Versão ’mini’ chega com nova ortografia

Além dos convidados internacionais e das publicações infantis, a 20º Bienal Internacional do Livro de São Paulo promete receber também uma avalanche de lançamentos de minidicionários atualizados com as mudanças da Reforma Ortográfica da Língua Portuguesa.     As editoras Melhoramentos, Positivo e Objetiva/Moderna – donas das marcas Michaelis, Aurélio e Houaiss, respectivamente – apresentarão as publicações no evento, que começa na quinta-feira, dia 14. “O investimento para atualizar todo o banco de dados do Michaelis para o acordo ortográfico soma R$ 1 milhão“, diz Breno Lerner, presidente da Melhoramentos.     Além dessas três editoras, a Ibep-Nacional e a FTD estão preparando para o próximo mês novas versões de dicionários. “A idéia inicial era lançar na Bienal, mas não deu tempo“, explicou Antonio Nicolau Youssef, diretor-editorial da Ibep-Nacional, que colocará no mercado dois novos dicionários.     leia mais…  

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PARA TODOS

O Instituto Pró-Livro uniu-se à Fundação Dorina Nowill para garantir a inclusão social de crianças e adolescentes com deficiências física, visual e auditiva durante a Bienal do Livro. No estande da instituição serão disponibilizados dois tótens com áudiolivros e cerca de 20 títulos em braile, entre eles “Moby Dick“, de Hermann Melville, “O Caçador de Pipas“, de Khaled Hosseini, e “Memórias de uma Gueixa“, de Arthur Golden. Coordenadoras especializadas na linguagem de sinais também estarão a postos para acompanhar as pessoas durante todo o trajeto.    Segundo pesquisa do Instituto, 2,9 milhões de brasileiros utilizam áudiolivros para ler, e 409 mil têm livros em braile. 

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Formação de professor é a maior carência

A formação de professores e dos profissionais de apoio ao serviço escolar está entre os principais pedidos da maioria dos prefeitos de 3.430 municípios. A solicitação está nos planos de ações articuladas (PAR) enviados ao Ministério da Educação até o dia 31 de julho. Em seguida, são listados como prioridades a implantação dos conselhos escolares, os laboratórios de informática e a ampliação dos acervos das bibliotecas escolares.    O Plano de Ações Articuladas é o planejamento multidimensional da política de educação que cada um dos 5.563 municípios do país deve fazer para um período de quatro anos – 2008 a 2011 -, como parte do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE). O PAR é coordenado pela secretaria municipal de educação, mas deve ser elaborado com a participação de gestores, professores e da comunidade local.     Para Romeu Caputo, diretor de articulação e apoio aos sistemas da Secretaria de Educação Básica (SEB), ao apontar a formação de professores entre suas prioridades os municípios demonstram que entenderam o propósito do Plano de Desenvolvimento da Educação, onde o foco é a qualidade da aprendizagem. “Os planos trazem respostas incisivas de que é preciso melhorar a formação dos professores”, diz.    Para ajudar

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FNDE participa da Bienal de São Paulo

O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) participará da 20ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que começa na próxima quinta-feira, 14, e vai até 24 de agosto. A feira ocorrerá no Pavilhão de Exposições do Anhembi, na capital paulista. O estande do FNDE terá uma ampla programação, com narração de histórias para crianças, oficinas e encontros com autores. Também serão divulgados os programas do livro e de incentivo à leitura desenvolvidos pelo órgão.     No segundo dia do evento, 15 de agosto, o presidente do fundo, Daniel Balaban, falará sobre o Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE) e as Políticas do Livro e da Leitura. A palestra será às 11h, no Salão de Idéias Volkswagen. “Vou relembrar qual a política anterior ao PDE, o que impulsionou o plano e mostrar os resultados depois de um ano de criação do plano” diz Balaban. “Na ocasião, mostrarei os reflexos do PDE no incentivo à leitura”.     Realizada pela Câmara Brasileira do Livro (CBL), a 20ª edição da Bienal vai reunir 350 expositores nacionais e estrangeiros em 70 mil m² do Pavilhão do Anhembi, representando mais de 900 selos editoriais. São esperadas mais de 800 mil pessoas nos

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FNDE compra 103 milhões de livros didáticos em 2008

O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) iniciou nesta quinta-feira, 7, as negociações para a aquisição de mais de 103 milhões de livros didáticos. No total, 16 grupos editoriais negociam a venda de seus títulos, que serão utilizados pelos alunos dos ensinos fundamental e médio, a partir de 2009.     As reuniões seguem até a próxima terça-feira, 12. No dia seguinte, a Diretoria de Ações Educacionais do FNDE deve divulgar um balanço dos resultados, com os valores e a quantidade de livros negociados com cada editora.     “Feita a escolha pelas escolas, a etapa atual é a de ajustar os preços, considerando o custo e as características de cada obra e as tiragens de cada editora”, afirma o diretor de Ações Educacionais, Rafael Torino. No ano passado, o FNDE comprou mais de 128 milhões de livros, e cada volume saiu por um preço médio de R$ 5,81.     Neste ano, serão adquiridos títulos de português, matemática, biologia, física e geografia para os 7,2 milhões de estudantes do ensino médio, além de livros de história e química para reposição, num total de 43 milhões de exemplares.     Para o ensino fundamental, serão comprados mais de 60

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Gestores devem fazer suas opções para alfabetização de jovens e adultos

O prazo para a escolha do livro didático para a alfabetização de jovens e adultos vai só até esta segunda-feira, dia 11. Gestores estaduais e municipais de educação que aderiram ao programa Brasil Alfabetizado devem acessar a página eletrônica do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação para escolher a publicação que desejam utilizar.    Das 1.059 entidades que participam do Programa Nacional do Livro Didático para Alfabetização de Jovens e Adultos (PNLA) de 2008, 337 fizeram suas opções até agora, o que corresponde a 31% do total. Quem não optar vai receber a publicação mais escolhida em seu estado ou região.    Os livros, de leitura e matemática em um único volume, podem ser escolhidos entre 19 editoras diferentes. O gestor, junto com o coordenador de turma, deve optar por duas. Caso a primeira opção já esteja esgotada, ele receberá a segunda. Cada entidade recebeu um guia do PNLA, com a resenha de todos os livros ofertados, para orientar na escolha, além de um roteiro passo a passo. Esse material também está disponível no sítio do FNDE.    A coordenadora-geral de formação e leitura da Secretaria de Educação Continuada, Diversidade e Alfabetização (Secad), Carmem Gatto, informa que a distribuição do

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Incentivo ao Livro e Leitura

Maior incentivo ao Livro e Leitura. Esse foi o principal foco da reunião do Fórum dos Secretários de Cultura do Nordeste, que aconteceu nos dias 30 e 31 de julho, em Maceió. Estiveram presentes gestores de cultura dos nove estados da região, além da chefe da Representação Regional Nordeste do Ministério da Cultura (RRNE/MinC), Tarciana Portella. O encontro teve como objetivo sistematizar propostas para serem encaminhadas ao Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes de Cultura, que será realizado entre os dias 21 e 22 de agosto, em Santa Catarina.    Durante o encontro, os secretários trocaram experiências e debateram sobre a atual conjuntura cultural do Nordeste, avaliando a interação regional e a interface dos estados com a União. O encontro resultou na aprovação da Carta de Maceió, que dá foco, sobretudo, às ações para democratizar e implementar as políticas de incentivo ao livro e leitura. A Carta prevê o reforço ao Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), desenvolvido pelos ministérios da Cultura e da Educação, enquanto política norteadora das ações voltadas à democratização do acesso ao livro e a leitura, com a efetivação das ações do PNLL em todos os estados da região, em cooperação com o Ministério da

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Concurso Literatura para todos

O Concurso Literatura para Todos foi criado para estimular a produção literária destinada a jovens e adultos em processo de alfabetização. Este ano, o Ministério da Educação vai premiar nove escritores com R$ 10 mil cada, e publicar as obras vencedoras, que serão distribuídas às entidades parceiras do Programa Brasil Alfabetizado, universidades da Rede de Formação de Alfabetização de Jovens e Adultos, unidades prisionais e núcleos de EJA das universidades. A expectativa é que cerca de 1,5 milhão de estudantes tenham acesso às publicações.    Os candidatos concorrem nas categorias prosa (conto, novela ou crônica), poesia, biografia e texto de tradição oral (em prosa ou em verso). Em cada uma delas serão premiados dois autores. O MEC recebeu 605 obras, sendo 133 contos, 61 novelas, 30 crônicas, 13 biografias, 29 textos de tradição oral e 249 poesias.    Esta é a segunda edição do Concurso Literatura para Todos. A novidade é que a competição vai premiar um escritor africano, natural de um dos países de língua portuguesa — Angola, Cabo Verde, Guiné Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe. O autor africano ganhará o mesmo prêmio de R$ 10 mil, independentemente da categoria literária do texto apresentado.     Dez

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Educação não pode ser melhor do que os professores, afirma Haddad

O cientista político Fernando Haddad é um dos ministros mais bem avaliados do governo Lula em todas as pesquisas de opinião. Não deixa de ser surpreendente, porque sua pasta, a da Educação, é um gigante difícil de abraçar, com desafios igualmente enormes. E, depois, porque, embora com recursos equivalentes a 5% do PIB, volume razoável para qualquer país, educação, no Brasil, exceto em algumas ilhas de excelência, ainda é sinônimo de baixa qualidade e, no geral, alguma coisa alguns passos atrás dos outros países com os quais devemos nos comparar.     Filho de imigrantes libaneses, paulista, 45 anos, Haddad se declara, sem que se pergunte, de esquerda. Formado em Direito na Universidade de São Paulo, sua tese de doutorado, de meados dos anos 90, na Faculdade de Filosofia também da USP, faz uma atualização do materialismo histórico à luz das teorias do filósofo alemão Juergen Habermas. O mestrado, na Faculdade de Economia, da mesma USP, versou sobre aspectos sociais da economia soviética.     Haddad deixou a Universidade de São Paulo, onde era professor de Ciência Política, em 2000, para trabalhar com João Sayad, na secretaria de Finanças da Prefeitura de São Paulo, no governo petista de Marta Suplicy.

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