A Ediouro entra em 2009 com mais recursos para continuar com seu plano de expansão. Encerrou o ano passado com um lucro líquido de R$ 23,4 milhões, 21% maior do que o de 2007, e tem mais R$ 30 milhões para investir em aquisições e na própria editora, cuja receita líquida cresceu 16%, para R$ 241 milhões. Nos últimos seis anos, a Ediouro já fez cerca de 10 aquisições e em 2007 firmou uma joint-venture com a Thomas Nelson dos Estados Unidos.
Agora, as três áreas de grande interesse da Ediouro são os mercados de revistas, livros didáticos e o segmento de científicos, técnicos e profissionais (CTP). Essas áreas vêm ganhando maior relevância na empresa desde a entrada do fundo de investimento Governança e Gestão, que comprou 20% do capital da Ediouro em 2008. O primeiro passo nesse sentido foi efetivado ontem com a aquisição dos outros 50% da editora de revistas Duetto.
No segmento de livros, Luiz Fernando Pedroso, diretor-geral da Ediouro, avalia que o desempenho mais expressivo neste ano virá dos selos Agir e Thomas Nelson Brasil, que faturaram R$ 15 milhões e R$ 7 milhões, respectivamente, no ano passado. A divisão de livros da Ediouro registrou receita de aproximadamente R$ 105 milhões.
Uma história pode começar antes mesmo da primeira palavra: na capa colorida que desperta a…
O Instituto Alana, a União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação (Uncme), a União Nacional…
A cada disputa presidencial, o Brasil tem a oportunidade de definir prioridades e estabelecer compromissos…
Na Abrelivros em Pauta deste mês, Braulio Takahashi fala sobre o avanço da inteligência artificial…
A Associação Brasileira de Livros e Conteúdos Educacionais (Abrelivros) lançou, no dia 4 de setembro,…
Às vésperas de uma eleição que levará cerca de 125 milhões de brasileiros às urnas…