Inscrições para competição de português serão abertas em fevereiro

As inscrições para a 1ª edição da Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro serão abertas no dia 19 de fevereiro e encerradas em 14 de abril. Cerca de seis milhões de estudantes de escolas públicas deverão reforçar os estudos e participar da competição, que envolverá atividades escolares, estaduais, regionais e uma etapa nacional. A olimpíada investirá na formação de professores a fim de melhorar os processos de ensino e aprendizado de leitura e escrita nas salas de aula.     Serão aplicados R$ 15 milhões em produção de diferentes materiais didáticos, realização de oficinas de leitura e campanha de divulgação. Também haverá recursos para transporte e hospedagem de alunos, professores e equipe de formação. O dinheiro resulta da parceria entre o Ministério da Educação, Fundação Itaú Social, União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec).    Poderão participar professores e alunos da 4ª e 5ª séries (5º e 6º anos), de 7ª e 8ª séries (8º e 9º anos) do ensino fundamental e também de 2º e 3º anos do ensino médio, todos de escolas públicas. A expectativa da Secretaria de Educação Básica (SEB/MEC) é alcançar

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Português: Ferramenta indispensável

O Brasil vive um momento positivo na economia, apesar da crise nos mercados financeiros mundiais. Os investimentos estão em alta, a demanda cresce e o nível de desemprego registrado em 2007, de 9,3%, foi o menor em cinco anos. Mesmo com os ventos favoráveis, quem não possui qualificação tem mais dificuldade de se colocar no mercado de trabalho e é mais mal remunerado. Só um maior acesso à educação é capaz de mudar esse quadro. E a ferramenta indispensável para tirar proveito dos estudos, causar boa impressão numa entrevista de emprego e abrir as portas do crescimento profissional é a correta utilização da língua.     Esse é um dos maiores problemas do brasileiro. Pesquisas mostram que, no País, apenas 26% das pessoas entre 15 e 64 anos são plenamente alfabetizadas. Isto é, têm domínio total das habilidades de leitura e escrita. Exames aplicados em estudantes também refletem essa realidade. Os resultados do Pisa (sigla, em inglês, para Programa Internacional de Avaliação de Alunos), prova que mede a eficiência de leitura em adolescentes de 15 anos em 56 países, divulgados no ano passado, foram muito ruins. O Brasil ficou na 48ª colocação. Numa escala até cinco, mais da metade parou

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Conheça os vencedores do II Concurso História do Meu Bairro, História do Meu Município

O II Concurso História do Meu Bairro, História do Meu Município, promovido pelo programa São Paulo: um Estado de Leitores, já tem o resultado dos vencedores. O projeto foi criado para estimular as pessoas a relatarem suas experiências nos respectivos lugares onde vivem, bem como resgatar a história desses locais.   Os 20 melhores textos serão publicados na forma de coletânea e os autores receberão ainda kits de livros com clássicos da literatura universal. Confira o resultado das listas Premiados Bairros e Premiados Municipio. Os premiados podem entrar em contato com a Coordenação do Concurso, pelo telefone 11-3331-5549.   

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Escolas públicas receberam meio milhão de crianças de seis anos em 2007

Em dois anos, de 2005 a 2007, o número de alunos matriculados no ensino fundamental de nove anos, com ingresso aos seis anos, passou de 8,1 milhões para 14,2 milhões. Com isso, as escolas públicas de ensino fundamental receberam, no ano, passado cerca de 500 mil crianças de seis anos de idade. Os números, levantados pelo Educacenso 2007, foram divulgados nesta quinta-feira, 24, pela Secretaria de Educação Básica (SEB/MEC).     O importante, segundo a secretária Maria do Pilar Lacerda, é o censo revelar que meio milhão de crianças chegaram à escola um ano mais cedo, privilégio, até então, dos filhos da classe média. Segundo a secretária, o acréscimo no ensino fundamental não significou redução de matrículas na educação infantil. “Na prática, representa que mais crianças estão na escola”, disse. Para Pilar, as crianças que ouvem histórias despertam para a leitura e as que lêem aprendem matemática.     De acordo com o Educacenso, sistema que capta informações detalhadas sobre cada estudante, professor, turma e escola, os 14,2 milhões de alunos no ensino fundamental de nove anos representam 44,3% das matrículas das redes públicas. Entre as regiões, o Centro-Oeste apresenta o maior percentual, de 73,5%, seguido do Sudeste, com 51,6%.

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Editoras negam reajuste de preço em janeiro

Não deverá haver reajuste no preço de livros didáticos em janeiro. Pelo menos é o que afirma grande parte das editoras e livrarias ouvidas por O POVO desde a semana passada. De acordo com Francisco Gilmário de Assis, gerente geral da filial da FTD em Fortaleza, por exemplo, o aumento mais recente aconteceu no ano passado. “Nosso último reajuste foi no início de novembro, em torno de 5% em média. Não temos previsão de aumento agora“, informa.     Na Mundial, distribuidora das editoras Saraiva e Atual, o gerente comercial Renato Sampaio afirma que todos os anos as tabelas adotadas em janeiro para cada uma das editoras são as mesmas de dezembro do ano anterior. “(Os livros didáticos) sofreram reajuste no começo de dezembro, de 6%, 8%, 10%, no máximo. Alguns nem isso. Na Saraiva e na Atual não vai haver reajuste este mês, de maneira nenhuma“, garante.     Dina Pontes, diretora da distribuidora da Ática e da Scipione no Ceará, também disse que não há previsão de aumento para este mês. “Alguns livreiros estão chegando agora para pegar (as tabelas), mas o reajuste é do final de novembro“, explica.     Na Livraria Dom Pedro, a supervisora Fabiana

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Proprietários de livrarias são presos em flagrante em Goiânia

Francisco Monteiro Costa Júnior, 46, e Itamar Lagares de Lima, 49, proprietários de livrarias localizadas no Centro de Goiânia, foram presos em flagrante no início da tarde, dessa quarta-feira (23). Nos locais eram vendidos para estudantes livros de uso restrito aos professores. Cerca de 400 livros de várias editoras, relacionados ao ensino fundamental e médio, foram apreendidos e estão agora à disposição da justiça. Os acusados aguardam decisão judicial para serem encaminhados à Casa de Prisão Provisória, em Aparecida de Goiânia.    O delegado da Delegacia de Crimes ao Consumidor, Otacílio de Oliveira os acusados responderão por crime de violação de direitos autorais. A denúncia partiu da Associação Brasileira de Editoras de Livros, em São Paulo, que investiga essa prática de crime em todo o Brasil.      

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Apreendidos livros em sebos

Uma operação da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Contra o Consumidor (Decon) apreendeu na manhã de ontem, 23 de janeiro, 400 livros didáticos, do ensino médio e fundamental, de uso exclusivo do professor. Os livros, cuja venda é proibida, estavam sendo comercializados em lojas de livros usados, conhecidas como sebos, localizadas no Centro de Goiânia. Ao todo, cinco lojas foram fiscalizadas e dois proprietários foram presos em flagrante.     De acordo com o delegado Otacílio de Oliveira Silva, adjunto da Decon, cerca de 100 livros foram apreendidos em um sebo na Rua 4, do Centro, cujo dono é Itamar Lagares de Lima, 48 anos. O restante da apreensão ocorreu em outra livraria na Avenida Goiás, onde também foi preso em flagrante Francisco Monteiro Costa Júnior, de 45 anos.    Tanto Itamar Lagares quanto Francisco Monteiro responderão pelo crime de violação de direito autoral, cuja pena prevê reclusão de um a qautro anos. Segundo o delegado Otacílio de Oliveira, os dois foram transferidos ontem para uma cela na Delegacia Estadual de Repressão a Narcóticos (Denarc), onde havia vagas disponíveis, e estão à disposição da Justiça.    

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Fortaleza é líder em venda ilegal de livros

Para muitas pessoas, a advertência “venda proibida“ estampada na capa dos livros escolares nada significa. No Brasil, a venda de livros didáticos exclusivos do professor, proibida por lei, movimenta cerca de R$ 200 milhões por ano. Fortaleza ostenta um título desonroso nesse tipo de atividade ilícita, o de ser a capital brasileira onde mais se vende livros de modo ilegal. Belo Horizonte (MG) ocupa a segunda posição. As informações são da Associação Brasileira de Editores de Livros (Abrelivros), entidade nacional que reúne as empresas do setor.     Nos últimos três meses, três operações foram realizadas pela Delegacia de Defraudações e Falsificações (DDF), com apoio da Abrelivros, para coibir esse tipo de crime. A ação mais recente, na tarde de ontem, no Centro de Fortaleza, resultou na apreensão de cerca de mil livros e na prisão de três homens: Luilson Freitas Bezerra, 46, Antonio Ronaldo Dias, 27, e Afonso Nóbrega de Souza, 49. Somadas às duas operações anteriores, o número total de publicações apreendidas chega a 2,3 mil, número equivalente ao de alunos de uma escola de grande porte da Capital.     Segundo o advogado da Abrelivros, Dalizio Barros, as prisões ocorreram a partir de informações fornecidas à entidade

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VENDA ILEGAL: Blitz apreende 300 livros do professor em Fortaleza

A Polícia Civil deflagrou, na manhã de 21 de janeiro, no Centro, uma operação para apreender livros que estão sendo vendidos irregularmente, em Fortaleza. Em uma única loja, na Rua General Bezerril, foram encontrados pelo menos 300 ‘livros do professor’ – que têm venda proibida. O dono do estabelecimento foi preso.    A fiscalização é feita por equipes da Delegacia de Defraudações e Falsificações (DDF), da Polícia Civil, e representantes da Associação Brasileira de Editores de Livros (Abrelivros). Foi a primeira operação de 2008. A Polícia e a Associação dos Editores garantem que vai continuar.    Intensificar    ´Vamos fazer uma vistoria constante´, disse o advogado da Abrelivros, Dalízio Barros, que acompanhou a blitz pela manhã nas ruas próximas à Praça dos Leões. O trabalho é desenvolvido em sebos e livrarias da cidade.    Segundo o advogado, a comercialização dos chamados ‘livros do professor’ é um problema antigo na capital cearense. ´Há cerca de cinco anos, vem se intensificando. Isso desde que a distribuição dos exemplares começou a ser feita mais indiscriminadamente´. Comercializar ‘livros do professor’ é considerado crime.´    Os volumes, com orientação para os mestres e respostas de questões, são distribuídos gratuitamente aos professores. ´A pessoa que comercializa

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