O Instituto Pró-Livro uniu-se à Fundação Dorina Nowill para garantir a inclusão social de crianças e adolescentes com deficiências física, visual e auditiva durante a Bienal do Livro. No estande da instituição serão disponibilizados dois tótens com áudiolivros e cerca de 20 títulos em braile, entre eles “Moby Dick“, de Hermann Melville, “O Caçador de Pipas“, de Khaled Hosseini, e “Memórias de uma Gueixa“, de Arthur Golden. Coordenadoras especializadas na linguagem de sinais também estarão a postos para acompanhar as pessoas durante todo o trajeto.
Segundo pesquisa do Instituto, 2,9 milhões de brasileiros utilizam áudiolivros para ler, e 409 mil têm livros em braile.
Uma história pode começar antes mesmo da primeira palavra: na capa colorida que desperta a…
O Instituto Alana, a União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação (Uncme), a União Nacional…
A cada disputa presidencial, o Brasil tem a oportunidade de definir prioridades e estabelecer compromissos…
Na Abrelivros em Pauta deste mês, Braulio Takahashi fala sobre o avanço da inteligência artificial…
A Associação Brasileira de Livros e Conteúdos Educacionais (Abrelivros) lançou, no dia 4 de setembro,…
Às vésperas de uma eleição que levará cerca de 125 milhões de brasileiros às urnas…