O encontro multi-entidades realizado em 1 de março, no Instituto Goethe de São Paulo, reuniu cerca de 50 pessoas e representantes da CBL, SNEL, LIBRE, ABEU, Abrelivros, ANL, e AELRJ.
Na pauta estava a discussão e aprovação de uma contribuição espontânea das editoras e da classe livreira para atividades do Plano Nacional do Livro e da Leitura (PNLL) até que o Fundo Pró-Leitura seja instalado pelo Ministério da Cultura, o que só deve acontecer o fim deste ano.
Houve um consenso geral no evento, que teve força de uma Assembléia Geral Extraordinária para os associados da CBL, de que a classe livreira e editorial deveria espontaneamente iniciar uma contribuição para as atividades ligadas ao PNLL. No entanto, não houve acordo sobre a forma como a contribuição seria recolhida nem sobre os valores a serem arrecadados.
Todos pareceram concordar, no entanto, que para esta contribuição voluntária seria complicado recolher uma porcentagem sobre o faturamento (como será o Fundo Pró-Leitura), visto que isto revelaria informações estratégicas das empresas às entidades responsáveis pelo repasse dos valores. Decidiu-se, então, que os presidentes das entidades ali presentes se reuniriam no curto prazo para definir formas e valores da arrecadação.
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