Múltiplos itinerários com aspectos regionais

As redes públicas e as escolas particulares terão autonomia para criar percursos que combinem vários conteúdos, não se limitando aos itinerários citados na lei – Linguagens, Matemática, Ciências da Natureza, Ciências Humanas e Ensino Profissional. “A gente espera que a escolha dos Estados seja sempre por itinerários integrados”, disse a diretora de Currículos e Educação Integral do Ministério da Educação (MEC), Teresa Pontual.

“Então não serão cinco, serão centenas de itinerários, e o esforço estará em como estruturar tudo para que o Estado consiga gerenciar isso bem.”

Os itinerários são a parte do ensino médio em que o aluno escolhe uma área de afinidade. A recomendação do MEC é que esses trajetos respeitem características e necessidades regionais. “A escola vai ter um papel central na construção e os professores terão de se reinventar. A educação vai ter de dar conta da construção de itinerários que o Brasil precisa”, disse Rossieli Soares da Silva, secretário nacional de Educação Básica do MEC, em debate no Estado.

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