Quase 3 mil já assinaram contra extinção de bibliotecas em SP

Quase 3 mil personalidades já haviam assinado, até quinta-feira (21/2) à noite, o abaixo-assinado pedindo a revogação do Decreto 49.172/2008, do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, que extinguiu, numa só canetada, na véspera do carnaval, quatro biliotecas públicas da cidade. O Conselho Regional de Bibliotecas de São Paulo também entrou na briga e pretende entregar o documento às autoridades paulistanas. Na lista encabeçada pelo professor da Universidade de São Paulo (US) Edmir Perrotti tem escritores, editores, livreiros, bibliotecários, educadores, estudantes e indignados em geral. Para aderir, basta entrar no http://www.gopetition.com/online/16989.html, colocar nome e sobrenome e clicar em “sign the petition“ (assine a petição).    A reação nos comentários publicados pelo blog foi bastante dura contra a medida. Mas há quem defenda (leia clicando em http://www.gopetition.com/online/16989.html, na nota Em vez de abrir, SP fecha bibliotecas!, que você pode encontrar por meio do UOL Busca, no alto do blog, clicando na opção Neste Blog).        A questão é: como estão as bibliotecas de SP?    Um dos principais questionamentos do Conselho Regional de Biblioteconomia de São Paulo, em indignado protesto contra a extinção de quatro bibliotecas pela prefeitura paulistana, é o estado em que se encontra boa parte das

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Tomam posse os conselheiros de acompanhamento e controle social do Fundeb

Tomaram posse na quarta-feira, dia 20 de fevereiro, os membros do Conselho Nacional de Acompanhamento e Controle Social do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). Representantes de todas as instituições ligadas ao fundo fazem parte do conselho. Juntos, representantes do Ministério da Fazenda, da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) de pais e alunos, entre outros, devem acompanhar a distribuição e aplicação dos recursos do Fundeb e, caso necessário, enviar denúncias de irregularidades ocorridas em estados e municípios.    De acordo com o ministro da Educação, Fernando Haddad, a importância da comissão vai além dos cuidados por uma correta aplicação dos recursos. “Não vamos circunscrever o papel do conselho a uma regra burocrática. O que queremos é uma mudança na cultura da aplicação dos recursos em educação”, destaca Haddad, que defendeu uma conscientização dos agentes envolvidos na gestão educacional do país. Para o ministro, não há como aumentar os investimentos em educação sem criar mecanismos capazes de minimizar o desvio de dinheiro.    A presidente do novo órgão é a secretária de Educação Básica, Maria do Pilar Lacerda. “Esse é um momento para pensarmos na qualidade da educação e do financiamento. Só este ano serão construídas

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CERLALC disponibiliza pesquisa sobre o clima do mercado editorial em 2007

Reunindo informações de 114 empresas do setor livreiro, o Centro Regional para o Fomento do Livro na América Latina e no Caribe (CERLALC) desenvolveu um estudo sobre a situação do mercado editorial no ano passado e os rumos que ele vem tomando recentemente. Intitulado “Percepción sobre el clima empresarial editorial en el 2007 y tendencias a corto plazo“, o 5º boletim da CERLALC sobre o tema encontra-se disponível para downloads, com o intuito de promover o intercâmbio de informações de interesse para o mercado editorial.    O CERLALC é um organismo intergovernamental ibero-americano cuja missão é promover a integração da região através da leitura. Criado pela UNESCO, ele tem dentre suas atribuições a assistência técnica a países na formulação e aplicação de políticas públicas, geração de conhecimento e divulgação de informação especializada. Tem sede em Bogotá, na Colômbia, e seu site é www.cerlalc.org.     Para baixar o boletim, clique aqui.   

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Acessibilidade será tema da Câmara Setorial

A ampliação do acesso aos livros pelos deficientes visuais deve ser, mais uma vez, o principal tema da próxima reunião da Câmara Setorial do Livro e Leitura, que volta a se reunir na primeira semana de março, no Rio.     Os membros do Grupo de Trabalho da Acessibilidade, criado há dois anos pelo Ministério da Cultura, estão dando os últimos retoques na proposta a ser apresentada para editores, livreiros, bibliotecários, especialistas em leitura e governo. Há quem aposte que a CSLL está muito próxima de obter um significativo avanço institucional nessa área, abrangendo tanto o braille como os livros digitais acessíveis.

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Investimento de R$ 15 milhões em olimpíada vai estimular ensino de língua portuguesa

Estão abertas as inscrições para a primeira Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro. A iniciativa foi lançada nesta terça-feira, 19, no Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo. Os recursos previstos para a olimpíada são da ordem de R$ 15 milhões e todas as escolas públicas municipais, estaduais ou federais podem participar.     O prazo para que as secretarias estaduais e municipais de educação se inscrevam no programa vai de hoje, 19 de fevereiro, até 14 de abril. A expectativa é que a competição atraia seis milhões de estudantes de escolas públicas. “Essa iniciativa é, na verdade, uma metodologia para a formação de professores e para o engajamento social em torno da escrita”, explica Antonio Matias, presidente da Fundação Itaú Social, uma das parceiras do Ministério da Educação na Olimpíada de Português.    A olimpíada seguirá o modelo do programa Escrevendo o Futuro, que vinha sendo desenvolvido desde 2002 pela fundação. Para a secretária de Educação Básica, Maria do Pilar Lacerda, a ação anterior tinha um modelo de formação de professores que conseguia engajar profissionais de todo o país. “A política do ministério é absorver cada vez mais essas boas práticas e experiências que estão sendo desenvolvidas em

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São Paulo começa a usar apostila única para orientar professores

As escolas estaduais de São Paulo começam hoje, volta às aulas, a usar um material didático em forma de apostila para orientar professores sobre como proceder e quais conteúdos abordar em sala de aula. Essa é a primeira vez que a rede, com 200 mil professores e 5 mil escolas, tem um material único de proposta curricular para 5ª a 8ª séries e ensino médio.    Os livros elaborados pelo governo funcionam como guias – detalham o que deve ser feito aula a aula, indicam as habilidades dos alunos que precisam ser trabalhadas e propõem avaliações. Mas há quem reclame que o formato massifica a maneira de ensinar.    ’Esse material tira o direito do professor de conduzir sua aula’, diz o presidente do sindicato dos professores (Apeoesp), Carlos Ramiro, que teve acesso aos livros. Para ele, a proposta curricular é apresentada como ’apostilas usadas em sistemas de ensino particular’, numa forma de padronização do ensino.    Ele se refere a grupos como COC, Positivo e Objetivo, dentre outros, que fornecem materiais próprios aos alunos e professores – de suas escolas e de outras – em vez do livro didático convencional. ’Todo ano os professores já faziam a revisão do

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O lucro na era digital ainda está para ser descoberto

A tecnologia digital não parece tão promissora quando o assunto são os livros, revistas e jornais. “Um dos principais obstáculos para a adoção em massa do e-book (livro digital) em 2008 e nos próximos anos pode estar ligado à profunda afeição que as pessoas possuem pelo livro tradicional de papel“, afirma a pesquisa da consultoria Deloitte.     Em vez do consumidor em geral, a tendência é que o livro digital – um aparelho com uma tela especial para leitura – interesse mais a públicos específicos. Pode ser um instrumento prático de consulta para quem usa obras de referências no trabalho, como dicionários, manuais técnicos, textos acadêmicos ou títulos jurídicos. No Brasil, uma editora pequena, a Giz Editorial, tem se arriscado nesse mercado, praticamente inexistente no país – nos EUA, a Sony fabrica o e-book e a Amazon oferece um aparelho de marca própria.    Leia mais…

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Polícia apreende 4 mil livros didáticos em SP

A Polícia Civil fez ontem, na região central de São Paulo, a maior apreensão do País dos chamados livros do professor, que não podem ser vendidos e estavam sendo comercializados em sebos. Foram recolhidos cerca de 4 mil exemplares de diferentes editoras. A blitz faz parte de campanha da Associação Brasileira de Editores de Livros (Abrelivros) e da Associação Brasileira para a Proteção dos Direitos Editoriais e Autorais (ABDR) que, por meio de denúncias, já apreendeu livros em Goiânia, Belo Horizonte e Fortaleza. O livro do professor é aquele com as respostas para exercícios propostos aos alunos. Eles são distribuídos gratuitamente em escolas particulares como forma de divulgação de coleções de livros didáticos. As escolas recebem todo ano exemplares de diversas editoras e, quando a coleção não é adotada, esses livros acabam sendo doados ou vendidos a sebos. “Muitas pessoas nem sequer sabem que é crime de direito autoral comercializar esses livros”, diz o advogado da ABDR e da Abrelivros, Dalton Morato. Os exemplares trazem sempre um selo indicando a proibição da venda. Para ele, pais ou os próprios alunos acabam comprando os livros do professor porque são vendidos cerca de 60% mais barato que o preço cobrado por livrarias

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Acordo Ortográfico não é necessário, diz Mia Couto

O escritor moçambicano Mia Couto afirmou à Agência Lusa não haver necessidade de Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa.     Na opinião do autor de “O outro pé da sereia“, “o acordo ortográfico tem tanta excepção, omissão e casos especiais que não traz qualquer mudança efectiva“.     O escritor moçambicano rebateu deste modo o angolano José Eduardo Agualusa que, na sua crónica habitual no semanário de Luanda a Capital, defendeu a escolha, por Angola, da ortografia brasileira, caso não venha a ser aplicado o Acordo Ortográfico por “resistência“ de Portugal.     “Sou grande amigo do Agualusa, mas nesse ponto tenho uma grande divergência“, afirmou o escritor, em Lisboa, numa sessão de autógrafos.     O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa estabelecido em 1991 foi assinado por todos os países da CPLP.     Em Angola aguarda-se a ratificação do documento, que o governo de Luanda considerou ter “caído no esquecimento“. 

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