Brasil é 16º em ranking sobre avanços na educação

O Brasil ocupa a 16ª posição no ranking dos avanços para cumprir as metas do programa Educação para Todos (EPT). Os dados estão em um relatório feito pela Campanha Global pela Educação, que iniciou, nesta terça-feira (22), a assembléia “Educação para todos em risco: a hora de agir é agora”, em São Paulo.     O índice da melhora brasileira está atrás do mexicano e à frente ao da Malásia. Ilhas Mauricio ocupam a primeira posição no ranking, Letônia está na segunda e Uruguai na terceira. O último colocado é o Haiti, na 156ª posição. Veja o relatório completo aqui (em inglês).    O relatório, que mede os avanços de 2000 a 2007 para cumprir as metas do programa, e não a qualidade da educação de cada país, usa dados do relatório Educação para Todos, publicado anualmente pela Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco), informações dos governos, pesquisas acadêmicas e análises internacionais.    Foram analisados seis pontos: a universalização da educação básica, o empenho político dos governos, o aumento das matrículas, a qualidade do ensino e aprendizagem, a igualdade de oportunidades e a transparência das contas públicas.     Na avaliação, o Brasil atingiu a pontuação

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Escolas da educação especial receberão coleções literárias

Mais de 700 mil alunos com necessidades educacionais especiais — com deficiência ou superdotação — terão acesso a acervos literários no segundo semestre deste ano. Cada uma das 54.412 escolas públicas com matrículas em classes comuns do ensino regular público e escolas especializadas sem fins lucrativos receberá obras de literatura distribuídas pelo Programa Nacional Biblioteca da Escola – Educação Especial (PNBE/Esp). São três coleções com até 60 títulos para escolas com matrículas na educação infantil, ensinos fundamental e médio.    Além de qualificar os acervos das bibliotecas escolares para uso dos estudantes, o PNBE/Esp também vai apoiar com obras de orientação pedagógica os 54.625 professores que trabalham nessas escolas. De acordo com a diretora de políticas da educação especial da Secretaria de Educação Especial, Cláudia Griboski, os livros de orientação serão instrumentos de leitura, informação, pesquisa e reunião pedagógica dos docentes. A iniciativa tem o objetivo de fortalecer as políticas de inclusão e contribuir para melhorar a qualidade do ensino.    Para executar o programa, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) está recebendo inscrição de obras de orientação pedagógica e de literatura até 17 de março. Os autores podem inscrever de livro digital em Língua Brasileira de Sinais

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Projeto prevê compra de livros para professores

A Câmara analisa o Projeto de Lei 1649/07, do Senado, que propõe a recriação do programa Biblioteca do Professor pelo governo federal, para compra de livros de formação para professores da educação básica. A exemplo do que ocorre hoje com o Programa Nacional do Livro Didático, professores indicariam livros de referência a serem disponibilizados para reforçar os programas de formação e aperfeiçoamento dos professores da rede pública brasileira de educação.    O programa contaria com obras científicas, técnicas, didáticas e literárias fornecidas pelo poder público federal. Esses livros seriam de uso, guarda e propriedade dos professores da rede pública de ensino. A cada ano, pelo menos dois títulos por professor deveriam ser adquiridos para a constituição de um acervo. Os recursos para essa aquisição serão os mesmos do Programa Nacional do Livro Didático. Caso seja aprovado o projeto, o programa será criado em um ano.    Política contínua  Segundo o autor da proposta, senador Cristovam Buarque (PDT-DF), nos dois anos em que existiu (2003 e 2004), o programa foi bem sucedido, ao disponibilizar obras importantes a baixo custo. “Nosso objetivo é permitir que essa política tenha continuidade e não seja submetida a interrupções com a mudança de titulares da pasta

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Corte vai atingir educação, diz Lula

Ao comentar a dificuldade diante da perda de arrecadação de R$ 40 bilhões com o fim da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva admitiu ontem que terá de negociar com ministros cortes em programas sociais.    Em audiência concedida a 21 educadores que participam do 30º Congresso da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), ele chegou a fazer um relato dos problemas no setor. “É preciso investimentos, os professores ganham uma desgraça de salário e as escolas não têm infra-estrutura”, destacou o presidente, de acordo com o relato de participantes do encontro.     Lula comentou que pelo menos dois programas do Ministério da Educação devem ser atingidos pelos cortes no Orçamento-Geral da União, o Médico na Escola e o Fonoaudiólogo na Escola. “Nós dissemos a ele que vamos defender o Ministério da Educação nesse processo de cortes”, relatou, após a audiência, a presidente da CNTE, Juçara Maria Dutra Vieira.     Embora tenha indicado cortes na educação, Lula frisou que vai voltar a conversar com os líderes da base aliada para negociar a aprovação de um projeto que estabelece piso de R$ 950 para professores do ensino médio que trabalham 40

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A venda de livros aumentou em todo o Brasil

A boa notícia vem acompanhada de outra ainda melhor: o crescimento foi motivado por novos e jovens leitores.    Férias. E eles escolheram passar mais tempo entre os livros. Mas o que tanto procuram nessas páginas?    “Aventura e complicações que aí eu sempre fico mais excitada para saber”, diz Bruna.     “Gosto de ler livros sem figura e livro que tem muita página”, comenta Erick.     Diante de tanta curiosidade as máquinas andam a mil. A Associação Nacional dos Livreiros constatou que, no ano passado, a venda de livros cresceu 15%. Uma gráfica precisou de 400 toneladas de papel a mais.   Para o editor Sergio Machado, foi mais que novidade.    “Foi uma surpresa que a gente estava esperando há mais de 30 anos”, diz ele.    Os motivos? A isenção de alguns impostos sobre o livro, maior poder aquisitivo das classes C e D e o grande interesse da criançada e dos adolescentes, loucos por aventura.    “Acabou e muito em muitos colégios aquela coisa que todo mundo tem que ler o mesmo livro. Porque o que faz crescer a vontade de ler é você ler o que você quer”, afirma a livreira Claudia Amorim. 

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Gil vai ficar!

O ministro Gilberto Gil acabou com o suspense: vai ficar no Ministério da Cultura. Pelo menos até 2009 (dizem que até lá vai tirar algumas licenças e, depois disso, em 2010, o atual secretário executivo, Juca Ferreira, assumiria de vez). Para quem temia que os planos do MinC para a área do livro e leitura em 2008 poderiam correr risco em caso de mudanças na equipe, o próprio Gil cuidou de dar a notícia tranquilizadora:     – Quando falei que ia sair do ministério, estava assustado: já era a segunda vez que eu teria que operar minhas cordas vocais. Mas minha fonoaudióloga disse que um cantor pode ficar velho sem perder a voz e que minha recuperação estava sendo muito boa. Isso me fez recuar da idéia de deixar o ministério – disse, nesta quarta-feira (16/1), em Salvador, o ministro-cantor. 

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Pesquisa pretende revelar retrato da leitura no País

Criado em outubro de 2006 com o objetivo de desenvolver ações de fomento à leitura e acesso ao livro no Brasil, o Instituto Pró-Livro (IPL) entra na fase final de seu primeiro grande projeto: traçar o comportamento do leitor brasileiro por meio da pesquisa “Retratos da Leitura“.     O estudo vai desenhar o atual cenário da leitura com perspectivas de motivação, participação do educador, acesso ao livro, até a presença e o papel das bibliotecas públicas na formação de leitores. Aplicada em 313 municípios de todos os estados brasileiros pelo Ibope Inteligência, entra agora em fase final, com a análise de especialistas em leitura e educação dos dados obtidos. Segundo o IPL, a divulgação dos resultados acontecerá no primeiro trimestre deste ano.  

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Experiência brasileira em leitura e biblioteca para exportação

O secretário-executivo do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), José Castilho Marques Neto, é o convidado brasileiro para integrar a Comissão Assessora em Leitura e Biblioteca que a Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI) vai instalar hoje (17/01), em reunião que acontece na capital de El Salvador.     No dia 18, Castilho apresenta a palestra Ler para aprender, em que discorre sobre a experiência brasileira no PNLL, de sistematizar projetos, programas, atividades e eventos na área do livro, leitura, literatura e bibliotecas em desenvolvimento no país, empreendidos tanto pelo Estado (em âmbito federal, estadual e municipal) como pela sociedade, de modo a subsidiar a construção de uma Política de Estado para o livro e a leitura no Brasil.    

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Dados educacionais dos municípios podem ser pesquisados no Portal MEC

Pais, educadores e pesquisadores podem descobrir o perfil da população e da rede de ensino dos municípios brasileiros por meio do sistema Indicadores Demográficos e Educacionais, disponível no portal do Ministério da Educação. O sistema foi elaborado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e disponibiliza doze tabelas sobre o número de habitantes e de escolas do município, o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), o Índice de Desenvolvimento da Infância (IDI) e a taxa de analfabetismo de cada local pesquisado, entre outras categorias.    O município de Capela (AL), por exemplo, tem uma população de 16.255 habitantes, 31 escolas de educação básica, todas públicas, e o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) da rede municipal é 2,8. O interessado seleciona o estado e o município, encontrando indicadores educacionais e populacionais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e do MEC, reunidos e sistematizados.    O sistema também informa o número de matrículas em cada nível de ensino da educação básica oferecida no município, a quantidade de instituições de ensino superior, caso

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