A decisão de retomar as aulas presenciais no estado de São Paulo segue critérios médicos, afirma o subsecretário de Articulação Regional de Educação do estado, Patrick Tranjan, em entrevista à CNN neste domingo (1º).
“Desde o início da pandemia, o fechamento vem de uma decisão médica. Iniciamos a reabertura das escolas em setembro do ano passado. É quase uma unanimidade que é possível retornar às escolas com segurança sanitária desde que tenha monitoramento dos casos e cumprimento dos protocolos. É uma decisão médica, com o apoio da ciência”, afirma.
Ele explica que os alunos precisam cumprir as atividades, independente de estar em casa ou não. “Ainda que a presença do estudante não seja obrigatória, a volta às aulas é, então o estudante tem que cumprir todas as atividades, mesmo que não vá para a escola”.
Os profissionais de ensino ficarão atentos para que não aconteçam surtos de casos, diz Tranjan. “Entrando na escola vai ter aferição de temperatura e, se apresentar sintoma, a criança será isolada dentro da escola para que a família venha buscá-la. Com ou sem variante Delta, os protocolos das escolas são rígidos e inegociáveis. Aprendemos muito ao longo da pandemia e as escolas estão preparadas”.
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