A Fundação Dorina Nowill para Cegos acaba de se tornar a editora mais produtiva do Brasil, ao fechar o quadrimestre com 211 novas obras editadas. Há obras em braille, para alfabetizar crianças cegas e para primeiro e segundo grau; no novo formato Livro Digital, para cegos universitários e profissionais formados, e em CD, com gravações em áudio.  
 
O total de novos títulos ultrapassa o de todas as editoras tradicionais brasileiras, que imprimem com tinta, mas os livros da Fundação são sempre produzidos em tiragem pequena, explica o presidente da entidade, Alfredo Weiszflog.

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