A partir de segunda-feira, dia 14, professores e diretores de escolas públicas e entidades parceiras do programa Brasil Alfabetizado poderão fazer a indicação dos livros didáticos que serão usados no próximo ano por jovens e adultos matriculados em turmas de alfabetização.
As orientações para a escolha, que deve ser feita até 22 de janeiro, estão à disposição, na internet.
A indicação dos livros envolve uma série de regras a serem observadas para garantir a transparência e a lisura do processo. As normas estão especificadas no termo de acordo. Dele constam os compromissos de cada instituição de ensino com o uso e sigilo da senha de acesso ao sistema e medidas para evitar problemas, como o assédio de editoras.
A carta de orientações para a escolha explica a importância da consulta prévia ao Guia do Livro Didático, que reúne informações detalhadas sobre as obras aprovadas pelo Ministério da Educação e indica os procedimentos necessários para o registro dos livros selecionados pelas escolas.
Criado para ajudar no combate ao analfabetismo a partir dos 15 anos, o Programa Nacional do Livro Didático para a Alfabetização de Jovens e Adultos (PNLA) distribuiu, em 2009, 2,8 milhões de livros. Foram 36 títulos, num investimento de R$ 18,8 milhões.
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