A pirataria de livros no Brasil foi destaque no relatório anual da Associação Internacional de Propriedade Intelectual (Iipa, em inglês). O documento menciona como uma das causas a cópia de trechos de livros e até de obras inteiras, no caso das não disponíveis no mercado largamente difundida nas universidades.
Advogado da Associação Brasileira de Direitos Reprográficos, Dalton Morato afirma que “a inocente pastinha do professor“ contribui para a queda na venda de livros no País e prejudica editoras e autores. Pesquisas do setor apontam queda de 44% na venda de livros entre 1992 e 2003, enquanto o número de alunos no ensino superior mais que dobrou.
Jorge Machado, coordenador do Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas para o Acesso à Informação, da USP, defende que o material técnico-científico, produzido com verbas públicas de pesquisa, seja de acesso livre.
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