Cristóvam propõe a Biblioteca do Professor

O senador Cristóvam Buarque (PDT-DF) apresentou ao Senado projeto de lei que autoriza o Ministério da Educação a criar a Biblioteca do Professor. A idéia é distribuir dois livros por ano a cada educador das escolas públicas do país. Eles próprios escolheriam os títulos, entre obras de literatura, científica, didáticas ou técnicas. Os recursos sairiam do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD).    A proposta está na Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados, onde ninguém apresentou emendas. A relatora, deputada Maria do Rosário (PT-RS), deve anunciar seu parecer nos próximos dias.

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Abrelivros elege nova diretoria e conselho fiscal

A Associação Brasileira de Editores de Livros (Abrelivros), elegeu na tarde de terça-feira (18/12), Jorge Yunes, da Editora IBEP/Nacional, para a presidência. João Arinos (Ática e Scipione), até então presidente da entidade, foi eleito como 1º Vice-Presidente. Andrés Cardó (Editora Moderna) concorreu individualmente e foi eleito 2º vice-presidente.     João Tissi, das editoras FTD e Quinteto, além de José Luiz Próspero (Saraiva), continuam como 1º e 2º tesoureiros, respectivamente. Para a diretoria adjunta, foram eleitos Cristina Roberts (Editora Macmillan) e Maria Lúcia Kerr Cavalcante Queiroz (Editora do Brasil), até então conselheira fiscal da entidade.     Para o Conselho Fiscal, Giem Guimarães (Editora Positivo), Renato Adur (Base Editora) e Vicente Paz (Escala Educacional) foram os nomeados. Maria Beatriz Santos Grellet continua à frente da gerência da entidade.   

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Livros devem ter versões para deficientes visuais

Os membros do Grupo de Trabalho criado pela Câmara Setorial do Livro e Leitura para tentar encontrar um meio para tornar os livros mais acessíveis aos deficientes visuais estão convencidos de que estão bem próximos de uma solução. A idéia é que os livros publicados no país também sejam oferecidos, no mercado, no formato braille, digital ou algum outro que venha a surgir.     Pela proposta – em torno da qual já há um certo entendimento entre representantes das editoras e dos deficientes visuais -, isso passaria a vigorar a partir da data da regulamentação da Lei do Livro, prevista para acontecer no primeiro semestre de 2008.     Segundo Galeno, só não há consenso, ainda, sobre os preços a serem cobrados por esses produtos, especialmente o braille, que tem um custo de produção bastante superior ao livro no formato convencional em papel. A próxima reunião da CSLL está marcada para os dias 6 e 7/03.   

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MEC vai debater ensino de literatura na escola

Por obra e arte da Associação de Escritores e Ilustradores de Literatura Infantil e Juvenil (AEI-LIJ), a questão do ensino de literatura nas escolas será uma das pautas principais da primeira reunião da Câmara Setorial do Livro e Leitura em 2008.     O tema, uma antiga bandeira da AEI-LIJ, será objeto de discussão de escritores, ilustradores e representantes dos demais elos da cadeia produtiva do livro e da cadeia mediadora da leitura com o Ministério da Educação. Estão convencidos de que este é o caminho para, muito mais do que contribuir para desenvolver e apoiar a literatura nacional, ajudar a formar mais leitores e fomentar a leitura no País. Informações do Blog do Galeno. 

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Haddad espera que fim da CPMF não afete Educação

Confiante de que não precisará realizar nenhuma alteração nos programas desenvolvidos pelo Ministério da Educação em razão do fim da cobrança da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) a partir do próximo ano, o ministro Fernando Haddad apresentou na última segunda-feira (17) em Curitiba o Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE). Sobre o fim da CPMF, o ministro disse ter a “impressão“ de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fará um grande esforço para preservar os investimentos na área social. “Evidentemente, um baque como esse no Orçamento vai exigir da área econômica alguma engenharia para tentar acomodar os programas sociais e o equilíbrio fiscal“, opinou. “O Orçamento vai ter que ser refeito, mas temos expectativa de manter os programas na área de Educação no ritmo que estão hoje.“ Apesar de considerar a CPMF um imposto “leve e bom“, Haddad preferiu colocá-lo na pasta de “águas passadas“. “Agora é olhar para frente, sentar com a equipe de governo, fazer as contas, refazer os planos setoriais e entregar ao país o que foi combinado“, afirmou. Sobre o PDE, Haddad explicou que o plano contempla cerca de 40 ações desde a creche até a pós-graduação. O Paraná assinou a adesão ao

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Projeto levará computadores portáteis a 150 mil alunos de escolas públicas

O projeto Um Computador por Aluno (UCA), após um ano de funcionamento em caráter experimental, começa a virar realidade. Na quinta-feira, foi publicado o edital para a compra de 150 mil laptops (computadores portáteis), os quais serão distribuídos, a partir do primeiro semestre de 2008, em 300 escolas do país. Nesta terça-feira, 18, a empresa fornecedora dos computadores será escolhida por meio de pregão eletrônico. O projeto é uma iniciativa da Presidência da República, em parceria com o Ministério da Educação.    Serão contempladas cinco escolas estaduais e quatro municipais em cada estado — pelo menos uma delas, na zona rural. Além disso, em cada uma das cinco regiões do país, um município com até três mil alunos será escolhido como palco de uma experiência inédita — nas cidades selecionadas, todos os alunos de escolas públicas receberão os laptops. A idéia é avaliar o impacto que o uso das tecnologias da informação terá sobre o nível educacional de cada município.    Os equipamentos, projetados especialmente para uso pedagógico, devem ter tela de cristal líquido de no mínimo sete polegadas, capacidade de armazenamento de pelo menos um gigabyte e memória mínima de 256 megabytes. A empresa vencedora ficará responsável pela entrega,

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Novo desafio da educação

A expansão do ensino fundamental no Brasil nas três últimas décadas promoveu uma democratização do acesso à educação. Em conseqüência da universalização, a exclusão e a desigualdade geradas pelo ensino mudaram de natureza e de lugar. Hoje, o fator de exclusão é a qualidade do que se aprende.     O diagnóstico é do professor Romualdo Portela de Oliveira, da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP) em pesquisa de livre-docência. Uma versão da tese foi publicada na revista Educação e Sociedade, em outubro.     “Se não percebermos que a desigualdade gerada pela educação atualmente é outra, não estaremos preparados para enfrentá-la adequadamente. Paradoxalmente, mais educação gera demanda por mais educação”, afirmou Portela à Agência FAPESP.     Com base em uma análise histórica, o pesquisador explica que o objetivo do estudo foi demonstrar que “o movimento de expansão do ensino fundamental e médio supera o histórico processo de exclusão, gerando novas contradições”.     “A superação da exclusão por falta de escola e por múltiplas reprovações dá visibilidade à exclusão gerada pela ausência de aprendizado ou pelo aprendizado insuficiente, remetendo à discussão acerca da qualidade do ensino”, enfatizou.     De acordo com Portela, apesar do

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Governo amplia ações do PDE e dá destaque para a formação de professores

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e o ministro da Educação, Fernando Haddad, lançaram nesta quarta-feira, dia 12, no Palácio do Planalto, ações complementares ao Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), que apresentou, em abril deste ano, mais de 40 medidas para elevar a qualidade do ensino. As novas ações terão, em 2008, recursos de cerca de 1,5 bilhão.    Serão R$ 600 milhões para transporte e merenda escolar, R$ 140 milhões para assistência estudantil, R$ 200 milhões para que estados e municípios apresentem projetos de estruturação do ensino médio integrado à educação profissional, R$ 70 milhões para bolsas de iniciação à docência, R$ 80 milhões destinados a programas de pós-doutorados, R$ 400 milhões para equipar escolas públicas com computadores e internet e R$ 70 milhões para implementar cursos a distância na educação técnica de nível médio.    Entre as ações do PDE, o ministro deu ênfase a três ligadas à formação de professores – a criação de uma bolsa de iniciação à docência, a expansão de vagas de licenciatura nas universidades públicas e os cursos da Universidade Aberta do Brasil (UAB), que qualificam, a distância, professores da educação básica. “Queremos que as escolas públicas contem mais

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Presidente do FNDE fala de programas ’à prova de corrupção’

O Presidente do Fundo de Desenvolvimento da Educação (FNDE), Daniel Balaban, apontou para os protagonistas do mercado editorial algumas das mazelas da educação brasileira e apresentou ao público um leque de planos do governo para reverter os baixos índices do país nos rankings mundiais que avaliam a educação. Ele esteve ontem à tarde no Instituto Goethe, em palestra intitulada “Programa de Desenvolvimento da Educação – Novos Rumos da Educação no Brasil”.    A mudança nas diretrizes de funcionamento do Ministério da Educação foi protagonista de parte da apresentação do presidente. Segundo ele, as pesquisas do Ministério a respeito da situação das escolas nos municípios serão as linhas guias para a prestação de auxílio por parte do governo – para evitar que os repasses sejam feitos todos os anos para as mesmas prefeituras, como vem acontecendo. Ademais, o próprio Ministério passará a ir até os municípios que receberão os repasses, para garantir que estes ganhem atenção do governo federal e para evitar possíveis manobras de corrupção.    Balaban atribuiu a celeuma criada pelo recente episódio de acusação do FNDE de favorecimento à editora Moderna dentro do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) à desinformação dos acusadores em relação ao funcionamento do

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