISBN 13 dígitos. Esse sistema foi desenvolvido de acordo com o preconizado pela Agência Internacional do ISBN e pelo Centro Regional do Livro para América Latina e Caribe (CERLALC).     Através do site (www.bn.br/isbn) os editores solicitam os serviços da Agência e podem consultar o Catálogo do ISBN e ter informações referentes ao número do ISBN imediatamente, mas o prazo para a execução do serviço é de três dias úteis. Ainda no site da Agência é possível consultar estatísticas e o levantamento de produção editorial das empresas cadastradas. A partir do dia 1º de março entrará em vigor uma nova tabela de preços para os serviços da Agência.

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Brasil melhora na alfabetização, mas ensino é ruim, diz relatório

O número de jovens alfabetizados aumenta progressivamente no Brasil, mas a qualidade da educação continua entre as piores do mundo, mostrou um estudo divulgado na quinta-feira 18 de janeiro.    O Relatório de Desenvolvimento Juvenil 2006, elaborado pela Organização dos Estados Iberoamericanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI), indicou que, numa população de 35,5 milhões de jovens entre 15 e 24 anos, somente 3,4 por cento são analfabetos.    O estudo da OEI, feito com dados oficiais até 2003, afirmou que a população de jovens analfabetos caiu em comparação aos 4,2 por cento registrados em 2001. Em 1993, a taxa de analfabetismo entre os jovens brasileiros era de 8,2 por cento.    “Observaram-se progressos. É alentador. Há menos jovens analfabetos, mas os 3,4 por cento indicam que mais de um milhão de jovens vivem à margem das condições mínimas de acesso à cultura letrada“, disse à Reuters o consultor da OEI e autor do trabalho, Julio Jacobo Waiselfisz.    O analfabetismo vem caindo no país graças à universalização do ensino fundamental nos últimos anos.    Os 1,137 milhão de jovens brasileiros analfabetos são, em sua grande maioria, pobres e negros, e cerca de 71 por cento deles

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Governadores criticam Lula por divisão do Fundeb

A divisão dos recursos do Fundeb, o fundo que financiará a educação básica na rede pública do país a partir deste ano, foi a responsável pela única reclamação dos governadores feita diretamente ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva ontem, na reunião de lançamento do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), ontem, no Palácio do Planalto.    Partiu de um governador aliado, Wellington Dias (PT-PI), a queixa, que acabou encampada mais tarde por vários outros Estados. Os governadores reclamam que, como está atualmente, a proposta tira muito mais dinheiro deles do que da União.    No final de 2006, o presidente assinou a medida provisória que regulamenta o Fundeb, mas jogou para este ano a divisão dos recursos. O texto definia uma escala de 0,7 a 1,3 como base para a distribuição de recursos. O ensino fundamental (1ª a 8ª séries) tem peso 1.    Pela proposta preliminar apresentada pelo governo agora, tanto o ensino infantil (quatro a seis anos) quanto o médio (alunos de 15 a 17) teriam peso 1,3 na escala, o que significa que receberiam o mesmo montante de dinheiro.    A polêmica se dá porque prefeituras são responsáveis pela educação infantil, enquanto Estados ficam com o

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Boletim do PNLL

Projeto Caixa-Estante estimula a leitura em São Paulo desde 1956    Desde 1956, a cidade de São Paulo conta com o serviço de Caixa-Estante nos Departamentos de Bibliotecas da Secretaria Municipal de Cultura e atualmente integra o Eixo 1 (Democratização do acesso) do PNLL. O sistema busca facilitar o acesso à informação, à leitura e ao lazer, visando sensibilizar a comunidade e estimular a criação de novas demandas em relação ao livro e à leitura. O acervo do Caixa-Estante é disponibilizado a diferentes instituições culturais, educacionais e assistenciais que tenham interesse em desenvolver atividades de promoção de leitura e empréstimo de livros. Existem 50 caixas-estantes instaladas, incluindo comunidades e instituições atendidas pelos projetos Mudando a História e Ler para Valer.    Abertas as inscrições para o Prêmio Jabuti 2007    A 49ª edição do Prêmio Jabuti, promovido anualmente pela Câmara Brasileira do Livro, está com inscrições abertas até o dia 30 de março, para obras inéditas de autores brasileiros, publicadas no Brasil em 2006. Uma das novidades deste ano é a inauguração de um site exclusivo onde estão reunidas todas as informações sobre o concurso. Com a criação da categoria “Direito“, que até o ano passado integrava o núcleo de

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Coleção Grandes Educadores será distribuída a partir de abril

O Ministério da Educação começa a distribuir em abril os primeiros volumes da coleção Grandes Educadores no Brasil, composta por 31 educadores brasileiros e 30 pensadores estrangeiros que exercem influência sobre a educação nacional. A coleção terá entre 250 mil e 300 mil exemplares que serão enviados para as 171.919 escolas públicas da educação básica, as cinco mil bibliotecas públicas municipais, universidades e movimentos de defesa da educação.    A comissão técnica, criada em abril de 2006, pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, para construir a coleção, definiu nesta terça-feira, 16, os 22 educadores que abrem a série, quais os acadêmicos que vão escrever sobre estes autores e o tamanho médio dos livros. De acordo com o presidente da comissão, Carlos Alberto Xavier, a coleção vai apresentar cada um dos 31 autores brasileiros, a obra que produziu, a importância desta obra para a educação do país e incluir um texto atual. No caso dos estrangeiros, selecionados da série Penseurs de L’Education, publicada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), o MEC contratou acadêmicos para traduzir capítulos com 40 a 60 páginas sobre cada autor e obra.     O objetivo da publicação, diz

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Literatura para Todos chega às bibliotecas públicas

A coleção Literatura para Todos, formada por dez títulos que vão da crônica à poesia, entre outros gêneros, será distribuída para 4.690 bibliotecas que integram o Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas, controlado pela Biblioteca Nacional. Cada biblioteca receberá duas coleções. Ao todo, o Ministério da Educação entregará cerca de 9.300 volumes. A distribuição será feita por via postal a partir do dia 15 de janeiro.     “A ação faz parte da política de levar literatura de qualidade para todos, inclusive aos usuários das bibliotecas públicas”, explica o coordenador-geral de Alfabetização da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad/MEC), Tancredo Maia Filho.    Segundo Tancredo, os livros são direcionados para quem está aprendendo a ler e escrever, especialmente jovens com mais de 15 anos e adultos recém-alfabetizados. A coleção abrange sete gêneros literários: teatro, novela, conto, crônica, biografia, tradição oral e poesia.    Títulos — Os títulos que compõem a coleção Literatura para Todos são Família composta (peça de teatro), de Domingos Pellegrini (PR); Madalena (novela), de Cristiane Dantas Costa (RJ); Cabelos molhados (conto), de Luís Pimentel (RJ); Cobras em compota (conto), de Ana Cristina Araújo Ayer de Oliveira/Índigo (SP); Quando o gosto pela leitura (crônica), de Paulo César

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