Cada emprego pirata reduz seis vagas formais
Para cada “emprego pirata“, seis empregos formais desaparecem. Além disso, os produtos falsificados não têm garantia do fabricante. Esses e outros danos à economia do País e à saúde do consumidor foram expostos no Seminário de Combate à Pirataria, ontem, na Procuradoria Geral de Justiça Na indústria da falsificação, nada se cria. Tudo se copia: de livros a materiais de limpeza, de DVDs a óculos, de suprimentos de informática a medicamentos. Uma indústria que movimenta cerca de US$ 500 bilhões/ano no mundo inteiro, segundo o Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade. Mas, sem a mesma garantia (leia-se também qualidade) dos fabricantes originais, os chamados produtos piratas causam danos à economia local e à saúde do consumidor. Para cada “emprego pirata“, seis empregos formais desaparecem – relaciona Maria Eugênia Saldanha, diretora-executiva da Associação Brasileira das Indústrias de Produtos de Limpeza e Afins (Abipla). Os dados abriram o Seminário de Combate à Pirataria, ontem, na Procuradoria Geral de Justiça. A reprodução não-autorizada de obras literárias é um dos principais segmentos do mercado de produtos piratas. E existe uma “concentração grande do problema no Nordeste, especialmente, em Recife e Fortaleza“, expõe Dalízio Barros, advogado da Associação Brasileira de