Cada emprego pirata reduz seis vagas formais

Para cada “emprego pirata“, seis empregos formais desaparecem. Além disso, os produtos falsificados não têm garantia do fabricante. Esses e outros danos à economia do País e à saúde do consumidor foram expostos no Seminário de Combate à Pirataria, ontem, na Procuradoria Geral de Justiça    Na indústria da falsificação, nada se cria. Tudo se copia: de livros a materiais de limpeza, de DVDs a óculos, de suprimentos de informática a medicamentos. Uma indústria que movimenta cerca de US$ 500 bilhões/ano no mundo inteiro, segundo o Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade. Mas, sem a mesma garantia (leia-se também qualidade) dos fabricantes originais, os chamados produtos piratas causam danos à economia local e à saúde do consumidor. Para cada “emprego pirata“, seis empregos formais desaparecem – relaciona Maria Eugênia Saldanha, diretora-executiva da Associação Brasileira das Indústrias de Produtos de Limpeza e Afins (Abipla). Os dados abriram o Seminário de Combate à Pirataria, ontem, na Procuradoria Geral de Justiça.     A reprodução não-autorizada de obras literárias é um dos principais segmentos do mercado de produtos piratas. E existe uma “concentração grande do problema no Nordeste, especialmente, em Recife e Fortaleza“, expõe Dalízio Barros, advogado da Associação Brasileira de

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Boletim do PNLL

Prêmio Vivaleitura anuncia finalistas    Foram anunciados os 15 finalistas da segunda edição do Prêmio Vivaleitura. São Paulo, Ceará, Acre, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Paraná e o Distrito Federal têm projetos entre os finalistas da edição 2007 da premiação, que este ano recebeu inscrições de todos os estados brasileiros. Clique aqui para conhecer os finalistas das três categorias (bibliotecas públicas, privadas e comunitárias; escolas públicas e privadas; e sociedade: empresas, ONGs, pessoas físicas, universidades e instituições sociais). Os vencedores serão conhecidos no dia 30 de outubro e receberão R$ 25 mil cada um.    II Seminário Planos Nacionais de Livro e Leitura no Mercosul    Brasil e Chile serão os co-realizadores do II Seminário Planos Nacionais de Livro e Leitura no Mercosul, que acontece entre os dias 26 e 27 de outubro, período de intersecção da 53ª Feira de Livro de Porto Alegre (26 de outubro a 11 de novembro) e a 27ª Feira Internacional de Livro de Santiago (23 de outubro a 4 de novembro). Os debates serão transmitidos ao vivo por videoconferência e pela internet, no portal do MinC. A idéia é obter a máxima interação, visando a um maior

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Alívio de imposto chega a R$ 36 bi, diz Mantega

Em meio às crescentes críticas de que a carga tributária no país vem aumentando nos últimos anos e da constatação de pesquisas de opinião de que a maioria da população defende o fim da CPMF, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, defendeu no dia 21/09, em pronunciamento em cadeia nacional de rádio e televisão, a política tributária do governo.     Sem citar a CPMF, ele frisou que a economia brasileira tem alcançado conquistas expressivas, por meio das quais o governo investe na área social. Mantega disse que esses cortes beneficiaram, entre outros setores, máquinas e equipamentos, livros, alimentos da cesta básica, material de construção e computadores.     Leia mais…

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MEC bate recorde de compra de livros

O mercado do livro didático no país chegará ao fim de 2007 com um recorde de 152 milhões de exemplares comprados para uso em salas de aula de escolas públicas e privadas. O crescimento em relação a 2002, ano com o maior número de vendas até então, é de 5%. O Ministério da Educação (MEC) praticamente sustenta esse mercado de R$ 1,3 bilhão e é considerado o maior comprador de livros do mundo.     Isso porque são raros os países em que a aquisição é feita de maneira centralizada como aqui. O governo compra livros para todas as escolas públicas do Brasil, o que significa adquirir 80% do total de coleções comercializadas no mercado ano a ano. O processo é realizado pelo Programa Nacional do Livro Didático (PNLD). Criado em 1995 no governo Fernando Henrique Cardoso, o sistema atraiu atenção nesta semana por ter recomendado por anos uma coleção de história com ideologias socialistas.     O restante dos livros didáticos vai para escolas particulares. O preço pago pelo MEC é 10% do cobrado de instituições privadas e pais de alunos. Os 128 milhões de livros que chegarão ao ensino fundamental e médio em 2008 custaram R$ 746 milhões

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Moradas de livros

Em uma iniciativa inédita, a Patrimar abraçou o projeto Espaço dos Livros, desenvolvido por Afonso Borges, criador do Sempre Um Papo, considerado um dos mais respeitados projetos de literatura do país. A idéia é simples: entregar aos clientes da construtora um novo ambiente nos condomínios residenciais, para lazer, entretenimento e cultura: uma biblioteca com mais de 300 títulos, todos exemplares novos. O propósito é estimular o hábito de leitura, por meio da criação de um espaço exclusivo nos empreendimentos.     “Todos nós sabemos da necessidade de estimular a leitura e promover a educação em nosso país. A partir disso, pensamos em incentivar o hábito dentro dos condomínios, provocando, inclusive, maior relacionamento e convivência entre os moradores”, explica o diretor de Marketing da Patrimar, Marcelo Martins. Conforme ele, este projeto soma-se a outras iniciativas da construtora focadas em ações de responsabilidade social. A Patrimar ministra aulas em seus canteiros de obras, por meio de um projeto de alfabetização de adultos desenvolvido em parceria com o Sinduscon-MG, e também incentiva a leitura entre seus colaboradores.     Segundo Martins, o Espaço dos Livros, incluindo os exemplares, é um presente da construtora para seus clientes. O primeiro empreendimento que será entregue com

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Editoras esperam uma ’explosão’ de vendas

As editoras na Bienal do Livro do Rio, que termina domingo, estão contando com uma explosão nas vendas no fim de semana. No primeiro, o resultado foi, em média, pior do que o registrado na última edição. Quando se contabilizam todos os dias de feira, no entanto, as grandes empresas calculam que os resultados de 2007 estejam superiores aos de 2005: a Rocco experimenta aumento de 20%; a Objetiva e a Nova Fronteira, de 10%. Mas há vendedor reclamando de falta de público.    O resultado consolidado só sairá depois do domingo, quando acaba a bienal. No entanto, a avaliação da Record – o maior grupo editorial do País – já é bem positiva. ’No primeiro sábado, vendemos pouco menos que no primeiro sábado de 2005. Percebemos que os livros estavam mais caros no nosso estande do que no da (livraria) Saraiva. Então, no domingo, começamos a dar descontos de 15% na compra do segundo livro, e de 20% no terceiro. Aí o faturamento foi muito superior ao de 2005’, contou a diretora editorial, Luciana Villas-Boas.    Para o fim de semana, ela promete novidades: ’Estávamos marcando bobeira; é capaz de inventarmos mais promoções. O brasileiro é muito sensível a

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Prêmio Vivaleitura 2007 anuncia finalistas

O Prêmio VIVALEITURA anunciou nesta quinta-feira, dia 20 de setembro, os 15 finalistas de sua segunda edição. Os vencedores nas três categorias – Bibliotecas Públicas, Privadas e Comunitárias; Escolas Públicas e Privadas; e Sociedade (empresas, ONGs, pessoas físicas, universidades e instituições sociais) – receberão R$ 25 mil, cada um.    Foram registradas 1.855 inscrições e somadas as duas edições são mais de cinco mil projetos de incentivo à formação de leitores e fomento à leitura cadastrados. Acre, Ceará, Distrito Federal, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo têm projetos entre os finalistas da premiação, que este ano recebeu inscrições de todos os estados do país.    Veja os projetos classificados:    Bibliotecas Públicas, Privadas e Comunitárias    Leia Maripá (Maripá, PR)  Luz e Autor em Braille (Taguatinga, DF)  Cultura – Tradição, Leitura e Arte Solidária (Tabuleiro do Norte, CE)  Borrachalioteca – um jeito diferente de ler o mundo (Sabará, MG)  Biblioteca Barca de Livros: viagens em águas de histórias (Florianópolis)    Escolas Públicas e Privadas    Livro Falado, uma questão de cidadania (Curitiba)  Caminhos da Leitura (Farroupilha, RS)  Semeando o prazer de ler com a história em quadrinhos (Pompéia, SP)  Retrato Falado

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´´O MEC não pode adotar postura de censor´´

O ministro da Educação, Fernando Haddad, defendeu ontem (19/09) o sistema de avaliação do livro didático, mas admitiu que cogita tornar pública a lista de obras reprovadas. Hoje a lista é mantida em sigilo. Haddad ressalvou que teme arranhar a imagem dos autores.   Ao comentar a distribuição pelo governo do livro Nova história crítica (Editora Nova Geração), que apresenta conceitos maniqueístas sobre socialismo e capitalismo – como mostrou artigo do jornalista Ali Kamel – e ficará fora da lista de compras de 2008, o ministro disse que a avaliação pode conter imperfeições. Mas afirmou que o atual sistema é responsável pela melhoria das obras didáticas no país. Para Haddad, os livros devem suscitar o debate.   O que o senhor acha do sistema de avaliação do livro didático? FERNANDO HADDAD: O Ministério da Educação não pode, sob pena de cometer gravíssimo erro, adotar a postura de censor. Como garantir a qualidade do livro didático? Em educação, a avaliação que dá certo é a avaliação por pares (outros professores). Ela pode ter imperfeições, mas é melhor que qualquer outra forma de avaliação. Haja vista que, neste caso específico, não sei por que razão, a comissão reviu o seu julgamento de

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Espaço da Leitura MEC/FNDE na Bienal

A 13ª Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro vai até o próximo domingo, 23 de setembro, no Riocentro. O Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE) é o tema do estande do Ministério da Educação e do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Centenas de livros didáticos e paradidáticos estão disponíveis para consulta pública no estande.     O Espaço da Leitura MEC/FNDE (número 259, no Pavilhão Azul) oferece ao público extensa programação nos 11 dias da feira, que fica aberta entre 10h e 22h. Mais Informações na página eletrônica da bienal.

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