Recorde em braille

A Fundação Dorina Nowill para Cegos acaba de se tornar a editora mais produtiva do Brasil, ao fechar o quadrimestre com 211 novas obras editadas. Há obras em braille, para alfabetizar crianças cegas e para primeiro e segundo grau; no novo formato Livro Digital, para cegos universitários e profissionais formados, e em CD, com gravações em áudio.     O total de novos títulos ultrapassa o de todas as editoras tradicionais brasileiras, que imprimem com tinta, mas os livros da Fundação são sempre produzidos em tiragem pequena, explica o presidente da entidade, Alfredo Weiszflog.

Ler mais

Escolas podem escolher livro didático a partir do dia 20

Os professores das escolas públicas poderão escolher os livros do ensino fundamental a partir do dia 20 até 13 de julho, por meio de formulários. Pela Internet, o prazo vai de 15 de junho a 13 de julho. Os livros didáticos do ensino médio serão escolhidos apenas pela Internet, também no período de 15 de junho a 30 de julho.     Responsável pelos programas nacionais do livro didático do ensino fundamental e do ensino médio, o FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação) já está produzindo o “Guia do Livro Didático de 2008“, que as escolas da rede pública de ensino fundamental começam a receber ainda este mês.     O manual que serve de base para a escolha das obras que os alunos vão usar em sala de aula no próximo ano. O guia contém os livros selecionados pela Secretaria de Educação Básica e uma resenha das publicações.    Para fazer a escolha pela internet, as escolas devem usar as senhas indicadas pelo FNDE também na segunda quinzena de maio, por meio de carta. As instituições que não receberem o guia devem entrar em contato com as secretarias estaduais de Educação ou com a Central de Atendimento do

Ler mais

Guia do Livro Didático de 2008 chega às escolas a partir deste mês

As escolas da rede pública de ensino fundamental começam a receber ainda este mês o Guia do Livro Didático de 2008, que serve de base para a escolha, pelos professores, das obras que os alunos vão usar em sala de aula no próximo ano. O guia contém os livros selecionados pela Secretaria de Educação Básica (SEB/MEC) e uma resenha das publicações.    Responsável pelos programas nacionais do livro didático do ensino fundamental (PNLD) e do ensino médio (PNLEM), o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE/MEC) já encaminhou o guia para produção. Assim que o receberem, as escolas devem fazer suas escolhas, pela internet ou por meio do formulário que o acompanhará.     A escolha do livro do ensino fundamental via formulário pode ser feita a partir do dia 20 próximo e se estenderá até 13 de julho. Via internet, de 15 de junho a 13 de julho. Os livros didáticos do ensino médio serão escolhidos apenas pela internet, também no período de 15 de junho a 30 de julho.     Para fazer a escolha pela internet, as escolas devem usar as senhas indicadas pelo FNDE também na segunda quinzena de maio, por meio de carta. “As escolas

Ler mais

Municípios com baixos indicadores terão atenção especial

O ministro da Educação, Fernando Haddad, disse nesta quarta-feira, 9 de maio, na apresentação do PDE na Bahia, que dos mil municípios com os mais baixos indicadores educacionais classificados no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), poucos buscaram recursos extras junto ao Ministério da Educação. Por esse motivo, disse Haddad, o MEC irá até essas cidades levar as metas do Compromisso Todos pela Educação.     “Precisamos levar apoio técnico e financeiro a esses municípios, e não vamos olhar para partidos políticos. O olhar da educação precisa estar nas crianças”, destacou Haddad. Ele afirmou que no processo de recuperação da educação básica, o Compromisso Todos pela Educação traça algumas diretrizes, entre elas, reforço escolar, combate à repetência e à evasão, criação de conselhos escolares municipais atuantes e com representação de toda a comunidade escolar.    O ministro ressaltou que alcançar as metas do compromisso significa um pacto pelo futuro. “A vantagem do investimento em educação sobre qualquer outro investimento é que ele é feito por apenas uma geração. Uma geração educada educa as seguintes.”    Segundo Haddad, o combate ao analfabetismo tem que ser urgente e inadiável. “Investimos cerca de R$ 200 milhões por ano e a taxa de

Ler mais

A obrigatoriedade do Ensino Fundamental de nove anos foi irresponsável, diz deputado

“A municipalização dos recursos para o ensino e a obrigatoriedade do Ensino Fundamental de nove anos estão na base na queda vertiginosa da qualidade do ensino brasileiro“, explicou o membro da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação (CNE), Deputado do estado de São Paulo, César Callegari, pontuando os resultados dos diversos sistemas de avaliação da educação brasileira, em palestra proferida no Congresso Educar Educador, em São Paulo (SP).     Segundo avaliação de Callegari, o país pagará caro pelos sensíveis erros nas políticas públicas ligadas à educação. “Sim, majoritariamente acreditávamos no CNE que era interessante promover a inclusão de mais um ano no sistema escolar obrigatório, mas que essa transição deveria ocorrer de acordo com a estrutura de cada escola. Não sabemos porquê o presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT) e o então ministro Tarso Genro (PT), que partilhavam do nosso ponto de vista, assinaram o projeto de lei que firmava a adesão obrigatória das escolas no Ensino Fundamental de nove anos e ainda indicava o prazo final de 2010 para efetivação da medida“.     Para ele, o modelo do ensino fundamental não vê e respeita a infância em sua integralidade, pois, da forma com

Ler mais

Comissão do Senado aprova mudanças na Lei de Diretrizes e Bases

A Comissão de Educação do Senado aprovou nesta terça, 8 de maio, alterações na LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação). A proposta agora vai para votação em plenário. Aprovada, segue para a Câmara dos Deputados e, se não for modificada, irá à sanção presidencial.     Pelo projeto, o ensino fundamental público, que já tem a garantia de ofertar atendimento médico, teria a obrigatoridade de oferecer serviço de ondontologia, mediante convênio com o SUS (Sistema Único de Saúde). Além disso, os municípios teriam o poder de avaliar as escolas públicas e privadas quanto ao currículo e ao nível de aprendizagem e rendimento dos estudantes.     A proposta garante também o afastamento — por período indefinido –, a cada sete anos, de professores e outros profissionais da educação básica, com o objetivo de preservar a saúde do educador e de possibilitar a reflexão crítica sobre seu trabalho e atualização nos conhecimentos específicos da função. A LDB já garante esse direito, mas não especifica o tempo mínimo de serviço para solicitar o benefício   

Ler mais

Boletim do PNLL

Democratizando a Literatura Acadêmica    O Projeto IEC/IPES: Democratizando a Literatura Acadêmica, que integra o Eixo 1 (Democratização do acesso) do PNLL, tem por objetivo ampliar e renovar o acervo das bibliotecas do Instituto Ecológico e Cultural Martins Filho e do Instituto José Marrocos de Pesquisa e Estudos Sócio Culturais, no Ceará. Com as bibliotecas reequipadas, professores e alunos, assim como a comunidade em geral, ganham um espaço para a pesquisa, leitura e socialização de conhecimentos em História, Sociologia, Antropologia, Cultura e Ecologia.    Blitz da Leitura    A distribuição gratuita de revistas de palavras-cruzadas, gibis e outros materiais em escolas públicas é a principal ação do projeto Blitz da Leitura, desenvolvido na cidade de Governador Valadares (MG) e que integra o Eixo 1 do PNLL. O objetivo é fazer com que as crianças carentes da pré-escola, primário e fundamental cultivem o hábito de leitura e também, por meio de parcerias, tenham facilitado o acesso ao teatro e outras manifestações culturais. Há também a realização de eventos, como concursos e o dia do gibi, onde é efetuado o acompanhamento das crianças, além de um trabalho junto aos pais para que estes incentivem seus filhos na leitura dos materiais e na

Ler mais

Quem educa cresce?

O século XVIII, Voltaire, o filósofo e historiador francês, já teorizava: “Educar mal um homem é dissipar capitais e preparar dores e perdas à sociedade.” Mais de 200 anos depois, tornou-se consenso na academia a idéia de que, sem educação, é impossível fazer uma sociedade crescer.     Demorou, mas parece que o presidente Lula se deu conta disso. Na terça-feira 24, ele lançou no Palácio do Planalto o PDE, sigla para Plano de Desenvolvimento da Educação. É uma espécie de irmão siamês do PAC, o propalado programa para acelerar a economia. Trata-se de um pacote de 47 medidas destinadas a melhorar o ensino. Há previsão de mais dinheiro para as escolas, salários melhores e mais qualificação para os professores e abertura de mais vagas nas universidades.     “Se nós implantarmos tudo o que anunciamos aqui, certamente passaremos para a história como a geração de políticos que preparou, como legado para a juventude, um sistema de educação que finalmente pôde colocar o Brasil em pé de igualdade com qualquer país do mundo”, festejou Lula.     Não seria utopia? “É de fato uma utopia, mas uma utopia que a experiência internacional demonstra ser realizável. Uma nação, quando se coloca

Ler mais

Ele vai salvar a educação?

Há vários anos se sabe que o Brasil não tem como avançar sem investir na qualidade da educação. Mas, até a semana passada, não havia nenhum plano de ação para melhorar o desempenho do ensino do país. Este é o grande avanço do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), anunciado pelo presidente Lula na terça-feira 24. É o primeiro programa para a área que incorpora visões modernas do problema e um consenso dos movimentos civis pelo ensino.     Como em todo pacote de muitas medidas (são 47), há reedição e ampliação de velhas iniciativas (como a criação de escolas técnicas em cidades-pólo) e projetos de lei que dependem do Congresso (um deles cria o piso de R$ 850 para os professores). Mas seu cerne é uma inovação no Brasil: finalmente o país terá um sistema simples de cobrança de resultados e recompensas para as escolas que cumprirem os objetivos. O plano dá um salto em relação aos anteriores porque o atual ministro da Educação, Fernando Haddad, não chegou ao cargo com uma bandeira política pessoal.     De forma pragmática, Haddad primeiro tratou de agregar os diversos grupos de interesse na área. Logo que virou ministro, em julho de

Ler mais
Menu de acessibilidade