Alunos carentes terão quatro novas bolsas

Auxílios com transferência de renda serão desenvolvidos até 2004 por futura Secretaria de Inclusão Educacional       Alunos de famílias carentes prejudicados pela falta de creches ou por deficiências no ensino fundamental e no ensino médio da rede pública devem ser atendidos, até o próximo ano, por pelo menos quatro novos tipos de “bolsa“ com transferência de renda. São elas: Poupança-Escola, Bolsa-Escola para o Ensino Médio, Primeira Infância e Pré-Escola. A medida será desenvolvida pela futura Secretaria de Inclusão Educacional, do Ministério da Educação. O novo órgão também implantará, a partir de setembro, programas de combate ao trabalho infantil e à exploração sexual de crianças e jovens -projetos ligados aos ministérios de Assistência e Promoção Social e da Justiça. A nova estrutura substituirá a Secretaria Nacional do Bolsa-Escola e gerenciará o programa. Neste ano, o novo órgão deve usar R$ 80 milhões referentes a benefícios não-sacados do Bolsa-Escola para atender pelo menos 800 mil crianças e jovens. Em março, o ministro Cristovam Buarque (Educação) chegou a sugerir que a verba não-sacada do Bolsa-Escola fosse usada para aumentar o valor do programa de R$ 15 por criança (limite de R$ 45 por família) para R$ 50 por família, o mesmo

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Brasil e Argentina firmam convênio educacional

Programas de intercâmbio de professores, produção de materiais didáticos e criação de um fórum de reitores são algumas ações que fazem parte do Memorando de Entendimento assinado sexta-feira, 6, em Buenos Aires, Argentina, pelos ministros da Educação do Brasil, Cristovam Buarque, e da Educação, Ciência e Tecnologia da Argentina, Daniel Filmus, pelo diretor do Instituto Internacional de Planejamento da Educação da Unesco, Juan Carlos Tedesco, e pelo representante da Unesco no Brasil, Jorge Werthein.    A ação conjunta dos dois ministérios visa desenvolver uma educação de qualidade, criar condições de acesso e permanência dos alunos na escola, consolidar a integração e aprofundar a cooperação entre os sistemas educacionais do Brasil e da Argentina. Para alcançar esses objetivos, os países se comprometem a desenvolver políticas e uma série de ações divididas em áreas que vão do ensino básico à pós-graduação.    Formação de professores – O acordo prevê a execução de um programa de intercâmbio de diretores de escolas argentinas e brasileiras para trabalhar temas comuns, além de desenvolver programas e trocar informações sobre formação de docentes.      Materiais didáticos – Os dois ministérios devem trabalhar na elaboração de recursos didáticos e audiovisuais, que serão usados no ensino de Espanhol

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Ministros do Mercosul assinam acordo por integração educacional

Os ministros de Educação dos países do Mercosul, do Chile e da Bolívia assinaram no dia 06/06 a Declaração para o Desenvolvimento da Integração Cultural e Educacional na região. O documento foi assinado ao final da XXIV Reunião de Ministros do Mercosul, em Assunção, capital paraguaia. Na ocasião, o ministro brasileiro, Cristovam Buarque, conclamou os ministros de Educação presentes a pedir a seus presidentes para pôr a educação na agenda de estado dos países do Mercosul de maneira mais forte, “para que um dia a gente possa dizer que no nosso continente a educação está em primeiro lugar”.    União – Falando após a apresentação do coral da Itaipu Binacional, o ministro Cristovam Buarque usou a construção da hidrelétrica como um exemplo do que pode ser feito quando há união entre os países. “Agora, precisamos nos unir por outra obra grandiosa, que é a erradicação do analfabetismo na região e a melhoria da qualidade da educação”, disse o ministro. A ministra de Educação do Paraguai e presidente da Reunião de Ministros de Educação do Mercosul, Blanca Duarte, ressaltou que a integração efetiva dos países da região só se dará pela educação. “As negociações e conversas sobre intercâmbio econômico para o

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Senado endossa guerra contra pirataria

Projeto de lei que atualiza e torna mais rígidas as penas contra a violação de direitos autorais depende agora da sanção do presidente       O Senado aprovou na quinta-feira, 29 de maio, o projeto de lei nº 11 (nº 2681/96 na Câmara) que atualiza e torna mais rígida a legislação de combate à pirataria. Se sancionado pelo presidente da república, a pena para violação de direitos autorais e conexos poderá variar de dois a quatro anos (atualmente varia de um a quatro). Além disso, o projeto atualiza as especificações técnicas do Código Penal –prevendo tecnologia de cabo, fibra ótica etc- e suprime a menção nominal das multas, remetendo o cálculo para a sistemática geral do Código Penal.     Benefícios  Segundo o coordenador de direito autoral do Ministério da Cultura, Otávio Afonso, “a menção nominal das multas tal como hoje está é um incentivo aos piratas porque a multa faz menção valores em cruzados novos”. Além disso, o projeto beneficia também as entidades privadas “porque o governo, à época, atendeu à quase totalidade da petição dos setores que combatem a pirataria, como o caso da ABPD. Apdif, Abes, e outras”.    O PL nº 2681 de 1996 é

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Governo federal acelera escola de nove anos

Ministério da Educação quer acelerar a ampliação do ensino fundamental de oito para nove anos no Brasil -incorporando, assim, a pré-escola e antecipando a entrada do estudante no sistema dos sete anos de idade para os seis anos. Em troca, Estados e municípios vão receber mais verbas do Fundef, o Fundo de Desenvolvimento do Ensino Fundamental.    A proposta, segundo o MEC, tem como objetivo melhorar a qualidade da educação e reduzir a diferença de oportunidades entre ricos e pobres, já que boa parte dos alunos de classe média tem acesso à pré-escola.  A iniciativa, elogiada por especialistas da área, já constava da Lei de Diretrizes e Bases da Educação aprovada em 1996, mas, para implantá-la, o governo Lula vai precisar superar obstáculos, como a falta de recursos e de professores -este último uma realidade conhecida principalmente no segundo ciclo do ensino fundamental e em todo o ensino médio.  Leia mais

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Programa Toda Criança Aprendendo

“O Toda Criança Aprendendo é um gesto de amor não só às crianças, mas de amor ao País”, disse o ministro da Educação, Cristovam Buarque, ao apresentar hoje, 5, este programa aos diretores da União Nacional dos Dirigentes Municipais (Undime), parlamentares, educadores, sindicalistas, dirigentes do MEC e secretários de Educação, no auditório do MEC. Na oportunidade, todos receberam a cartilha Toda Criança Aprendendo, editada pela Secretaria de Educação Fundamental (SEF/MEC).    A cartilha, com tiragem de 15 mil exemplares, será levada a encontros que a SEF pretende realizar nos estados e municípios para implantar o programa e fazer um pacto pela educação. O ministro lembrou que nada acontece se não houver coalisão para a educação e que o Toda Criança Aprendendo não é só um gesto de compromisso com estas crianças, hoje, mas, sobretudo, com o futuro do Brasil. “Vamos dar exemplo. É um salto inicial, mas não pequeno, a construção da coalisão nacional pela educação”. A seu ver, não há projeto eficiente se for limitado a quatro anos, não só educacional. “Os grandes projetos nacionais são os que duram”, disse.    Citou quatro países de porte médio que pensaram a educação, nos últimos 30 anos, como projeto de longo

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Cristovam abre seminário sobre novo Ensino Médio

O momento para efetuar mudanças no Ensino Médio nunca foi tão favorável. Foi o que disse o ministro da Educação, Cristovam Buarque, durante a abertura do seminário Ensino Médio: Construção Política, que começou ontem (4) e termina amanhã, sexta-feira, no Hotel Nacional, em Brasília. Citando exemplos de outros países, especialmente europeus, que conseguiram melhorar os índices educacionais em razão da coalizão nacional que se formou para implementação das mudanças, o ministro lamentou apenas a ausência de representantes da juventude no Seminário. “Eles precisam nos dizer como é a escola que eles querem, porque o que expulsa o jovem da escola, em parte, é a pobreza, mas também a falta de sintonia da escola com o aluno”, afirmou Cristovam.    Para o ministro, além de oferecer atendimento educacional e de saúde, também é preciso proporcionar alimentação digna, renda, emprego e, principalmente, “uma mística pela qual eles lutem, especialmente os mais pobres”. Segundo ele,“precisamos construir uma “mística” para o Brasil, que deve passar pela conclusão da abolição da escravatura”.    Mudanças – O seminário Ensino Médio: Construção Política reúne 600 representantes de redes estaduais, de redes federais, de instituições particulares, além de técnicos da área de Educação, com o objetivo de traçar

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Consed e Câmara dos Deputados realizam seminário sobre os Planos de Educação

Com o objetivo de enfatizar a importância do compromisso do Poder Legislativo na elaboração e aprovação dos Planos Estaduais, Municipais e Nacional de Educação, o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), a Comissão de Educação da Câmara dos Deputados e a Unesco realizaram nesta quarta-feira, 4 de junho, o Seminário Plano Nacional de Educação: O Compromisso do Poder Legislativo.     O presidente do Consed e Secretário da Educação de São Paulo, professor Gabriel Chalita, participou da abertura e encerramento do evento, além de ser moderador do painel “O papel do Legislativo na elaboração e aprovação dos Planos de Educação“, que acontece às 14 horas.    O seminário também contou com a presença de representantes da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Ensino (Undime), Unicef, União Nacional dos Legislativos Estaduais (Unale), União dos Vereadores do Brasil (UVB) e Confederação Nacional dos Municípios (CNM).    É importante lembrar que o Artigo 2o da Lei 10.172 de janeiro/2001, que estabelece que Plano Nacional de Educação, determina que o Distrito Federal, os Estados, e os municípios, elaborem planos estaduais e municipais em consonância com o nacional. Portanto, seminários e discussões desta natureza são fundamentais para a consolidação do processo democrático da elaboração

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Seminário de Ensino Médio aborda acesso e permanência na escola

Desencadear processo de construção coletiva de uma política de Ensino Médio que garanta condições de acesso e de permanência de jovens é uma das propostas do seminário Ensino médio: construção política, que será aberto pelo ministro da Educação, Cristovam Buarque, hoje, 4, às 17h30, no Hotel Nacional, ao lado do secretário de Educação Média e Tecnológica (Semtec/MEC), Antonio Ibañez Ruiz.    Segundo a diretora de Ensino Médio da Semtec, Marise Nogueira Ramos, a consolidação do Ensino Médio como etapa da Educação Básica e como direito de todos é um objetivo não somente do governo, mas de toda a sociedade brasileira. Para isso, além da necessidade de se garantir condições de acesso e de permanência de jovens e adultos nessa fase escolar, é preciso construir um projeto ético, político e pedagógico de ensino médio de qualidade, comprometido com as diferentes necessidades sociais e culturais da população.    Os participantes do evento vão problematizar a reforma do ensino médio e conhecer a síntese de uma série de oficinas realizadas em abril e maio na secretaria, que refletem idéias e conceitos de especialistas e educadores sobre questões como: reforma, juventude e política, gestão democrática, ensino noturno, formação de professores, livro didático e currículo,

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